Dia da Mulher Internacional e avanços sociais que pautam pouco o Agressor
O Paternalismo vem de longe, do Patriarcalismo, da Colonização Portuguesa européia, da perseguitória colonialista norte-americana e européia.
Portanto, essas conquistas abaixo, são pautas urgentes, a curto prazo. Nos USA na década de 70 já faziam o mesmo, Casas para mulheres espancadas, perseguidas e proteção para os seus filhos, até mesmo parentes. Mas, ainda, é pouco, no Brasil deviam colocar duas coisas que funcionam bem; entre aspas, o Judiciário costuma demorar muito para decidir sobre processos, nos rápidos, ligeiros e sem burocracia, já estã fazendo aniversário de 3 a 5 anos, ou mais.
Mas, isso é outra, conversa. A principal, é a financeira, o processo deveria começar a correr desde as primeiras brigas sérias, com discussões, palavrões, gritos, quebradeiras, espancamentos de crianças e animais. E, principalmente, sintomas de ciúmes, alcoolismo, drogadicção e alteração de humor e caráter.
Tudo isso, mais outros aspectos; quando diagnosticado, por equipe de profissionais de saúde, como clínico geral, psicólogos e psiquiatras e outros poderia levar o casal ao tratamento e a separação amigável, conduzida dentro de acordos. Este tratamento legal, jurídico e dentro da saúde, que iniciou obrigatoriamente, estes tipos de tratamento, menos o psicológico assistido, monitorado, por falta de recurso e pessoal, por exemplo, drogados não presos e nunca tratados, não há verba para isso, sucumbem nas cadeias e passam devaneios e torturas psicológicas terríveis, na abstinência e quando saem ou começam a usar a droga dentro da cadeia, os planos são os piores para com a mulher e a sociedade,incluem até os pais.
Saiu uma Lei que ninguém comenta, ou faz o balanço de apreensões e destinação de recursos. Todo dinheiro e bens de narcotraficantes, deve ser aplicado na Saúde, especificamente no tratamento psicológico. O que a sociedade assiste é Custódia, atrás de custódia, milionárias, e pobretonas, e o narcotraficante nas ruas, vendendo, usando e fazendo novas drogados.
Onde entra o casal, eles ja´estão dentro do contexto. O tratamento; juridico-psicológico, já existe, frisa-se, falta pessoal e mais verba e compartimento com treinamento, seria como tiro a alvo que os policiais são obrigados a fazer todos os dias para ter a frieza do tiro e a certeza de acertar o alvo.
Depois desse investimento entraria as penalidades, Multas aplicadas em cima do grau de violência, o brasileiro tem horror de que mexam no seu bolso, o dado, principal, é que o dinheiro não chega para cobrir as despesas do mês. Então cada vez que o esposo, amante, namorado, o ficante começar com os pitis, com a gritaria, quebradeira e precisar a intervenção da Polícia, vizinhança, qualquer pessoa, que hoje é obrigada a intervir, mesmo que anonimamente, haverá uma multa que pode começar com R$ 1000,00 (mil reais). e, cada "gracinha" do galã, a aumenta a multa. Sendo essa multa canalizada para o Social feminino e seus familiares, os filhos em primeiro plano.
Como a Lei já prevê na falta do Pai, os avós devem cuidar das crianças. Portanto, os avós seriam os responsáveis de pagar uma indenização substanciosa em caso de morte da mãe, algo em torno de R$ 100 mil, iniciais, que podem aumentar de acordo com o patrimônio do réu, do feminicista. Na sua falta, quando preso, os avós arcam com a indenização que será usada para a educação até a faculdade se precisar das crianças, na recusa, essa indenização pode ir para o Fundo Social feminino ou outras instituições.
Já a parte científica-saúde, está começando, este movimento de Lei do Feminicídio, se faz de acordo com o aumento da Estatística médica de casos de violência doméstica, espancamento de crianças e mulheres, este começou a aparecer mais devido os meios de comunicação começarem a divulgar e como citado, a violência contra a mulher, a violência da sociedade brasileira, é milenar, coibir algo que vem de cima para baixo e com forte pressão do Capital, do Status, da Influência e da mulher objeto ou da mulher "Rainha do Lar", nascida e criada para casar, parir e cuidar da casa, do marido e dos filhos, papel que inverte, quando a mulher procria, trata primeiro dos filhos, de si, obviamente, trabalha fora, dos filhos, e depois do marido. Isso gera, transtornos psicológicos, de repulsa a cria e outros econômicos financeiros, o homem ainda, e nem a sociedade, que se diz moderna, que a mulher seja igual ao homem e ganhe mais do ele e seja a provedora do Lar. Mais conflito, portanto, a independência econômica ou social da mulher, não é aceita, gera transtornos psiclógicos que nunca são tratados e viram neuroses, várias, o resultado é a explosão.
