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CITRONELA UMA PLANTA EFICAZ NO COMBATE À DENGUE

Elisabete Aparecida Valério*, Marli Aparecida Defani**

 

 

RESUMO

A expansão geográfica da dengue e o aumento da freqüência dos casos tornam cada vez mais urgente a implantação de campanhas de combate à doença. Entre as alternativas mais ecológicas, eficientes e de baixo custo para alcançar este objetivo, está a utilização da citronela (Cymbopogon nardus), um capim da família Poaceae, repelente natural, de fácil aquisição e cujo cultivo não exige muitos cuidados. No aroma característico da citronela que lembra o cheiro do eucalipto está o seu poder repelente, agindo como controlador biológico do Aedes aegypti. Este trabalho, além de incentivar a eliminação dos criadouros do mosquito, proporcionou a um grupo de alunos de 7ª série a oportunidade de conhecer a citronela, suas propriedades e formas de utilização. Palavras-Chave: Dengue. Citronela. Plantas aromáticas.

Óleos essenciais. Plantas medicinais. ABSTRACT The dengue fever geographical expansion and the increase in the number of cases of the disease makes more and more urgent the implementation of the antidengue campaigns. Among the most ecological, efficient and low price alternatives to achieve this goal is the use of citronella (Cymbopogon nardus), a Poaceae family plant, natural repellent, it is easy to be purchased and its cultivation does not require much care. In the characteristic Citronella aroma, which resembles the eucalyptus smell, resides its repellency power, acting as a biological control of the Aedes aegypti mosquito. This work not only aims to stimulate the elimination of mosquito breed, but also provided a group of students from 7th grade the opportunity to know Citronella, its properties and also ways of use. Key - Words: Dengue fever. Citronella. Aromatic plants. Essencial oil. Medicinal plants.1 * Professora de Ciências Físicas e Biológicas, Colégio Estadual José Luiz Gori, Mandaguari – PR., e-mail bete_valerio@hotmail.com; **

Docente do Departamento de Ciências, Universidade Estadual de Maringá, Maringá – PR. 2 INTRODUÇÃO O Brasil - governo e população - preocupa-se com a grande incidência de casos da dengue, que a cada ano se intensifica no verão e exige práticas e cuidados redobrados no seu combate. A dengue é um dos principais problemas de saúde pública do mundo e, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), só será solucionado quando houver uma profunda mudança na infra-estrutura sanitária das grandes cidades. A urbanização descontrolada, a falta de rede de esgoto e outros aspectos sociais estão intimamente ligados à proliferação da dengue (CHADE; KATTAH, 2007).

A dengue é uma moléstia de caráter infeccioso agudo, cuja transmissão é feita através de contágio indireto por inoculação viral, por meio do mosquito Aedes aegypti. O mosquito está tão adaptado aos ambientes doméstico e urbano que resiste a larvicidas e inseticidas e, no primeiro voo, já é capaz de copular e infectar. A presença de tantos casos da doença torna de fundamental importância a divulgação de sua sintomatologia e formas de prevenção. O desenvolvimento de estratégias inovadoras, inteligentes e de fácil aplicação é necessário já que o combate ao Aedes aegypti é o único meio para a prevenção da dengue, pois até o momento não existe vacina nem tratamento específico para a doença. A planta aromática citronela (Cymbopogon nardus), apresenta em suas folhas o óleo essencial citronelal que possui aroma característico, sendo um repelente natural de pernilongos. Embasado no decreto 5813, de 22 de junho de 2006

(Ministério da Saúde), que aprova a política nacional de plantas medicinais e visa, entre outros: “Promover e reconhecer as práticas populares de uso de plantas medicinais e remédios caseiros”, o objetivo desse trabalho é propagar o conhecimento das propriedades desta planta como repelente natural do mosquito transmissor da dengue e oportunizar às pessoas a utilização de métodos naturais, que não agridam o meio ambiente, contribuam para a manutenção e conservação do planeta, sendo ao mesmo tempo um recurso de baixo custo. Na perspectiva de resgatar os conhecimentos e práticas utilizados ao longo do tempo, de despertar nos alunos o compromisso de cuidar do seu 3 ambiente não permitindo o desenvolvimento do mosquito, de incentivar o uso de meios e técnicas simples e eficientes, o presente trabalho buscou efetivar a maior participação da população na eliminação de criadouros utilizando a citronela para afastar o mosquito.

FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

O emprego de produtos vegetais para fins de embelezamento, culinária e medicinal se perde na história do homem na face da terra. Há registros de que, muito tempo antes do aparecimento dos primeiros médicos gregos, já existia uma medicina egípcia organizada com medicamentos formulados à base de plantas (TESKE; TRENTINI, 1997). Esses conhecimentos foram divulgados através dos tempos e continuam sendo utilizados até os dias atuais. Os conhecimentos da medicina antiga tem sido enriquecidos pela medicina atual e o uso dos óleos essenciais tem sido difundido e aplicado em larga escala. Pode-se definir Aromaterapia como “a ciência que estuda os óleos essenciais e sua aplicação terapêutica” (TESKE; TRENTINI, 1997, p. III).

O emprego dos óleos essenciais ficou popular entre os gregos que cultivavam a arte de utilizar os óleos perfumados e acreditavam atrair a atenção dos deuses ao usá-los (ASHCAR, 2007). Os óleos essenciais são compostos aromáticos, geralmente voláteis, substâncias naturais - no que diferem de óleo perfumado que pode conter sintéticos em sua composição - presente nas flores, folhas, cascas, raízes, frutos e sementes das plantas, que na maioria das vezes apresentam aroma forte e agradável, sendo também chamados de essências (SIMÕES; SPITZER, 1999). São extraídos das plantas por processos específicos, sendo mais frequente a destilação por arraste de vapor de água, e utilizando a planta fresca.

A partir do momento que o homem começou a reconhecer os aromas e conseguiu técnicas para extraí-los da natureza, eles passaram a ser utilizados de muitas formas ”os aromas eram usados nos cabelos, nas piscinas e até na construção das paredes, em que o cedro perfumava o ambiente e ajudava a afastar os insetos” (CARAMICO, 2006). 4 Muitos óleos essenciais são utilizados na farmacologia por seus efeitos antimicrobiano, antiinflamatório, analgésico e inseticida. Indústrias usam os óleos essenciais para aromatizar produtos de higiene, cosméticos, alimentos e medicamentos (SILVA et al, 1995). As mais antigas das civilizações já cultivavam o hábito da cura pelas plantas medicinais. Há evidências de que ervas aromáticas e medicinais eram usadas em culinária e medicina e que ervas e flores eram enterradas com os mortos, no período Neolítico. O conhecimento egípcio, registrado em papiros trazem as indicações sobre o uso de plantas medicinais e aromáticas em práticas medicinais curativas.

O emprego das plantas medicinais por estes povos é comprovado através de inscrições existentes em tumbas, pirâmides e manuscritos. Os mortos eram embalsamados em soluções que continham plantas curativas e aromáticas. Encontram-se na Bíblia várias referências de plantas aromáticas usadas pelos hebreus, principalmente nas cerimônias religiosas. Em todas as culturas encontramos essa relação Homem x Natureza, ora numa convivência pacífica, ora buscando na natureza os meios de defesa para as dificuldades. Hoje, é notória a presença de grandes laboratórios que aplicam altos recursos financeiros e desenvolvem pesquisas para aperfeiçoar e intensificar o uso de plantas na solução de problemas que afligem o ser humano. Estudos recentes destacam a citronela como meio natural e eficaz no combate à dengue.

A citronela apresenta em suas folhas um óleo essencial, rico em geraniol e citronelal. É uma planta aromática que ficou conhecida por fornecer matéria prima para a fabricação de repelentes contra mosquitos, pois tem a propriedade de afugentar os insetos sem exterminá-los, não provocando um desequilíbrio ambiental. Há muito tempo, os caboclos utilizavam os óleos de Citronela e Copaíba para afastar qualquer tipo de mosquito e inseto dos locais onde viviam. Hoje, com o avanço da tecnologia, obtemos estes óleos concentrados, chamados óleos essenciais, retirados das mesmas plantas e com uma eficácia ainda maior (MALUF, 2006). 5 A DOENÇA E A HISTÓRIA Sendo a dengue uma doença de notificação compulsória, que deve ser informada às autoridades de saúde no momento da suspeita (Portaria SVS/MS nº 5 de 21/02/2006, Resolução SS 20 de 22/02/06) é muito segura a comprovação dos casos suspeitos. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que desde 2000, ou seja, em apenas sete anos, ao menos um milhão de pessoas em todo o planeta tenham sido infectadas com o vírus responsável pela doença. A metade dessas vítimas desenvolveu a forma letal.

