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PSICOLOGIA

Março 22, 2017

Mulher & Gestação: a metamorfose do corpo e da mente


Nem sempre gravidez e autoestima caminham juntas


A gestação é um momento muito especial na vida da mulher, repleto de realizações e alegrias, mas nem sempre os nove meses de espera são vivenciados com toda esta plenitude de sentimentos. Além da preocupação com o desenvolvimento saudável do bebê, as transformações fisiológicas vivenciadas pela futura mamãe muitas vezes interferem na forma como ela se relaciona com as pessoas de seu círculo de convivência e, sobretudo, com o seu próprio corpo.

Além da barriga, que não para de crescer, das alterações nas mamas e na pele, muitas mulheres tendem a ficar indispostas e apresentam náuseas, vômitos e sonolência. Outros sintomas bastante comuns são: urinar com frequência, dores de cabeça, tonturas, inchaço, oscilação da pressão e dores na coluna, falta ou excesso de apetite, assim como aversão ou desejo por determinados alimentos. “Muitos destes sintomas desaparecem a partir do terceiro mês de gestação. As náuseas, por exemplo, ficam mais esparsas devido à redução fisiológica do valor de beta-HCG”, explica a ginecologista Regina Paula Ares.

É importante ressaltar, porém, que, além das mudanças físicas, o período gestacional traz algumas alterações psíquicas, até então desconhecidas, pois cada gestação traz seu grau de aprendizado, tornando-se um grande desafio para a mulher. “Questões muitas vezes sem respostas levam a procura por livros que tragam um conforto e direcionamento durante o tempo de espera. As variações hormonais também têm a sua parcela de contribuição para isso, mas algumas gestantes sentem uma angústia muitas vezes difícil de nomear”, ressalta Silvana Souza Silva, psicanalista.

“É um momento importante que deve ser vivenciado com sabedoria, porém delicado, pois gera uma ambivalência de emoções entre completude e falta. A insegurança, medos, sendo eles do momento do parto ou sobre como educar o seu filho, ansiedade e a preocupação com as mudanças do corpo são queixas comuns das pacientes nestas condições. Estes sintomas são manifestações inconscientes e caso não sejam entendidos ou tratados adequadamente podem desencadear o que conhecemos como depressão pós-parto, por exemplo”, reitera a psicanalista.

Segundo a Dra. Regina, é imprescindível que o profissional de saúde que está acompanhando o pré-natal mantenha um olhar permanente para a estabilidade psíquica da mulher e para a manutenção da sua autoestima. “Manter-se constantemente informada, investir em uma alimentação saudável, evitando, assim, o sobrepeso, e ter um acompanhamento psicológico, são fatores essenciais para que a gestação transcorra com tranquilidade e que a futura mamãe chegue plena ao momento do parto e consiga fortalecer os seus relacionamentos pessoais, ao invés de comprometê-los”, reforça a médica.

Alguns cuidados também estão ao alcance da própria gestante. “Por conta do estiramento natural da pele durante os noves meses de gravidez, neste período podem aparecer as temidas estrias, que comprometem e podem causar danos permanentes na autoestima da mulher. Como esta circunstância já é previsível, o problema pode ser evitado ou amenizado com o uso de cremes hidratantes específicos, potentes e seguros para mamãe e bebê”, destaca Dra. Regina. Nesse sentido, cuidar-se não é só uma questão de saúde e estética. “Antes de ser mãe, ela tem uma feminilidade latente. Manter a autoestima é fundamental para que ela consiga exercer plenamente a diversidade de papeis exigidos dela na sociedade moderna”, destaca.

"Acolher a metamorfose do corpo, entender as manifestações inconscientes como sendo algo natural, agir com aceitação e tranquilidade e não se deixar paralisar pelo medo são os melhores caminhos para esperar e receber o seu bebê”, finaliza Silvana.


 

Fevereiro 10, 2017

8 reflexões para manter o corpo e a mente em equilíbrio na busca da perda de peso


 

*Por Dr. Odair Comin

Para você, alimentar-se é um ato racional ou emocional?

De acordo com dados do IBGE, a cada dez pessoas, seis estão acima do peso, o que totaliza mais de 80 milhões de brasileiros. Já uma pesquisa do Instituto de psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, realizada em 2013, aponta que aproximadamente 12% da população brasileira é ansiosa, o que representa um universo de 24 milhões de brasileiros com ansiedade patológica. Estima-se, ainda, que 23% da população brasileira terá algum tipo de distúrbio ansioso ao longo da vida. 