E, ainda na modernidade, não se descarta, a Educação e a orientação religiosa, seja qual for, os sentimentos mais nobres, puros de se entender o Amor, a afeição, sentimentos que podem combater o egoísmo, a posse, a paixão e outras, estão no cardápio, onde entra filosofia, mas tão antiga, e tão moderna, como a sociologia, que vai tratar casos espinhosos como o femincídio, com estatísticas, prognósticos e soluções, que nem sempre atacam a raiz do problema, a desigualdade social, o racismo, o patriarcalismo, o colonialismo através da arte, da música, do teatro e da literatura. Enfim, a semente jogada na terra pode germinar, mas é quase certeza que não dará frutos tão bons quanto a semente cuidada ao longo do període de germinação e de frutificação.
Abaixo leia os avanços de projetos e de Leis punitivas do feminicistas ou Feminicídio.
No Dia Internacional da Mulher de 2026, os avanços no combate ao feminicídio incluem o endurecimento da pena (20 a 40 anos), novas casas da Mulher Brasileira, e monitoramento eletrônico de agressores. A proteção foi reforçada com 555 mil medidas protetivas em 2024, apesar do aumento de 11% no descumprimento.
Principais Avanços na Proteção e Combate ao Feminicídio (2025-2026):
Leis mais rígidas: O feminicídio tornou-se um crime autônomo com pena de 20 a 40 anos de prisão, aumentando a responsabilização.
Monitoramento e Tecnologia: Implementação de monitoramento eletrônico para agressores e ampliação do uso de medidas protetivas de urgência.
Acolhimento: Anúncio de novas unidades da Casa da Mulher Brasileira e criação de centros de atendimento.
Atendimento Especializado: Expansão de delegacias especializadas e criação de "Salas Lilás" itinerantes para acolhimento.
Saúde Mental: Previsão de milhões de atendimentos psicológicos anuais voltados às vítimas de violência.
Apesar dos avanços legais e estruturais, o alto índice de descumprimento de medidas protetivas continua sendo um desafio crítico, com mais de 100 mil casos de desrespeito registrados em 2024.
Bhte, 06 de março de 2026 às 7h55
O pós-Carnaval de Carla Prata: um lado que vai além da Avenida
Rainha de Bateria da Acadêmicos do Tucuruvi usa sua história para dar visibilidade às doenças raras
Fotos ilusatração: Carla Prata e sua luta contra Doenças Raras, que lhe acometeu
Após viver a intensidade do Carnaval à frente da bateria da Acadêmicos do Tucuruvi, Carla Prata voltou a chamar atenção para um tema que mudou sua vida: as doenças raras.
Conhecida pela energia na Avenida, a influenciadora convive com Miastenia Gravis, uma doença autoimune rara que afeta a comunicação entre nervos e músculos e pode provocar fraqueza muscular progressiva.
A experiência transformou sua relação com a saúde e a levou a iniciar a faculdade de Nutrição, buscando compreender melhor os processos inflamatórios do corpo e contribuir para o próprio tratamento. Hoje, ela também utiliza suas redes sociais para falar sobre alimentação anti-inflamatória, saúde feminina, qualidade de vida e prevenção.
Nesta quarta (4), Carla participou como palestrante de um encontro que discutiu doenças raras e diagnóstico precoce, reforçando a importância da informação e da escuta de pacientes que convivem com essas condições.
“Foi um momento muito importante de escuta e construção coletiva. Uma coisa que me marcou muito foi perceber quantas histórias ainda são pouco conhecidas. Mesmo estando nesse universo, eu ouvi relatos e conheci doenças raras que eu nunca tinha ouvido falar.
Esses encontros são fundamentais porque dão voz às pessoas que vivem essa realidade todos os dias e ajudam a construir caminhos para mais informação, diagnóstico precoce e cuidado para quem precisa.
Momentos como esse são essenciais para ampliar a conscientização de que as doenças raras existem e que nós não somos invisíveis”, afirmou Carla.
Bhte, 02 de março de 2026 às 17h15
Boletim em áudio: AMM cobra resposta do Governo de Minas sobre demandas dos municípios
A Associação Mineira de Municípios (AMM) aguarda, há quatro meses, retorno do Governo do Estado sobre uma pauta de reivindicações apresentada por prefeitos mineiros em reunião realizada na Cidade Administrativa, em setembro.
Entre os pontos cobrados estão a conservação das rodovias, o pleno funcionamento dos hospitais regionais e o custeio de despesas que hoje recaem sobre os cofres municipais, mas são de responsabilidade estadual, como manutenção de estruturas da Polícia Civil, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, IMA, EMATER, EMOMINAS e IEF. Atualmente, as prefeituras arcam com aluguéis, cessão de servidores, contas de água, luz e telefone, além de outros custos que somam centenas de milhões de reais por ano.
Segundo o presidente da entidade, Luiz Eduardo Falcão, a ausência de resposta preocupa diante da grave situação financeira enfrentada pelas prefeituras. A AMM tem percorrido o interior com as Caravanas Regionais — passando por municípios como Divinópolis, Machado, Visconde do Rio Branco e Conceição do Mato Dentro — reforçando as principais demandas locais.