A dengue é uma doença febril aguda causada por um vírus de evolução benigna, na maioria dos casos, e seu principal vetor é o mosquito Aedes aegypti, que se desenvolve em regiões tropicais e subtropicais. O vírus causador da doença é um arbovírus do gênero Flavivirus, pertencente à família Flaviviridae. São conhecidos quatro sorotipos: DEN -1, DEN -2, DEN - 3 e DEN – 4 (BRASIL, 2006). Esse vírus está presente no Brasil desde 1982 na forma benigna, mas a partir de 1990 têm sido registrados alguns casos de dengue hemorrágica, que pode levar à morte. A palavra dengue, de origem espanhola, significa "melindre", "manha", estado em que se encontra a pessoa contaminada pelo arbovírus (abreviatura do inglês de arthropod-bornvirus, vírus oriundo dos artrópodos), no caso, encontrado na fêmea do mosquito Aedes aegypti (RODRIGUES, s.d.) O mosquito de origem africana chegou ao Brasil com os navios negreiros, depois da viagem dos ovos nos depósitos de água das embarcações. O primeiro caso de dengue foi registrado em Recife (PE) em 1685. Em 1692 foi registrada uma epidemia de dengue em Salvador (BA) provocando mais de duas mil mortes (BENSEÑOR, 2007).

O mosquito Aedes aegypti tornou-se popular no Brasil quando um surto de dengue atingiu São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador. Os programas de combate à dengue começaram em 1903 com o trabalho incansável do sanitarista Dr. Osvaldo Cruz, Diretor Geral de Saúde Pública do Rio de Janeiro e conseguiram praticamente erradicar o Aedes aegypti do território brasileiro. Mas, depois de algum tempo com o afrouxamento nas campanhas, somado à expansão das favelas nos centros urbanos, à capacidade 6 de dispersão do vetor, à mobilidade da população e à complexidade dos problemas sociais que afetam a qualidade de vida e do ambiente, aconteceu a reintrodução do mosquito

transmissor da doença que se espalha por todo o país (ALMEIDA, MEDRONHO, VALENCIA, 2009). Outro fator que contribui para a expansão da doença é o fato de países fronteiriços com o Brasil, caso da Venezuela, não aderirem à proposta da Organização Panamericana de Saúde (OPAS) para o extermínio do inseto. Com a organização atual do espaço dos grandes centros urbanos e a situação da população dos mosquitos no país não é mais possível falar em erradicação do mosquito Aedes aegypti. O que o Ministério da Saúde recomenda é o controle permanente da densidade vetorial e a eliminação definitiva dos criadouros (HINO, et al. 2007). Quando ressurgiu no Brasil, no início da década de 1980, até 2004, a dengue se caracterizava por atingir principalmente adultos jovens. Verifica-se, porém, que nos últimos anos, aconteceu uma mudança do padrão epidemiológico, registrando um aumento de casos entre crianças e também das formas hemorrágicas da doença (RODRIGUES, 2009). Segundo a Secretaria de Vigilância em Saúde (BRASIL, 2006), existem duas formas da doença: Dengue clássica: inicia-se de maneira abrupta, com febre alta (39° a 40° C), dor de cabeça, perda de paladar e apetite, dor atrás dos olhos e nas costas.

Em alguns casos podem aparecer manchas vermelhas no corpo (exantema). A doença tem um ciclo de 5 a 7 dias, mas o período de convalescença pode ser acompanhado de grande debilidade física, e prolongarse por várias semanas. Dengue hemorrágica: forma grave de dengue, quando se tem a doença pela segunda vez, pois apresenta inicialmente os mesmos sintomas da dengue clássica, com um agravamento do quadro no terceiro ou quarto dias de evolução, com o surgimento de hemorragias que podem levar ao colapso circulatório. Geralmente entre o terceiro e o sétimo dia ocorre um choque pelo aumento de permeabilidade vascular seguida de falência circulatória. A pessoa acometida pela doença apresenta um pulso quase imperceptível, inquietação, palidez e perda de consciência. Neste tipo de apresentação da doença, há 7 registros de várias complicações, como alterações neurológicas, problemas cardiorrespiratórios, insuficiência hepática, hemorragia digestiva e derrame pleural. Entre as principais manifestações neurológicas, destacam-se: delírio, sonolência, depressão, coma, irritabilidade extrema, psicose, demência, amnésia, paralisias e sinais de meningite. Se a doença não for tratada com rapidez, pode levar à morte. O ciclo de transmissão se dá quando o mosquito Aedes aegypti pica uma pessoa com dengue. Passados oito a doze dias o mosquito está pronto para transmitir o vírus ao picar uma pessoa sadia. É importante lembrar que a transmissão não se dá pelo contato direto de uma pessoa doente e uma sadia. Água e alimentos também não transmitem dengue.