A incessante busca pelo corpo ideal faz com que muitos esqueçam que a questão do ganho de peso, grande parte das vezes, está relacionado a algum distúrbio de caráter emocional e para encontrar o equilíbrio do corpo, antes é preciso resgatar o centro da mente.

Veja, alguns pontos que devem ser refletidos por quem objetiva a perda de peso:

  • Forma ideal para seu corpo: os espelhos da sua mente refletem o melhor ou o pior de você? Como você costuma se ver? Quando você busca emagrecer, dentro da sua mente cria-se um caminho em busca de um corpo ideal e de uma estética ideal, apenas, para seu corpo. Você realmente quer isso? Reflita: você quer alcançar um peso ideal ou acessar a estética ideal? Ponha-se em movimento em busca de novos hábitos alimentares e de exercício e não apenas de refletir a imagem desejada.
  • Autorregulação: o corpo se autorregula e a maior interferência nesse processo é da própria mente. É preciso romper com essa interferência e estabelecer uma nova relação entre corpo e mente. Quando se come por questões emocionais, por desejo ou quando se come aquele prato ou doce preferido é a mente interferindo no papel do corpo. O corpo precisa de nutrientes, vitaminas e proteínas para se nutrir. A mente precisa de um prato especifico, provar isso ou aquilo, ter prazer com o que come.
  • Alimentação saudável: tudo o que você é, aprendeu a ser. Tudo o que acredita é porque conheceu como verdade. Da mesma forma, tudo o que você come, as escolhas que faz, os gostos que tem é porque aprendeu. Para mudar é preciso aprender algo novo e hábitos mais saudáveis podem ser adquiridos naturalmente. Muitos alimentos são carregados de emoções, por isso parecem prazerosos. Alimentos saudáveis produzirão outros impactos dentro do corpo e te retribuirão com um organismo saudável. Simples assim!
  • Escute seu corpo: seu corpo fala, preste atenção. Ele dirá o que é realmente importante e necessário. Seu corpo é seu templo e você encheria um templo sagrado de lixo? Então não faça isso com seu organismo. Faça uma autorreflexão e ofereça a si mesmo a alimentação saudável que merece.
  • Estética do organismo: muitas vezes esquecemos de olhar para o corpo como organismo. A beleza desse organismo é construída com alimentos saudáveis, vivos e que trazem energia. Cuide do seu organismo como cuida da estética visível.
  • Pensar magro: tenha clareza de que as necessidades do corpo são diferentes das necessidades da mente. O corpo tem fome de comida, a mente tem fome de pensamentos. E tão melhor se forem pensamentos saudáveis e tão melhor se forem alimentos saudáveis.
  • Prepare-se para emagrecer: no processo de perda de peso, as emoções mais profundas serão trazidas à tona e as motivações mais profundas produzirão mais combustível para essa jornada. Seu corpo sabe o que você precisa e sua mente também. O equilíbrio dos dois auxiliará para que seu objetivo seja alcançado gradativamente e naturalmente. Lembre-se que essa é uma jornada longa e nenhum resultado será obtido da noite para o dia. Sair da zona de conforto é o grande desafio.
  • Cultura alimentar: cada um nasceu em um meio específico e criou as próprias crenças alimentares. O alimento que recebeu quando criança construiu impressões. Novos conhecimentos produzem mudanças e desconstroem crenças antigas. Que tal ressignificar sua cultura alimentar? Repense nos alimentos saudáveis que não são tão atraentes aos seus olhos, pois são estes que irão auxiliá-lo na busca da perda de peso.

Não existe fórmula mágica na busca da perda de peso, mas o equilíbrio entre o corpo e mente está muito próximo disso, apesar de ser extremamente desafiador!


*Doutor Odair Comin é psicólogo.

 


 

5 dicas de como controlar a ansiedade

*Por Dr. Odair Comin

A ansiedade está cada vez mais presente na vida dos brasileiros, prova disso é que cerca de 23% dos brasileiros passa por algum quadro de transtorno ansioso em algum momento da vida, aponta um levantamento da Organização Mundial da Saúde (OMS).

O transtorno ansioso pode apresentar-se por meio de fobias, síndrome do pânico e Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC), que podem ser causados pela decorrência de traumas infantis, doenças pré-existentes, estresse, privação do sono, depressão, abuso de substâncias tóxicas e até mesmo por motivos genéticos.

Ela precisa ser tratada na medida em que afeta a vida pessoal ou profissional do indivíduo e traz sofrimento considerável ou cause outros problemas.

