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Bhte, 19 de junho de 2026 às 7h57
2º semestre reacende busca por moradia estudantil e segurança ganha peso na decisão das famíliasMovimento de transferências, aprovações tardias e adaptação fora de casa faz pais priorizarem ambientes estruturados, com monitoramento e suporte ao estudante
Brasil, junho de 2026 — Com a chegada do segundo semestre letivo, um novo fluxo de estudantes volta a movimentar o mercado de moradia universitária no Brasil. Aprovações em chamadas posteriores, transferências de curso, intercâmbios e mudanças de cidade realizadas em curto prazo fazem com que a segurança se torne um dos principais fatores de decisão para famílias e universitários.
O movimento ocorre em um contexto de crescimento da demanda por moradias estudantis profissionalizadas. Segundo dados da consultoria Brain, cerca de 1,5 milhão de estudantes brasileiros cursam o ensino superior fora de suas cidades de origem. Apesar desse contingente, a oferta formal de moradias estudantis ainda é limitada no país, cenário que tem impulsionado a expansão do segmento de student housing e ampliado o interesse por empreendimentos voltados exclusivamente ao público universitário.
Nesse contexto, cresce a procura por moradias que ofereçam não apenas boa localização, mas também estrutura operacional capaz de proporcionar tranquilidade aos moradores e seus familiares. “Existe uma mudança clara na forma como pais e estudantes avaliam a moradia. Segurança deixou de ser apenas localização e passou a incluir gestão do espaço, controle de acesso, monitoramento e qualidade do ambiente. As famílias querem entender como funciona a rotina do local e quais mecanismos existem para proteger o estudante”, afirma Juliana Onias, gerente regional de operações da Share Student Living.
Segurança passa a ser diferencial na escolha
A percepção de segurança tem se tornado mais ampla. Além da localização, entram na avaliação fatores como controle de circulação, monitoramento, presença de equipes de apoio e protocolos operacionais capazes de oferecer maior previsibilidade para a rotina dos estudantes. Em modelos tradicionais de moradia compartilhada, muitas vezes organizados de forma informal, esses recursos nem sempre estão disponíveis. Já em empreendimentos com gestão profissional, a segurança passa a integrar a própria operação do residencial.
Na Share Student Living, as unidades contam com portaria 24 horas, acesso por catracas, sistema de clausura para entrada e saída de pessoas, monitoramento por circuito fechado de televisão (CFTV), alarme perimetral e equipe administrativa presente nas unidades. O conjunto de medidas busca garantir maior controle da circulação de pessoas e mais tranquilidade para estudantes e familiares. “Observamos uma evolução no perfil de escolha das famílias. Antes, a decisão era muito concentrada em localização e custo. Hoje, existe uma preocupação crescente com a forma como a moradia é administrada, quais controles de acesso existem e como o estudante será apoiado no dia a dia. Segurança passou a ser um conjunto de fatores que envolve gestão, monitoramento e suporte”, avalia Juliana.
Adaptação também é fator de segurança
A segurança não está relacionada apenas à proteção física. A adaptação à nova rotina, a construção de vínculos e o acesso a uma rede de apoio também influenciam diretamente a experiência universitária. Para quem se muda de cidade, um dos desafios mais comuns é lidar com a distância da família e a necessidade de criar novas conexões sociais. Nesse contexto, ambientes que estimulam a convivência entre estudantes tendem a contribuir para uma adaptação mais equilibrada.
“Segurança também passa pelo sentimento de pertencimento. Quando o estudante encontra um ambiente organizado, com espaços de convivência e oportunidades de interação, ele se adapta com mais facilidade à nova realidade acadêmica e pessoal”, afirma a gerente regional.
O que observar na escolha da moradia
Mesmo em processos de decisão mais rápidos, alguns critérios podem ajudar estudantes e familiares a reduzir riscos durante a contratação:
• Verificar a existência de contrato formal e regras claras de convivência; • Avaliar os sistemas de controle de acesso e monitoramento disponíveis; • Entender como funciona o suporte ao morador e a manutenção dos espaços; • Buscar referências e avaliações de residentes; • Confirmar a existência de equipe responsável pela gestão da operação; • Evitar pagamentos antecipados sem validação prévia do imóvel e da empresa responsável.
Estrutura completa para morar, estudar e conviver
Além dos recursos voltados à segurança, a Share Student Living oferece uma infraestrutura desenvolvida para atender às necessidades acadêmicas, sociais e de mobilidade dos estudantes que vivem longe de casa. As unidades contam com studios e apartamentos mobiliados, prontos para morar, além de ambientes voltados ao estudo e à produtividade, como salas de estudo e espaços de coworking com funcionamento 24 horas. A estrutura inclui ainda academia 24 horas, cozinhas coletivas, lavanderia pay-per-use, bicicletário e internet Wi-Fi, proporcionando praticidade para a rotina universitária.
Os empreendimentos também oferecem áreas de convivência planejadas para estimular a integração entre os moradores, criando oportunidades de interação e fortalecimento da comunidade estudantil. A proposta é proporcionar uma experiência que vá além da hospedagem, apoiando o estudante em diferentes aspectos da vida universitária. Outro diferencial está na localização estratégica das unidades, próximas a importantes instituições de ensino, transporte público e serviços essenciais, contribuindo para mais praticidade e segurança nos deslocamentos diários.
A combinação entre infraestrutura, suporte operacional, comunidade estudantil e protocolos de segurança reflete uma transformação observada em todo o mercado de student housing. A moradia deixa de ser apenas uma necessidade logística e passa a desempenhar papel estratégico na experiência universitária, impactando diretamente a adaptação, o bem-estar e a permanência dos estudantes ao longo da graduação. “Hoje, as famílias entendem que a escolha da moradia influencia diretamente a qualidade de vida e a experiência universitária. Segurança, acolhimento, infraestrutura e suporte deixaram de ser diferenciais e passaram a ser fatores determinantes na tomada de decisão”, conclui a gerente.
