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D E R M A T O L O G I A

Bhte, 04/09/2021

 

 

Problemas dermatológicos causados pelo estresse

Ninguém planejou ficar em casa, afastado de todos. Ninguém planejou perder parte da população mundial por conta de uma pandemia. E, junto a crise pandêmica, outros problemas são acarretados devido ao estresse. Nossa pele e cabelo logo responderam ao nosso humor, e estão sendo muito afetados. Segundo a dermatologista Haline Meneses, os pacientes vêm procurando bastante o seu consultório com queixas capilares e de pele.

Um dos casos mais procurados em seu consultório são os de acne. “Acne tem piorado bastante pelo uso da máscara, o calor causado pelo abafamento da máscara estimula a produção de oleosidade. Mas também pelo estresse, que aumenta os níveis de cortisol, tendo influência direta na inflamação da pele, piora de oleosidade e dermatite seborreica”.

 Estamos percebendo, que pelo uso de máscaras, está surgindo um aumento de espinhas na região da boca, e isso tem incomodado muita gente. Para tratar desse problema, Dra. Haline nos indica o uso de sabonetes e cosméticos que controlem a oleosidade - que ajudam a diminuir o aparecimento da acne, para o controlar o surgimento delas. Ela nos diz que os produtos com ácido salicílico, ácido glicólico, ácido azeláico, ácido retinoico e zinco são ótimas opções. É possível também associar procedimentos no consultório como peelings e lasers que ajudam a desinflamar e uniformizar a pele.

 

           Ainda falando em estresse, esse que ocasiona vários problemas dermatológicos nas pessoas, não poderíamos esquecer do cabelo. Nesses últimos tempos, o aumento de caspa e dermatite seborreica vem aumentando bastante, e a Dra. nos passa algumas dicas de como melhorar esses casos: “Pessoas que tem caspa o ideal é sempre manter o uso de algum shampoo que ajude no controle de oleosidade, mesmo nos períodos em que o couro cabeludo não estiver descamando, isso ajuda a diminuir as crises. Esses shampoos devem conter componentes como ácido salicílico, alcatrão, selênio, enxofre, zinco ou antifúngicos”.

 

           Em casos muito descamativos ou inflamatórios pode-se associar corticoide tópico em forma de solução ou pomada, e para esses casos mais agudos, a pessoa precisa procurar um médico. Outro caso bastante comum é o de queda de cabelo, as pessoas estão perdendo muito cabelo por conta do estresse, o que pode ser realmente desesperador para muitas pessoas, especialmente em situações em que isso pode ocorrer por até seis meses.

 

           Segundo a médica, existem dicas caseiras para evitar queda de cabelo, caspa dentre outras doenças dermatológicas do couro cabeludo. “Existem diversas receitas caseiras que podem auxiliar na parte cosmética do fio, ajudando o fio a ficar mais sedoso e forte. Uma das que eu mais gosto é misturar o gel da babosa, óleo de coco e abacate e deixar no cabelo umas 2 horas. A babosa ajuda na produção de colágeno, ajudando a fixar o fio no couro cabeludo e possui enzimas que auxiliam na renovação celular, boa também para o controle da caspa. O óleo de coco é rico em ácido graxos e vitamina, conseguindo agir no córtex do fio, camada um pouco mais interna”, explica a dermatologista Haline Meneses.

 

 

Bhte, 02/03/2021

Dermatologista alerta para perigo de negligenciar unhas e cabelos fracos 


Mais que uma questão de estética, Dr. Rafael Soares alerta que fraqueza pode ser sinal de doenças graves 


Importantes para a autoestima de homens e mulheres, unhas e cabelos não dizem respeito apenas ao autocuidado ou à vaidade — aspectos deles podem comunicar que algo no organismo não vai bem. O médico dermatologista pela Associação Médica Brasileira (AMB), Dr. Rafael Soares aponta que patologias da tireoide classicamente acometem as unhas e os cabelos. Em paralelo, algumas doenças cardiopulmonares e renais também podem afetar a resistência de unhas e cabelos. 


