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Bhte, 04, setembro,, 2019

 

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Otorrinolaringologia

 

setembro,02,2019


VOCÊ SABE O QUE É TESTE DA ORELHINHA?

Exame tem objetivo de detectar perda auditiva em recém-nascidos

 

A audição começa a ser desenvolvida antes do nascimento. É por volta do quinto mês de gestação que o bebê começa a escutar a mãe cantando e o pai conversando com ele através da barriga. Isso reforça o fato da audição ser um dos sentidos mais importantes para o desenvolvimento da criança. Qualquer perda na capacidade auditiva, mesmo que pequena, impede o recebimento de informações sonoras essenciais para a fala e prejudica o desenvolvimento da linguagem e da aprendizagem.

 

Em pesquisa realizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), de 2013 a 2015, a surdez ocupou o quarto lugar na lista de doenças. Ela é considerada a primeira deficiência com mais impacto no índice de qualidade de vida da população, mais do que deficiência visual, de locomoção e outras 345 doenças. Isso levou a OMS a colocá-la como uma de suas cinco prioridades para este século. 

 

Popularmente conhecido como o Teste da Orelhinha, a Triagem Auditiva Neonatal é um exame gratuito, assegurado por lei desde 2010, mas que muitos ainda desconhecem. Principalmente os pais que têm filhos fora da maternidade. De acordo com o Conselho Federal de Fonoaudiologia, o teste é realizado com o objetivo de detectar precocemente perdas auditivas no recém-nascido e as crianças nascidas fora do ambiente hospitalar, devem fazê-lo antes de completarem 3 meses de vida.

 

Para os pais preocupados, a supervisora de audiologia, Amanda Faria, explica que “trata-se de um exame rápido, indolor, realizado por um fonoaudiólogo ou médico, enquanto o bebê está dormindo. Para a realização do exame, o profissional introduz na orelhinha do bebê uma sonda, que emite estímulos sonoros e capta a resposta da orelha a este estímulo. Todo o exame dura cerca de 5 minutos e não causa desconforto ao bebê, tendo visto que ele permanece dormindo durante todo o processo.”

 

Estudos mostram que há diferentes graus de deficiência auditiva e são raros os casos em que não há tratamento, principalmente quando detectado e tratado no início. As causas podem ser malformações congênitas, doenças genéticas e doenças infecciosas que atingem as gestantes, como rubéola e toxoplasmose.


G1
Universidade de Goiás identificou substâncias que, se estiverem presentes na cera, indicam a existência de câncer em alguma parte do corpo.

 

CINCO MANEIRAS DE PROTEGER A SAÚDE AUDITIVA

 

Quando o assunto é audição, todo cuidado é pouco. Para se ter uma ideia, uma vez danificada sua saúde auditiva, ela pode se tornar um problema para o resto da vida. Segundo pesquisas da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 28 milhões do total de 190 milhões de pessoas possuem problemas ligados à audiçãono Brasil. Isto significa 14% da população brasileira. Pensando nisso, a fonoaudióloga Viviane Chein e a Telex Soluções Auditivas prepararam cinco dicas de como proteger a saúde auditiva. Veja:

 

1 – Fazer exames regulares

 

Segundo a fonoaudióloga Viviane Chein, é muito importante solicitar ao médico de rotina a incorporação da avaliação auditiva aos exames regulares. “Como a perda auditiva se desenvolve gradualmente, é recomendável que o paciente tenha consultas anuais para verificar a audição com um profissional da área. Dessa forma, aumentam-se as chances de reconhecer os primeiros sinais e tratar possíveis problemas”, alerta.

 

2 – Tomar medicamentos apenas quando indicado

 

Para Viviane, certos medicamentos, como, por exemplo, anti-inflamatórios, podem contribuir para a perda auditiva em alguns casos. “Justamente por esse motivo, qualquer tipo de medicamento deve ser utilizado somente com orientação médica”, afirma.

 

3 – Parar de usar cotonetes nos ouvidos

 

É comum que as pessoas usem cotonetes para limpar a cera do canal auditivo, mas isso definitivamente não é aconselhável. “Um pouco de cera nos ouvidos não é apenas normal, mas também é importante. As orelhas são órgãos autolimpantes e essa cera impede que a poeira e outras partículas prejudiciais entrem no canal auditivo. Além disso, inserir qualquer coisa dentro do ouvido pode danificar o tímpano”, adverte Viviane.

 

4 – Diminuir o volume dos fones de ouvido

 

De acordo com a Organização Mundial de Saúde, 1,1 bilhão de adolescentes e jovens em todo o mundo correm o risco de perda auditiva induzida por ruído devido ao uso inseguro de dispositivos de áudio. Segundo Viviane Chein, “os fones de ouvido podem ser perigosos, pois se encaixam próximos ao tímpano. Além disso, cada dispositivo tem tamanho e formato padrão, enquanto que cada pessoa possui um conduto e ouvido com medidas diferentes e, por isso, os fones podem machucar e até ferir se colocados de maneira incorreta ou se encaixados com muita força. Se possível, a pessoa deve optar por fones de ouvido supra-aurais (externos). E qualquer música alta, não apenas reproduzida através de fones, apresenta um risco”, avalia.

 

5 – Use protetores auriculares

 

A fonoaudióloga alerta, ainda, que é extremamente importante se proteger em ambientes ruidosos. “Use protetores auriculares (tampões ou protetores de ouvido) se você estiver usando equipamentos ruidosos, como furadeiras elétricas, serras, lixadeiras ou cortadores de grama.”, finaliza.

 

  

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