Veja 5 dicas de como controlar a ansiedade:

  • Conexão com o presente: o ansioso normalmente está com a mente no futuro, por isso a mudança de hábitos é essencial. Conectar-se com o presente por meio de pequenos exercícios rotineiros é uma forma efetiva de controlar a ansiedade. No momento da refeição, ao escovar os dentes ou tomar banho, faça de forma consciente e envolva-se com o momento. Esvazie a mente e concentre-se no presente.
  • Tecnologia: o acesso irrestrito à tecnologia e a aderência a tantos gadgets acabam por potencializar a ansiedade. Se fizer o exercício de desligar-se por um momento, perceberá que basicamente nada mudará na vida, por isso determine uma quantidade certa de tempo para estar conectado e aproveite o tempo desconectado para praticar atividades que lhe proporcionem prazer.
  • Sono: a ansiedade é a principal causa da insônia, pois a mente fica muito ligada, tão conectada com o externo que não consegue desligar-se para dormir. Por este motivo, o ideal é que se crie um ritual do sono, ou seja, desconecte-se da tecnologia ao menos duas horas antes de dormir, estabeleça um horário para dormir, não faça alimentações pesadas no jantar e busque atividades que relaxem nesse período.
  • Especialistas: a ansiedade pode ser tratada de forma medicamentosa, mas tudo depende do quadro e da análise médica. Outra possibilidade é o trabalho terapêutico, que pode ser feito para controlar a ansiedade pela mente e não pelo corpo.
  • Meditação: a meditação tem como objetivo diminuir a intensidade dos pensamentos, diminuir até o mínimo possível, chegando muito próximo do pensar em nada, o que produz uma profilaxia mental, servindo para a manutenção cerebral. É uma forma efetiva de entrar em contato com você mesmo e ter maior autocontrole. Com os avanços tecnológicos é possível praticar a meditação guiada sem sair de casa, o que é uma ótima opção para aqueles minutinhos antes de dormir.

Se tratada de forma correta, a ansiedade pode ser controlada e o paciente que apresenta quadro ansioso pode ter uma vida tranquila e normal.

*Doutor Odair Comin é psicólogo

Quer dormir melhor, aprimorar sua memória, gastar mais calorias, aumentar

sua imunidade? Faça sexo

Em meio ao alvoroço com o trailer do 50 Tons de Cinza, especialista enumera os benefícios a saúde dessa pratica prazeroza

 

Dr. Fabio Cardoso defensor e polemista sobre sexo

O ato sexual é tópico diário para grande parte da humanidade, assuntos ligados a sexo sempre despertam interesse, não é a toa que um dos filmes mais aguardados do ano é 50 Tons de Cinza, adaptação do best-seller escrito pela britânica E.L. James e o lançamento de seu primeiro trailer passou a ser um dos temas mais comentados do momento. Direta ou indiretamente, pensamos e falamos nele o tempo todo (ou quase). Exagero? Pode até ser, mas o fato é que além de muito prazeroso, ele também gera muitos benefícios à saúde como nos explica a seguir Dr Fábio Cardoso especialista em medicina preventiva, longevidade e antienvelhecimento.

A melhora da qualidade do sono, a redução do risco de doenças cardíacas e a diminuição das chances de ter câncer de próstata são apenas alguns dos benefícios oferecidos pela prática de sexo  é o que apontam diversas pesquisas realizadas sobre o assunto em diversos lugares do mundo.

Para o médico, sem efeitos secundários, e com muito poucas contraindicações, de fácil acesso, grátis e eficaz, é sim um excelente remédio, assim como o exercício físico. Ele revitaliza o corpo, alivia o stress, excita e aguça a mente, e ainda consegue prevenir muitas doenças.

O assunto não é novo (óbvio), mas nem mesmo nos meios acadêmicos. Em 1975, a Organização Mundial de Saúde publicou um trabalho sobre esta matéria"Education and Treatment in Human Sexuality: The Training of Health Professionals" onde defendiam que a saúde sexual era um dos aspectos mais importantes e positivos do ser humano, devendo a sexologia ser encarada como disciplina autónoma. Felizmente que a partir desta data, os estudos nesta área tem vindo a desenvolver-se sem preconceitos ou tabus.

Da mesma época, um estudo realizado pela realizado nos EUA correlacionou a frequência de atividade sexual das pessoas e a taxa de mortalidade geral e por várias causas. E descobriram que ter uma vida sexual ativa e frequente faz você viver mais.

Probabilidades de morrer de acordo com a vida Sexual e outros fatores de risco.