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Associação Médica Brasileira Comissão de Combate ao Tabagismo
DIA NACIONAL DE COMBATE AO FUMO - 2021
O Dia Nacional de Combate ao Fumo - 29 de agosto - foi criado em 1986 pela Lei Federal nº 7.488 e tem como objetivo reforçar as ações nacionais de sensibilização e mobilização da população brasileira contra os danos sociais, políticos, econômicos e ambientais causados pelo tabaco. Esta foi a primeira legislação, em âmbito federal, relacionada à regulamentação do tabagismo no Brasil. O tabagismo é considerado uma doença crônica causada pela dependência à droga nicotina presente nos produtos derivados do tabaco. É a maior causa evitável de doença e morte no mundo de acordo com a OMS. Anualmente, morrem mais de 8 milhões de pessoas, sendo que mais de 7 milhões dos óbitos são atribuíveis ao tabagismo ativo e 1,2 milhão ao tabagismo passivo. No Brasil, são estimadas cerca de 156 mil mortes anuais (428 mortes por dia) devido ao tabagismo. Os produtos do tabaco são consumidos de diversas formas (fumados, inalados, aspirados, mascados ou absorvidos pela mucosa oral). No Brasil, predomina o uso do tabaco fumado. Os produtos derivados da combustão do tabaco contêm aproximadamente 7 mil substâncias tóxicas, que são responsáveis direta ou indiretamente por cerca de 55 doenças. Entre estas, as doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) – doenças cardiovasculares, doenças cerebrovasculares, doenças respiratórias crônicas, câncer e diabetes - responsáveis por 7 entre cada 10 mortes prematuras no mundo. A exposição de adultos não-fumantes à poluição do ambiente causada pela fumaça ou vapor do tabaco (tabagismo passivo) aumenta as chances de apresentarem as mesmas doenças dos fumantes. As crianças têm maior risco de infecções respiratórias, otites de repetição, asma brônquica, perda da função pulmonar e morte nos primeiros anos de vida, além de câncer de pulmão e doença pulmonar obstrutiva crônica na vida adulta. As gestantes que fumam têm risco aumentado de complicações da gravidez (abortos, partos prematuros, descolamento prematuro da placenta) e de danos para o bebê, como baixo peso ao nascimento, morte súbita infantil, comprometimento da inteligência e do comportamento e dificuldade de aprendizagem escolar. Fumar durante décadas pode reduzir a expectativa de vida em 10 a 12 anos, em relação a quem nunca fumou. TABAGISMO E COVID-19
Desde o início da pandemia causada pelo SARS-CoV-2, diversos estudos demonstram que fumantes de qualquer produto derivado do tabaco têm um risco 2 a 3 vezes maior de desenvolver a COVID-19 em suas formas mais graves, que podem culminar com a morte. Os fatores responsáveis para isto são listadas a seguir: os fumantes podem apresentar redução da capacidade pulmonar e doenças crônicas já instaladas, como as pulmonares, cardiovasculares, o diabetes e o câncer, todas essas relacionadas ao tabagismo e também fatores de risco para a COVID-19;
baixa oxigenação dos tecidos, alterações dos vasos sanguíneos e um estado de hipercoagulação, fatores que predispõem à trombose, a qual pode ocorrer também na COVID-19;
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aumento da transmissão do novo coronavírus, através dos movimentos repetidos mão-boca do ato de fumar, sem a adequada higienização das mãos e com cigarros contaminados, bem como através da eliminação de aerossóis no ambiente, o que ocorre com os cigarros eletrônicos, cigarros de tabaco aquecido e narguilés. Nestes últimos, há também aumento do risco de transmissão da doença pelo compartilhamento de piteiras e mangueiras, a preparação e limpeza inadequadas do dispositivo e seus acessórios, a tosse frequente dos usuários durante o uso, a umidade da fumaça do tabaco e o recipiente com água fria do narguilé, fatores que possibilitam a sobrevivência de microrganismos dentro das mangueiras. Além disso, geralmente o uso do narguilé é realizado em grupos, o que promove aglomeração, que sabidamente aumenta o risco de transmissão do novo coronavírus; DIA NACIONAL DE COMBATE AO FUMO - 2021 Comprometa-se a parar de consumir os produtos contendo nicotina durante a pandemia de COVID-19 Em virtude da forte interação entre os fatores de risco do tabagismo e da COVID-19, propiciando o agravamento clínico dos pacientes, a mortalidade e o aumento da transmissão, no Dia Nacional de Combate ao Fumo de 2021, a AMB vai discutir o tema descrito acima, já que algumas das novas formas de consumo do tabaco não contêm todas as substâncias dos cigarros convencionais (comburentes), mas sim a NICOTINA, que é a droga psicoativa responsável pela dependência química, além de outras substâncias igualmente tóxicas e cancerígenas produzidas pelo aquecimento nos novos dispositivos.
Todos os tipos de consumo da nicotina são prejudiciais à saúde Os principais produtos disponíveis para o consumo de nicotina são: Tabaco queimado, que produz fumaça: cigarros comuns, cigarros de palha, narguilé, charutos, cachimbos e outros; Produtos não geradores de fumaça: tabaco moído para uso nasal ou oral como o Rapé (seco) e Snus (úmido), tabaco mascado; COMISSÃO DE COMBATE AO TABAGISMO DA ASSOCIAÇÃO MÉDICA BRASILEIRA
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