A atitude mais simples para a prevenção da dengue é evitar a reprodução do mosquito, uma vez que ainda não há vacinas ou medicamentos que combatam a contaminação. O grande problema para combater o mosquito Aedes aegypti é que sua reprodução ocorre em qualquer recipiente que possa armazenar água, tanto em áreas sombrias como ensolaradas. Caixas d’água, tambores, barris, potes, vidros, pratos e vasos com flores, tanques, cisternas, garrafas, latas, pneus, panelas, calhas de telhados, bacias, tampas de garrafas, copos descartáveis, drenos de escoamento, canaletas, blocos de cimento, urnas de cemitério, folhas de plantas, tocos e bambus, buracos de árvores e muitos outros locais onde a água da chuva é coletada ou armazenada podem se tornar possíveis criadouros, portanto, considerando essa facilidade de disseminação, podemos imaginar o grau de dificuldade para efetivamente combater a doença. O combate ao mosquito só é possível com a quebra da cadeia de transmissão, eliminando os locais onde ele se reproduz. Assim, além das iniciativas governamentais é de fundamental importância contar com a ajuda da população para bloquear o ciclo de transmissão e contaminação da dengue. Dados oficiais do Ministério da Saúde, publicados e acessíveis no site portal.saude.gov.br, relatam que: Até o dia 12 de março 2007 foram notificados 85.018 casos no país. No período de janeiro a fevereiro foram notificados 79.732 casos, o que 8 representa um aumento de 29,58% quando comparado com o mesmo período de 2006 (resultados preliminares). Os estados com maior número de casos: Mato Grosso do Sul - 40.187 casos (50,4%), Mato Grosso - 5.764 casos (7,2%), Rio de Janeiro - 4.196 casos (5,2%), Paraná - 3.815 (4,7%), sendo os municípios com maior incidência: Ubiratã - 731 (18,7%) e Londrina - 480 (12,2%).

O Ministério da Saúde publicou também uma série de informações e dados estatísticos comprovados, além de divulgar o volume de recursos repassado aos fundos estaduais e municipais de saúde: R$ 575 milhões, no ano de 2007, para o combate à dengue. O Fundo Nacional de Saúde disponibilizou também recursos para a compra de insumos, como inseticidas e biolarvicidas. Sem descuidar da informação à população através dos meios de comunicação, o Fundo Nacional de Saúde investiu na formação de agentes de campo, cedidos aos estados e municípios e na capacitação de profissionais: médicos, agentes de saúde, supervisores de campo e técnicos em vigilância epidemiológica. Regiões mais carentes receberam 4 milhões de tampas e capas para vedação de caixas de água. Para fortalecer a infra-estrutura de estados e municípios foram utilizados 1.858 veículos, 997 nebulizadores, 827 pulverizadores, 477 microscópios e 385 microcomputadores, além de implementação de laboratórios para diagnosticar e monitorar a entrada de novos sorotipos virais. É importante evidenciar a implantação de ECOPONTOS, para recolhimento e destino adequado de pneus, em 200 municípios, em parceria com a iniciativa privada.

Com o objetivo de diminuir a infestação do Aedes aegypti, reduzir a incidência da dengue e a letalidade de febre hemorrágica o Programa Nacional de Dengue (PNCD) tem desenvolvido um trabalho que contempla vigilância epidemiológica, combate ao vetor, assistência ao paciente, ações de saneamento ambiental, ações integradas de educação em saúde, comunicação e mobilização social, capacitação de recursos humanos, legislação, sustentação político-social e acompanhamento e avaliação do PNCD (BRASIL, 2008). O poder público em parceria com o setor privado e o não governamental, desenvolveu e está veiculando campanhas educativas e de mobilização em caráter permanente para atender as necessidades específicas de cada região. 9 Foi a partir da análise de dados estatísticos comprovados, através dos casos de dengue notificados na região Sul do Brasil que se percebeu a necessidade de conscientização da população jovem sobre o perigo da doença e formas para evitá-la. Pois, embora os casos tenham representado apenas 2,4% do total registrado para o país entre 1995 e 2003, nesta região identificou-se a maior taxa de crescimento de notificações ao longo dos últimos cinco anos. A taxa média anual registrada cresceu, entre 1999 e 2003, cerca de 475% para a região e o absurdo de 1.605%, somente para o estado do Paraná, como destaca o gráfico no Informe Epidemiológico da Dengue, janeiro a junho de 2008 (BRASIL, 2008):

A dengue tornou-se, a partir de 1995, um problema de saúde pública no estado do Paraná, o que exige providências na criação e aplicação de políticas públicas por parte do Estado na tentativa de controlar sua incidência que ocorre, principalmente no período de novembro a maio. Três cidades paranaenses destacam-se, de forma negativa pelo grande número de casos notificados: Foz do Iguaçu, Londrina e Maringá. 10 Mas porque também não desenvolver uma ação para o combate à dengue que seja ao mesmo tempo prática, econômica e natural? A utilização de plantas medicinais e aromáticas como recurso terapêutico é uma tendência generalizada na medicina popular brasileira. Esta tendência tem contribuído significativamente para que se cumpra o previsto na Constituição Federal, art. 225, no que diz respeito à manutenção de um ambiente ecologicamente equilibrado e uma sadia qualidade de vida. A citronela é uma planta do gênero Cymbopogon que compreende muitas espécies aromáticas típicas de regiões tropicais e temperadas.