O melhor tratamento? A prevenção. O dermatologista aponta que, por ser um cuidado que deve vir de dentro para fora, o segredo para unhas e cabelos saudáveis está, principalmente, na qualidade da alimentação ingerida. “Uma dieta inflamatória e pobre em nutrientes pode ser catalisadora de cabelos e unhas doentes e frágeis. Por isso, caso necessário, um bom nutrólogo ou nutricionista pode ajudar muito na construção de uma alimentação adequada e saudável”, diz. 


Outro ponto ressaltado por ele é o acompanhamento frequente não apenas com um profissional da nutrição, mas também com um dermatologista de confiança, para evitar ou investigar possíveis doenças relacionadas. “Evitar traumas também é fundamental, seja aquecendo demais os fios ou abusando de químicas, no caso dos cabelos. Para as unhas, o cuidado é mantê-las curtas, caso tenha uma ocupação que impeça evitar traumas”, alerta Dr. Rafael Soares. 


Confira os principais mitos e verdades elucidados pelo dermatologista: 


Casca de cavalo e bases fortificadoras tem efeito endurecedor e fortificante nas unhas?  


Mito. Essas bases costumam ter formol ou formaldeído, componentes que dão a impressão de endurecer as unhas, mas as desidratam. Unhas desidratadas são frágeis e quebradiças, além de ficarem esbranquiçadas. 


Tirar as cutículas faz mal às unhas? 


Verdade. As cutículas são um tipo diferenciado de pele que tem como função proteger a transição entre pele e unhas. Removê-las gera uma área de risco para entrada de microrganismos, e, por isso, aumenta risco de infecção em volta das unhas, conhecida como perionique ou perionixe. 


Existem alimentos que aumentam a saúde de unhas e cabelos e os tornam mais “fortes”? 


Parcialmente. Existem alimentos que podem ajudar nesse quesito, mas nada que seja de grande impacto. Alimentos ricos em silício, como maçã, repolho, cereais, sementes oleaginosas e peixes, podem ajudar na força e resistência dos cabelos e das unhas. Já os abundantes em aminoácidos da queratina também ajudam no mesmo propósito, e são semelhantes aos anteriores, mas somam-se os derivados de leite. 


Lavar os cabelos à noite propicia a proliferação de fungo e bactérias no couro cabeludo? 


Controverso. É fato que dormir com cabelo úmido e não higienizado aumenta a proliferação de microrganismos, porém, não há clara definição se dormir com o cabelo úmido após lavagem adequada com shampoo específico para cada pessoa também aumenta esta proliferação. 


Estresse atrapalha o crescimento dos fios? 


Atrapalha, e muito! O estresse leva ao aumento de um hormônio que chama cortisol, que quando persistentemente em altos níveis, leva ao desenvolvimento de pelos em áreas pouco desejadas como face, costas e abdômen, enquanto promove queda dos cabelos do couro cabeludo e causa fragilidade nas unhas.

 

Bhte, 25/07/2020

Pesquisa analisa o perfil epidemiológico do carcinoma basocelular na região

Incidência em municípios da foz do Rio Itajaí é 363% maior do que a estimada em nível nacional


Itajaí - Uma pesquisa realizada no Mestrado em Saúde e Gestão do Trabalho da Universidade do Vale do Itajaí (Univali) analisou o perfil epidemiológico do carcinoma basocelular (CBC), nos municípios da Foz do Rio Itajaí, no ano de 2018. O estudo identificou a incidência de 289 casos por 100 mil habitantes, no período e região analisados, taxa 363% maior do que a estimada incidência nacional e 215% maior do que a estadual (134 e 79,4 por 100.000 habitantes, respectivamente).

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O trabalho é de autoria do mestrando Théo Nicolacópulos, médico dermatologista, e foi realizado como pesquisa para conclusão do curso, sob orientação da professora Tatiana Mezadri. De acordo com o autor, o carcinoma basocelular é a neoplasia maligna mais comum nas pessoas e há um evidente aumento na sua incidência, especialmente nos países com população predominantemente caucasiana. Consiste em um carcinoma epitelial cutâneo assintomático e de baixa mortalidade, com crescimento indolente e raro potencial metastático. Porém, ele alerta que a o CBC tem capacidade de invasão local e possui alta morbidade, ou seja, pode gerar resultados negativos importantes tanto cosméticos quanto funcionais aos pacientes.