Frequência de orgasmos

Risco relacional de mortalidade

Baixa

Média

Alta

Para todas as causas de falecimento

1,9

1,6

1

Por doenças do coração

2,1

1,8

1

Por outras causas

1,6

1,5

1

 Vivo por mais tempo e com um melhor humor. Outra pesquisa realizada pela Durex Global Sex Survey, por exemplo, mostrou que o sexo melhora o humor para 63% dos homens e 72% das mulheres. Não é coisa de filme americano…

Ficou curioso para saber quais os benefícios que a prática do sexo oferece para a saúde? Dr Fábio as enumera a seguir:

Fortalece os músculos pélvicos

Um benefício inesperado do sexo é que ele pode evitar a incontinência na terceira idade, principalmente entre as mulheres.

Reduz o risco de câncer de próstata

Ejaculações frequentes, principalmente nos homens mais jovens, podem proteger contra os tumores na glândula após os 50 anos. Neste caso, o ideal é fazer sexo ao menos 3 vezes por semana para reduzir o risco de câncer por um terço. O estudo foi publicado no 'Journal of the American Medical Association'. Outra pesquisa do Instituto Nacional do Câncer, dos Estados Unidos, mostrou que ter, em média, 21 ejaculações mensais reduz em até 33% os riscos de câncer de próstata.

Fazer sexo pode ser tão eficaz para eliminar calorias quanto a corrida

De acordo com uma pesquisa da Universidade de Quebec, no Canadá, uma hora de atividade entre quatro paredes queima quase a mesma quantidade de calorias que 30 minutos de corrida na esteira. O estudo constatou que homens gastam 120 calorias em meia hora de sexo, enquanto as mulheres eliminam 90.

Sexo melhora a memória e torna as pessoas mais inteligentes

Segundo uma pesquisa da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, o sexo pode tornar a pessoa mais inteligente e melhorar a memória de longo prazo. Um estudo em ratos de meia-idade constatou que eles fabricaram mais células cerebrais no hipocampo, onde as memórias de longo prazo são produzidas, após o acasalamento. Os cientistas também ligaram a atividade sexual frequente com o aumento da capacidade intelectual. No entanto, os benefícios foram perdidos ao impedir o coito.

Protege o coração (vida sexual ativa reduz o risco de doença cardíaca)

Uma boa vida sexual faz bem ao coração. Além de ser uma ótima maneira de aumentar a frequência cardíaca, o sexo ajuda a manter o estrogênio e os níveis de testosterona em equilíbrio. Quando tais hormônios estão em baixa há mais riscos de ocorrer osteoporose e doenças cardíacas.

 E para os mais velhos? Pessoas mais velhas podem achar que uma sessão mais quente pode aumentar o risco de derrames, mas isto raramente é o caso, comprovaram pesquisadores na Inglaterra. O estudo, publicado no 'Journal of Epidemiology and Community Health', mostrou que não há relação entre os dois. Eles comprovaram também que manter relações uma ou das vezes por semana pode diminuir o risco de infartos pela metade nna população acima dos 60 anos.

Relações sexuais aumentam a imunidade

Pesquisadores da Universidade Wilkes, da Pensilvânia, descobriram que estudantes universitários que mantiveram relações sexuais uma ou duas vezes por semana tinham níveis mais elevados do anticorpo que protege contra germes, vírus e outros invasores em comparação aos estudantes que fizeram sexo com menos frequência. Uma vida sexual ativa aumenta os níveis de um anticorpo conhecido como IgA, que protege o corpo de infecções como as gripes e os resfriados.

Aumenta a intimidade no relacionamento

Pesquisadores da Universidade de Pittsburgh mostraram que os casais que têm mais contato físico são também os mais felizes. O motivo é a ocitocina, também conhecido como o hormônio do amor, que aumenta a empatia e a generosidade.

Sexo ajuda a dormir melhor

Você pode cochilar mais rapidamente após o sexo, e por boas razões. De acordo com a psiquiatra Sheenie Ambardar, em West Hollywood, na Califórnia, após o orgasmo, o hormônio prolactina é liberado. Ele é o responsável pelas sensações de relaxamento e sonolência. Outra pesquisa divulgada recentemente apontou que 17% das mulheres britânicas disseram que dormem por mais tempo e mais profundamente depois de terem feito sexo. O estudo foi encomendado pelo Sanctuary Spa e publicado no Daily Mail.

Sexo alivia o estresse

Níveis elevados de cortisol, o hormônio do estresse, podem levar a diversos problemas de saúde, como altas taxas de açúcar no sangue e ganho de peso. Para reverter este quadro, o sexo pode ser uma boa aposta, já que as endorfinas liberadas durante o ato ajudam a aliviar a tensão e a deixar de lado os momentos ruins do dia. Para a psiquiatra Sheenie Ambardar, em West Hollywood, Califórnia, estar perto de seu parceiro pode aliviar o estresse e a ansiedade.