 

Existem duas espécies de citronela conforme a região de procedência. Seus óleos essenciais são parecidos em aroma e possuem as mesmas indicações, ficando a diferença no teor de citronelal do óleo. Ambas originaram-se de uma espécie selvagem, a Cymbopogon confertiflorus. Uma é a citronela do Ceilão (Cymbopogon nardus) e a outra é a citronela de Java (Cymbopogon winterianus). A citronela de Java é a mais cultivada devido a sua maior concentração de óleo (LÁSZLÓ, s.d.). A citronela (Cymbopogon nardus) e o capim-limão (Cymbopogon citratus) são plantas muito parecidas, o que torna freqüente a confusão entre elas. A maneira mais fácil de diferenciá-las é através do aroma, o capim-limão é mais suave e como o nome popular sugere, lembra o limão, enquanto o aroma da citronela é parecido com o aroma do eucalipto, planta muito utilizada em produtos de limpeza (Eucalypitus globulus). Um breve comparativo entre as duas plantas deixa em evidência suas principais características: Citronela:  Nome Científico: Cymbopogon winterianus  Sinonímia: Cymbopogon nardus, Cymbopogon confertiflorus, Andropogon ampliflorus, Andropogon nardus, Sorghum nardus  Nome Popular: Citronela, capim-citronela, citronela-do-ceilão (C. nardus), cidró-do-Paraguai, citronela-de-java (C. winterianus)  Família: Poaceae (= Graminae)  Divisão: Angiospermae (Magnoliophyta)  Origem: Ceilão, Índia, Java 11  Ciclo de Vida: Perene  Indicações: Repelente de insetos, aromaterapia em casos de nervosismo, ansiedade, agitação.  Propriedades: Calmante, bactericida, carminativa, repelente de insetos.  Partes usadas: Folhas e colmos. Capim-limão  Nome Científico: Cymbopogon citratus  Sinonímia: Andropogon ceriferus, Andropogon citratus, Andropogon citratus, Andropogon citriodorum, Andropogon nardus ceriferus, Andropogon roxburghii, Andropogon schoenanthus, Cymbopogon nardus citratus, Elionurus candidus  Nome Popular: Capim-limão, Capim-cidró, Capim-cheiroso, Cidró, Chá-depríncipe, Capim-cidreira, Príncipe, Capim-santo, Belgate, Belgata, Chá-dogabão, Capim-cidrão, Capim-cidrilho, Capim-de-cheiro, Capim-marinho, Capim-membeca, Palha-de-camelo, Esquenanto, Chá-de-estrada, Chá-decaxinde  Família: Poaceae (= Graminae)

 Divisão: Angiospermae (Magnoliophyta)  Origem: Índia  Ciclo de Vida: Perene  Indicações: Insônia, nervosismo, cólicas, resfriados, gripes, mialgias, febres, infecções da pele.  Propriedades: Calmantes, sedativas, antipiréticas, anti-depressivas, diuréticas, expectorantes, bactericidas, analgésicas, ansiolíticas, digestivas, entre outras.  Partes usadas: Folhas e colmos (Fonte: http://www.jardineiro.net/banco/cymbopogon_citratus.php). A citronela é um capim da família Gramineae (atualmente Poaceae), originária do Ceilão e da Índia, que apresenta folhas inteiras, estreitas e longas que podem atingir até 1 metro. As folhas apresentam bordas ásperas e cortantes 12 e cor mais escura e brilhante que o capim-limão A planta se desenvolve bem em clima tropical e, como a maioria das gramíneas, não suporta geada. O plantio é feito por meio de divisão de touceiras, e as mudas devem ter um espaçamento de aproximadamente um metro, entre os meses de março a setembro. Onde há possibilidade de geadas é recomendável evitar os meses de junho e julho (CASTRO; CHIMALE, 1995).Durante o crescimento, a planta necessita