A pesquisa levantou a taxa de incidência e o perfil epidemiológico do carcinoma em laudos histopatológicos dos dois laboratórios de patologia da cidade de Itajaí, que é polo regional de saúde e referência neste serviço especializado para as outras dez cidades pertencentes à região da Foz do Rio Itajaí. As análises consideraram as seguintes variáveis: sexo, idade, subtipo histológico, localização e comprometimento de margens cirúrgicas.

Identificou-se 2.019 lesões no período observado, calculando-se coeficiente de incidência de 289 casos para cada 100 mil habitantes da região. O estudo evidenciou a média de idade ao diagnóstico de 14 a 65 anos e predominância de acometimento ao sexo masculino (52,6%). A localização mais frequente foi a face (55,1%) e o subtipo mais comumente verificado foi o nodular (65,6%). O comprometimento de margens cirúrgicas foi verificado em 11% dos laudos, com predomínio da positividade em margens periféricas (73,7%).

“A alta incidência de carcinoma basocelular na região da Foz do Rio Itajaí serve de alerta aos profissionais e gestores de saúde quanto à importância da prevenção e do diagnóstico precoce, para que haja tratamento adequado com melhor prognóstico e menores custos aos sistemas de saúde", ressalta o médico, autor da pesquisa.

 

03, outubro, 2019

OUTUBRO: MÊS DE CONSCIENTIZAÇÃO DA PSORÍASE

 

Data promove conhecimento sobre a doença que afeta todos os anos 2 milhões de pessoas

 

 

A Psoríase é uma condição inflamatória de pele crônica e não contagiosa. Geralmente de aparência escamosa, se apresenta em forma de manchas vermelhas e altas devido à incapacidade de eliminação de células mortas na região afetada. A doença é cíclica e apresenta sintomas que aparecem e desaparecem periodicamente sem motivo aparente. Como suas causas permanecem desconhecidas, não existe cura para a Psoríase, mas seu tratamento com medicações específicas tem obtido um resultado expressivo. 

O mês de conscientização da doença tem como principal objetivo informar e conscientizar tanto o portador quanto a sociedade. O desconhecimento em relação ao assunto é uma das principais causas de constrangimento que podem ser vivenciadas pelos acometidos pela condição, tanto pela crença na possibilidade de contágio quanto pelo aspecto que algumas vezes a Psoríase pode apresentar. 

Para o dermatologista Lucas Miranda é preciso informar toda a sociedade sobre o que é a Psoríase: “O estigma relacionado a um desconhecimento da doença causa muitas vezes sofrimento aos portadores. Em algumas situações como uma ida à praia ou à piscina podem gerar sofrimento e isolamento. Saber, por exemplo, que ela não é contagiosa é um dos fatores que promovem um acolhimento maior aos que apresentam uma manifestação mais drástica da Psoríase.” 

Entre as causas mais comuns relacionadas ao desenvolvimento do quadro, o fator genético é predominante e 30 a 40% dos pacientes têm histórico familiar da doença. Outros motivos relacionados ao ressurgimento dos sintomas podem ter ligação com estresse, obesidade, frio, tabagismo e consumo de bebidas alcoólicas.  

Entre as complicações possíveis, a Artrite Psoriática é uma evolução do quadro que acomete de 10 a 42% dos portadores e pode levar, além da dor, a casos de deformações nas articulações. As diferentes manifestações da doença devem ser corretamente diagnosticadas já que apresentam muita similaridade com outras condições como micoses e alergias. 

Procurar um médico dermatologista é a melhor opção para um diagnóstico adequado já que a escolha dos tratamentos e terapias associadas dependem da identificação e acompanhamento da doença. Dependendo do desenvolvimento do quadro, o médico poderá optar por um tratamento adequado como medicações tópicas, pomadas, medicamentos injetáveis e em alguns casos o uso de exposição à luz ultravioleta A (PUVA) ou ultravioleta B (banda estreita) em cabines.