 Orgasmo reduz dores e incômodos

Quando você estiver com dor, antes de tomar um analgésico, que tal ter um orgasmo? Segundo o médico Barry R. Komisaruk, professor da Universidade Estadual de Nova Jersey, chegar ao clímax pode bloquear a dor. O médico afirma que a estimulação vaginal pode acabar com as dores nas costas e nas pernas, além de reduzir cólicas menstruais, sintomas da artrite e, em alguns casos, até mesmo dor de cabeça.

Sexo traz mais felicidade

 Se você anda de mau humor e não sabe como melhorá-lo, a solução é simples: ao acordar, continue na cama e pratique sexo matinal. O ato deixa a pessoa feliz ao longo do dia.

 Sexo frequente aumenta a satisfação conjugal dos neuróticos

 Sexo frequente pode ajudar as pessoas neuróticas, que têm propensão a experimentar emoções negativas, a mudar de humor, além de se chatear e a se preocupar menos. A equipe da Universidade do Tennessee acompanhou 72 casais recém-casados ao longo dos primeiros quatro anos de união. A atividade sexual constante mostrou ser capaz de acabar com o déficit de felicidade dos neuróticos. Segundo os pesquisadores, algumas pessoas encontram no sexo a capacidade de manter a satisfação em dia.

Orgasmo diminui risco de morte prematura

De acordo com o British Medical Journal, homens que chegam ao orgasmo frequentemente têm 50% menos chances de morte prematura. Pesquisas mostram que fazer sexo com frequência deixa os homens com aparência mais jovem, podendo parecer até 10 anos mais novos.

Vida sexual ativa reduz a depressão

Orgasmo faz bem para o corpo e para a mente. Segundo o professor depsicologia James Coan, da Universidade da Virgínia em Charlottesville, a prática do sexo libera os hormônios ocitocina e endorfina, que colaboram para a diminuição da depressão.

 Sexo aumenta a longevidade

 Mulheres que gostam de sexo vivem mais do que aquelas que não o fazem. De acordo com o médico Michael Roizen, especialista em Medicina Preventiva na Cleveland Clinic, o sexo tem o poder de fazer as mulheres se sentirem de dois a oito anos mais jovens. Os homens podem conseguir o mesmo efeito experimentando de 150 a 350 orgasmos por ano.

 Transar tonifica os músculos

Pense em sexo como uma boa sessão de treinamento de força. Durante o ato, você usa muitos grupos musculares e, convenhamos, é muito mais divertido do que fazer agachamento na academia. "Assim como o exercício, a regularidade ajuda a maximizar os benefícios", afirma o médico Joseph J. Pinzone, diretor médico do instituto médico Amai Wellness, nos Estados Unidos.

Fazer sexo combate a dor de cabeça

Estudo publicado no Cephalalgia, jornal da Sociedade Internacional de Cefaleia, constatou que mais da metade dos participantes que sofriam de enxaqueca e tiveram relações sexuais experimentaram uma melhora nos sintomas, enquanto 20% ficaram completamente curados.

Sexo reduz a diabetes

O sexo pode reduzir o risco da diabetes tipo 2, por melhorar a ação da insulina, segundo um estudo da Journal of the American Medical Association. Além disso, o desempenho sexual pode indicar problemas de saúde: a disfunção erétil, por exemplo, talvez seja sinal de problema no coração.

Fazer sexo melhora a libido

Você quer uma vida sexual mais ativa? Então, aposte no próprio sexo, que tem o poder de aumentar a libido. É o que diz Lauren Streicher, professora-clínica assistente de obstetrícia e ginecologia na Feinberg School da Northwestern University of Medicine, em Chicago. Para as mulheres, o sexo ainda dá um up na lubrificação vaginal, no fluxo sanguíneo e na elasticidade.

Sexo é bom para a autoestima

Um estudo da Universidade do Texas provou que um dos principais motivos para a prática do sexo é a melhora da autoestima. As participantes da pesquisa disseram que a relação sexual com o parceiro faz com que elas se sintam melhores com elas mesmas e com suas formas físicas.

Reduz a pressão arterial

De acordo com Joseph J. Pinzone, diretor médico do instituto médico Amai Wellness, nos Estados Unidos, um estudo descobriu que a relação sexual propriamente dita (não a masturbação) reduz a pressão arterial sistólica.

Resumindo: o sexo é sim uma das mais eficazes medidas preventivas para a saúde que existem. Um “medicamento” natural e muito efetivo.


Dr Fábio Cardoso especialista em medicina preventiva