de irrigação, mas próximo à colheita, o excesso de água pode alterar a composição do óleo essencial. Para que a citronela tenha um bom desenvolvimento, é necessário muita luz e calor (CASTRO; CHIMALE, 1995). A citronela é considerada um repelente natural e ecológico, pois espanta os insetos sem matá-los. É, portanto, uma maneira de afastar a doença sem prejudicar a natureza, uma vez que o Aedes aegypti faz parte do ecossistema e não pode ser erradicado sob a pena de se causar desequilíbrio ambiental (GIOPPO; SILVA; BARRA, 2006). Recomenda-se o uso da citronela porque não é tóxica e é rica em citronelal e geraniol, que deixam um cheiro que agrada os humanos e é insuportável para os insetos. É oportuno lembrar que “o citronelal pode causar irritação suficiente em um predador para fazê-lo desistir de um ataque”. (SIMÕES; SPITZER, 1999). O simples fato de se possuir a citronela plantada no quintal já possibilita que se tire proveito de sua ação repelente. É necessário, porém, que se observe que seja plantada de maneira que fique na corrente do vento para que seu aroma seja espalhado. Outras formas de utilizar a citronela é preparar uma infusão com as folhas e passá-la no chão e janelas para que espante os mosquitos, ou preparando uma tintura mãe, resultante da ação do álcool sobre as folhas verdes da planta. Essa tintura serve de matéria prima na elaboração de velas, sabonetes repelentes e aromatizadores. A utilização e plantio da citronela têm sido empregados em programas de várias prefeituras de cidades brasileiras, entre elas destaca-se Maringá que, através de uma parceria entre as secretarias de saúde e educação, desenvolveu oficinas com professores para aprimorar as técnicas de manejo com a planta. As 13 prefeituras tem distribuído mudas de citronela para a população para incentivar o plantio e utilização da planta (VINHAL, 2008). ENCAMINHAMENTO

METODOLÓGICO

Este trabalho é parte do Programa de Desenvolvimento Educacional (PDE), um programa de formação continuada e de valorização dos professores da Rede Pública de Ensino do Estado do Paraná, em parceria com a Universidade Estadual de Maringá. Tem por finalidade expor a experiência realizada no Colégio Estadual José Luiz Gori, localizado no município de Mandaguari, de fevereiro a junho de 2009, com aproximadamente 70 alunos de duas turmas de 7ª série, do período vespertino. O local escolhido para o desenvolvimento do trabalho foi a cidade de Mandaguari, um município de porte médio do Estado do Paraná, situado no eixo Londrina – Maringá, região de clima quente e úmido. A cidade tem sua economia firmada, principalmente, sobre as bases da agricultura cafeeira, o comércio e a indústria de artefatos de cimento, transformadores, móveis estofados e vulcanização e laminação de pneus. Boa parte dos alunos conhece o trabalho de “tirar arame” da borracha, que é fonte de renda e sustentação para muitas famílias. A matéria prima utilizada neste trabalho são pneus. O estoque desses pneus se faz a céu aberto, sujeito às chuvas e ao sol, amontoados. Os pneus, nessas condições, conservam água – limpa e parada – local próprio para reprodução de mosquitos, principalmente o Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue. A Vigilância Sanitária realiza visitas às casas, e segundo agentes sanitários, a visitação periódica aos depósitos de pneus e borracharias tem o objetivo de controlar a proliferação dos mosquitos e informar à população sobre a importância de manter os locais limpos e sem água parada. Para avaliar o conhecimento que os alunos possuíam sobre a doença, o agente transmissor da dengue e as possíveis formas de evitar a transmissão, foi utilizado como instrumento inicial um organizador gráfico baseado em GIOPPO; SILVA; BARRA, (2006): 14 O que eu já sei? O que eu quero/preciso saber sobre o assunto O que eu aprendi após as atividades? Dengue Aedes aegypti Citronela

Em seguida, foi necessário aprofundar os conhecimentos sobre o mosquito transmissor da dengue, seus hábitos e ciclo vital. Para isso os alunos analisaram o vídeo: “O mundo macro e micro do mosquito Aedes aegypti", e realizaram atividades relacionadas.

Com a finalidade de esclarecer dúvidas levantadas e curiosidades apresentadas pelos alunos, algumas aulas foram utilizadas para realizar um levantamento bibliográfico, iniciando com a dengue, sua transmissão, formas de prevenção e encaminhando o assunto para a citronela, suas características e seu poder repelente. Após o aprofundamento teórico científico realizado sobre a citronela, era prevista uma aproximação dos alunos com a planta. A partir das informações obtidas na sala sobre o desenvolvimento da planta, os alunos foram então ao pátio escolher o melhor local para realizar o plantio. A opção unânime do grupo foi a escolha de um ponto próximo a uma plantação de café existente na escola, considerando o solo mais apropriado, rico em material orgânico e a localização a favor do vento. Determinado o dia e local do plantio, foram providenciadas as mudas, doadas pela Universidade Estadual de Maringá e por outras pessoas que já utilizam a planta em seus sítios.