 

8 de novembro de 2018

Psoríase Brasil reúne Frentes Parlamentares em Brasília, na quarta (07/11)


Após anos de pressão junto ao Ministério da Saúde, ONG consegue aprovar a incorporação dos medicamentos biológicos pelo SUS e planeja novas ações para 2019 em prol dos pacientes com psoríase e artrite psoriásica

A direção da Psoríase Brasil, associação sem fins lucrativos de atuação nacional, reuniu na manhã da última quarta-feira (07/11), em Brasília, membros da Frente Parlamentar (FP) Mista do Congresso Nacional pela causa da Psoríase e Artrite Psoriásica, da FP de Porto Alegre (RS) e de Esteio (RS) para fazer o balanço das atividades de 2018 e planejar as futuras ações em prol dos pacientes. Este ano, após forte campanha e pressão junto ao Ministério da Saúde para a aprovação dos medicamentos biológicos a serem ofertados gratuitamente pelo SUS aos pacientes com psoríase grave, a ONG conseguiu vencer uma longa batalha com a aprovação, em 30/10, de incorporação desses medicamentos. O encontro desta manhã teve como pauta as novas ações da Associação e das Frentes Parlamentares pela causa.


A luta, que já se arrastava há anos, contou com o apoio das Frentes Parlamentares e da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) para o parecer favorável da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias pelo SUS (CONITEC) para que pacientes com um alto grau da doença tenham direito e acesso aos tratamentos biológicos. Os medicamentos biológicos são terapias de última geração até então disponíveis apenas aos pacientes com artrite psoriásica, que é um grau avançado da doença quando a mesma atinge as articulações e compromete ainda mais a saúde. De acordo com o Comitê Científico da Psoríase Brasil, cerca de 30% dos pacientes com psoríase grave necessitam esse tipo de terapia até então indisponível devido ao alto custo dos medicamentos. Embora tenham valores elevados, as medicações são imprescindíveis para determinados casos. As Portarias do Ministério (50, 51, 52 e 53)  assinadas em 30/10 pelo Secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Marco Antônio de Araújo Fireman, tem prazo de 180 dias para que os medicamentos (quatro no total) estejam disponíveis na rede pública.

No Café da Manhã das Frentes Parlamentares, a presidente da Psoríase Brasil, Gládis Lima, destacou a importância de estarem sendo formadas Frentes Parlamentares no País. “Desde 2017, quando implantamos a primeira FP Mista no Congresso Nacional, nossa causa ganhou ainda mais força. Este ano, as cidades de Esteio (RS) e Porto Alegre (RS) também entraram com força. Inclusive estamos realizando ações conjuntas com os dois municípios gaúchos, como um projeto piloto de capacitação a médicos e agentes de saúde, em Esteio (RS). No Sul, as FPs são presididas pelos vereadores José Freitas (PRB/Porto Alegre) e Fernanda Fernandes (PP/Esteio). Com a troca da atual legislatura no Congresso Nacional, a presidente Gládis Lima convidou o deputado gaúcho Carlos Gomes (PRB/RS) para presidir a Frente Mista do Congresso Nacional a partir de 2019. Ao aceitar, o deputado destacou a importância da união das esferas públicas. “Nós não precisamos ter psoríase para lutar por uma causa tão nobre. Para mim será uma alegria e uma honra.  Vou trabalhar e fazer o necessário para articular políticas públicas dos governos federal, estadual e municipal”, anunciou Carlos Gomes.

 

Julho 5, 2017

Criança pode ter urticária crônica. Como identificar, alimentos e drogas


Urticária em fotos crianças

Pele com urticária

Nas crianças pequenas é mais comum a urticária aguda, enquanto a crônica é mais prevalente a partir da idade escolar.

As causas mais comuns da urticária aguda são:

- Alimentos (nas crianças pequenas, leite de vaca, ovo, soja, amendoim e trigo. Nas maiores: frutos do mar, nozes e castanhas)
- Medicamentos (em especial: analgésicos, anti-inflamatórios e antibióticos)
- Infecções (causadas por vírus ou bactérias)

Embora popularmente seja muito lembrada, a urticária causada por corantes e aditivos alimentares não é tão comum como parece.

