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Outubro, 10, 2017

 

PNEUMOLOGIA


Outubro 10, 2017

Brasil tem diminuição de mortes relacionadas ao Tromboembolismo Pulmonar (TEP)

Resultado de imagem para foto de pulmão com trombose pulmonarEstudo constatou que houve redução de 31% no índice de mortalidade por Tromboembolismo Pulmonar (TEP) no Brasil. No Dia Mundial do Tromboembolismo Venoso (TEV), celebrado em 13 de outubro, pneumologista fala

Sobre a importância de prevenir a trombose,principalmente durante hospitalizações, para reduzir ainda mais os casos de TEP.

O Tromboembolismo Pulmonar é a terceira maior causa de óbito entre as doenças cardiovasculares, atrás apenas de Infarto e Derrame. Os principais sintomas de TEP são dispneia e dor torácica ao respirar ou ainda síncope (desmaio), associadas ou não a queixas relativas aos indícios de trombose.

Recentemente, pesquisadores da Universidade Federal da Bahia conduziram um levantamento nacional dos registros de óbitos em decorrência da doença durante 21 anos (1989-2010), e observaram que, apesar da redução, ainda falta prevenção, principalmente entre as mulheres e nas regiões Norte e Nordeste do país.

Prevenir o Tromboembolismo Venoso durante hospitalizações, principalmente em pacientes com histórico familiar da doença, é um fator decisivo para evitar o Tromboembolismo Pulmonar.

O Tromboembolismo Venoso (TEV) acontece quando o sangue coagula dentro de uma veia. Geralmente, a doença se manifesta nos membros inferiores - uma das pernas se apresenta inchada, quente e avermelhada. Quando o TEV se agrava, é denominado Trombose Venosa Profunda (TVP), e há maior risco de o coágulo migrar para os pulmões, originando Tromboembolismo Pulmonar (TEP).

“Até 70% dos eventos de TVP podem ser assintomáticos. Desta forma, ter a suspeita baseando-se na presença de outros fatores de risco e/ou fatores predisponentes é extremamente importante para o diagnóstico de TEV”, ressalta a Dra. Ana Thereza Cavalcanti Rocha, pneumologista membro da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT).

De acordo com a especialista, tanto a história pessoal quanto a familiar em parentes de primeiro e segundo graus deve ser registrada, pois isto afeta diretamente a indicação e o planejamento para uso de profilaxia de TEV quando estes pacientes forem submetidos a condições de aumento de risco, como hospitalizações por doenças clínicas ou procedimentos cirúrgicos.

A presença de trombofilias, fatores sanguíneos herdados ou adquiridos que predispõem à coagulação, mesmo que ainda não detectados, podem estar implicados no aumento nas taxas de recorrência de TEV em um paciente e em sua família.

“Estudos mostram que a presença de antecedente pessoal ou familiar aumenta em quase 16 vezes a probabilidade de recorrência de Tromboembolismo Venoso quando os pacientes são expostos a situações de risco. Desta forma, obter uma história clínica detalhada é imprescindível na detecção de uma tendência pessoal ou familiar e no registro de comorbidades comuns que aumentam o risco de trombose como obesidade, tabagismo, varizes, o uso de anticoncepcionais hormonais ou terapia de reposição hormonal, entre outros fatores”, complementa a médica.

 

 

 
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