Seguindo orientação desses produtores, para 15 que essas plantas apresentassem um desenvolvimento adequado, as folhas foram cortadas antes de serem acomodadas nas covas preparadas pelos alunos. As folhas descartadas das mudas foram usadas, no laboratório da escola, para a produção da tintura da citronela conforme a receita, obedecendo ao tempo de descanso, sem contato direto com a luz. A tintura foi usada pelos alunos para produzir as velas utilizadas como repelentes. A seguir, descrição das receitas:

TINTURA DE CITRONELA 200g de folhas de citronela picadas (2 punhados grandes) 1 litro de álcool (70%) Coloque as folhas e o álcool em um liquidificador, triture bem. Acondicione a mistura em um vidro âmbar durante 15 dias. Coe e está pronta para ser usada. VELINHAS FLUTUANTES Cascas de ovo pela metade Parafina Giz de cera ou corante Pavio Caixa de Ovos Prendedores de roupa Na caixa de ovos, arrume as cascas de ovos com a abertura para cima. Elas devem estar bem limpas e bem secas.

Pique a parafina e o giz de cera na cor desejada e derreta-os em banho-maria. Preencha as cascas de ovo com a parafina líquida, até 2/3 da capacidade total. Posicione o pavio bem no centro das velas, se necessário, apóie usando o prendedor de roupa. Quando estiverem frias, retire da casca de ovos e arrume dentro de uma bacia de vidro, com água. Dica: As casquinhas exigem pouca parafina, é possível fazê-las com restos de velas usadas. 16 Para avaliar a internalização do conhecimento adquirido, aplicou-se o quadro organizador para que fosse completada a terceira coluna com o registro do que foi aprendido sobre o assunto. RESULTADOS E DISCUSSÕES Desde o início da implementação do trabalho na escola, percebeu-se que os alunos envolvidos, além de adquirirem uma responsabilidade maior em relação à preservação do meio ambiente, tiveram a oportunidade de resgatar o uso popular de plantas medicinais e aromáticas e o conhecimento sobre a sua importância para a saúde, bem como a preservação das espécies presentes no ambiente. O resultado obtido na primeira coluna do quadro organizador veio confirmar o que já era esperado, os alunos tinham algumas informações sobre a dengue e o seu transmissor. É um assunto muito divulgado pela mídia através das muitas campanhas desenvolvidas em parceria com as escolas e outros agentes (ONGs, Associação de Bairros, etc).

Tratando-se de alunos de 7ª série, o estudo dos insetos já foi contemplado em séries anteriores, mas sobre a citronela, no entanto, pouco ou nada sabiam desta planta aromática que, normalmente, não está presente na relação das mais conhecidas e usadas pela população. Ao completar a segunda coluna do quadro, os alunos demonstraram interesse em conhecer a planta, sua importância e as características para sua identificação e apresentaram algumas dúvidas sobre a dengue e os procedimentos necessários para evitá-la. Assim, puderam perceber que a citronela é considerada um repelente natural e ecológico, pois espanta os insetos sem matá-los. O embasamento teórico subsidiou a confecção de móbiles do mosquito Aedes aegypti, em EVA, e uma grande dose de criatividade pode ser verificada na produção de histórias em quadrinhos, como a que segue, elaborada pelo aluno João Carlos: 17 18 O plantio da citronela foi uma experiência gratificante. Das atividades propostas foi a que os alunos desempenharam com maior animação. Nem o sol forte do período da tarde, nem a dureza do solo causado pelas chuvas escassas na região neste período foram empecilhos para a realização da tarefa que requereu trabalho em equipe, esforço físico e contato com a terra. A plantação realizada no pátio da escola não obteve o resultado esperado, pois nem todas as mudas atingiram o desenvolvimento desejado.

O local – aberto - não contava com proteção de cercas para impedir o livre trânsito dos alunos naquela área e assim muitas plantas foram pisoteadas. Os alunos não participantes do projeto, desconhecendo a planta e também os objetivos, não se sentiam comprometidos com o trabalho, logo não dispensavam os cuidados que a tenra plantação exigia. A inclusão das atividades experimentais, que de acordo com as Diretrizes Curriculares do Ensino de Ciências (PARANÁ, 2008) é uma importante estratégia de ensino-aprendizagem, foi empregada com a finalidade de tornar o desenvolvimento do projeto mais ativo e relevante sendo plenamente atingida ao utilizar o laboratório do colégio para a produção das velas, empregando a tintura de citronela. Depois de realizar o estudo e as atividades propostas, ao completar a terceira coluna do quadro organizador, os alunos demonstraram segurança em relatar as características do mosquito, etapas do seu desenvolvimento e curiosidades a seu respeito. Os sintomas da doença, o reconhecimento de muitos exemplos de criadouros do mosquito e a melhor forma de prevenção fez parte da lista de novos conhecimentos citados pelos alunos, como é possível verificar em parte dos textos feitos por eles: “Eu aprendi como o mosquito se reproduz, as fases que o mosquito passa, os tipos de dengue, os sintomas e como se previne essa doença...” (Amanda , 7ª série E). Ou como cita Munique (7ª E)... “Eu aprendi que é muito importante prevenir a dengue porque ela é uma doença que pode levar à morte... uma boa sugestão é a citronela, porque por ter o cheiro forte ela espanta o mosquito...