“Em algumas crianças, a combinação entre a infecção viral e o uso de medicamentos, principalmente os analgésicos e anti-inflamatórios não hormonais (AINH), podem desencadear o quadro de urticária”, explica a Dra. Solange Valle, especialista do Departamento Científico de Urticária da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI).

A médica conta que a urticária crônica é mais frequente em adultos, levando a pensar que não ocorra na criança. Na verdade, existem poucas informações sobre a sua prevalência na infância. No Reino Unido a frequência varia de 0,1% a 3%. Destas, 50 % a 80% podem estar associadas com angioedema (inchaço). A maioria das informações são indiretas e extrapoladas dos adultos.

A urticária crônica nas crianças pode comprometer a qualidade de vida, afetando a relação com o meio social, acarretando falta às aulas e prejuízo no aprendizado e aos pais de deixarem de trabalhar.

Diagnóstico da urticária infantil

O diagnóstico é clínico, ou seja, se baseia na avaliação feita pelo médico, baseado na história, exame físico e, se necessário, exames complementares.  Não há um teste ou exame definitivo para fazer o diagnóstico da urticária.

A história clínica detalhada é o principal meio de diagnóstico. São considerados dados importantes como: tempo de início, frequência e duração das lesões; presença de outros sintomas, edema (inchaço), outras alergias ou infecções; ingestão de alimentos; relação com agentes físicos ou exercícios; uso de medicamentos; estresse, entre outros.

A urticária aguda na grande maioria das vezes não necessita de exames complementares, sendo mais necessários nas formas crônicas.


Tratamento da urticária na infância

 

Cuidados gerais

- Identificar e remover a causa;

- Orientar sobre a doença;

- Tratar sintomas associados

- No caso de alimento, retirada completa do alimento causador

- Combater agentes infecciosos, parasitários e doenças associadas


Uso de medicamentos

A medicação tem objetivo de aliviar os sintomas e os anti-histamínicos (antialérgicos) são a base para tratar a urticária nas crianças. Recomenda-se, preferencialmente, os produtos modernos conhecidos como anti-histamínicos de segunda geração como a primeira opção de tratamento.

“Cetirizina, levocetirizina, desloratadina, fexofenadina e loratadina estão aprovados para o uso pediátrico. Todos são eficazes e bem tolerados. Crianças com urticária de difícil controle podem ser tratados com doses de até quatro vezes as preconizadas, com bons resultados, mas sempre com orientação médica”, alerta Dra. Solange.

O uso de corticoides não é uma rotina, sendo restrito apenas aos casos necessários, ou seja, nas exacerbações e por períodos curtos de tempo. Recentemente foi lançado para tratar os casos de urticária crônica espontânea um anticorpo monoclonal (omalizumabe), mas  este está indicado apenas para crianças maiores de 12 anos de idade.

 


Dicas finais


- Urticária não é contagiosa e não "pega".

- Não há necessidade de dieta, a menos que o médico indique.

 - Corantes e conservantes não são causas mais comuns de urticária. Cada criança deve receber uma orientação específica para seu caso. 

 - A medicação deve ser mantida pelo tempo indicado pelo médico.

- Evite parar de usar o remédio para "testar" o efeito.

 


Aos pais:

- Aproveitem o momento da consulta para esclarecer dúvidas.

- Se houver dúvidas quanto à causa, recomenda-se fazer um "diário" onde devem ser anotados alimentos, medicamentos e hábitos da criança.

- Evitar medidas ou tratamentos caseiros.


Sobre a ASBAI
A Associação Brasileira de Alergia e Imunologia existe desde 1946. É uma associação sem finalidade lucrativa, de caráter científico, cujo objetivo é promover o estudo, a discussão e a divulgação de questões relacionadas à Alergologia e à Imunologia Clínica, além da concessão de Título de Especialista em Alergia Clínica e Imunologia a seus sócios, de acordo com convênio celebrado com a Associação Médica Brasileira. Atualmente, a ASBAI tem representações regionais em 21 estados brasileiros.

Leia e sempre que possível deixe seu comentário. Obrigado Marcelo Editor e jornalista - MTb 16.539 SP/SP



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