E nesse projeto todos nós fizemos a nossa parte, plantando a citronela, fazendo velas de citronela, para que o aroma da vela espante o mosquito... Nós também 19 assistimos a vídeos que nos ajudaram a ter conscientização de que todos nós precisamos fazer a nossa parte... muitas pessoas já morreram por causa da dengue...”. Ficou muito evidente nos relatos escritos e orais dos alunos a preocupação com criadouros pouco visíveis, mas com chance de possibilitar o desenvolvimento do mosquito, quando são mencionadas as tampinhas de garrafas ou cascas de ovos usadas como adubo, como no exemplo a seguir: “... Aprendi coisas muito valiosas! Sabia que uma tampinha de garrafa pode nos levar à morte?... O Aedes aegypti sabe bem aproveitar uma oportunidade!... Dá para fazer velas, incensos, repelentes e outras coisas com a citronela, a mais conhecida é o repelente usado contra mosquitos e borrachudos... Na citronela há uma grande quantidade de um óleo chamado citronelal essencial pelo seu efeito repelente.” (Jenifer, 7ª F). Os alunos faziam referencia à citronela, indicando a forma de reconhecê-la e identificá-la, bem como demonstraram conhecimento sobre as características repelentes da planta, como destacou a aluna Francielly (7ª E): “A citronela pode auxiliar no combate à dengue, não como cura e sim como repelente... O seu reconhecimento pode ser difícil, pois ela parece um capim comum, a diferença está no cheiro”. João Carlos (7ª E) demonstra ter adquirido novos conhecimentos com sua participação no trabalho: “

... Aprendi a fazer o repelente, plantar a citronela, o solo certo para o plantio, o jeito de regar...”. Após a utilização do laboratório da escola para a produção das velas de citronela, usadas como repelentes, os alunos puderam repassar com segurança e objetividade os conhecimentos adquiridos com o desenvolvimento do trabalho. O laboratório foi preparado para receber os alunos, estudantes do mesmo período, para uma apresentação. Os visitantes assistiram ao vídeo: “O mundo macro e micro do Aedes aegypti”, e foram alertados sobre o perigo da dengue e formas de prevenção da doença, receberam informações sobre a citronela, conheceram a planta e os produtos feitos com ela, e observaram as atividades e fotos que registraram o decorrer do trabalho. 20 As informações sobre a citronela e seu poder repelente foram disseminadas às pessoas do círculo social dos alunos e estes se tornaram agentes sociais importantes em suas comunidades levando o conhecimento científico e exercendo o seu papel, colaborando e controlando de forma a reduzir ao mínimo a circulação da dengue. CONSIDERAÇÕES FINAIS O trabalho teve uma boa repercussão junto à população alvo, a qual se mostrou interessada em aumentar os seus conhecimentos em relação às maneiras de se prevenir contra a dengue. Os temas abordados trouxeram novas informações que levaram a repensar hábitos e cuidados para coibir o desenvolvimento e reprodução do mosquito Aedes aegypti. As atividades desenvolvidas pelos alunos melhoraram o relacionamento interpessoal, o trabalho em equipe, a tolerância, a cooperação e a criatividade. A socialização do saber ocorreu de forma ampla, atingindo o compromisso dos alunos e o envolvimento da comunidade escolar. O controle da dengue não se limita ao individual. Dá-se, essencialmente, no nível coletivo e exige esforço de toda a sociedade, independente da idade, classe social, credo ou raça. Uma solução definitiva para o problema somente será encontrada quando as estratégias aplicadas incluírem também, além das campanhas, temas como meio ambiente, infra-estrutura, ações sociais, educação e um comprometimento efetivo da população.

O compartilhamento de responsabilidades e integração de esforços de todos nós, brasileiros, é a principal arma contra essa doença, que se não mata, debilita causando prejuízos à saúde, ao trabalho e à economia nacional. REFERÊNCIAS ASHCAR, R. A história do perfume da antiguidade até 1900. Revista eletrônica de jornalismo científico, n.91,10 set.2007. Disponível em: . Acesso em: 03 jul. 2008 BENSEÑOR, I. How Stuff Works - Como funciona a dengue. Publicado em 09 maio 2007 (atualizado em 09 maio 2008) . Disponível em: . Acesso em: 03 jul. 2008. BRASIL, Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância Epidemiológica. Guia de vigilância Epidemiológica. 6 ed. Série A. Normas e Manuais Técnicos. Brasília: Ministério da Saúde, 2006. BRASIL, Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde. Informe Epidemiológico da Dengue, janeiro a junho de 2008. Brasília: Ministério da Saúde, 2008. Disponível em x

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