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 Fonoaudiologia

Bhte, 25/10/2021

Presbifonia: como lidar com o envelhecimento da voz   

Cantores, atores, palestrantes, dubladores e locutores. Estes são apenas alguns exemplos de profissionais cuja voz é o carro-chefe de suas carreiras. Agora, imagine quando essa ferramenta indispensável começa a falhar.

 

“Com o tempo, a voz perde força, velocidade, estabilidade e precisão articulatória, fazendo com que a qualidade vocal seja prejudicada. Esta condição se chama presbifonia, que indica o envelhecimento natural da voz. Um dos primeiros sintomas pode aparecer na voz cantada, em que se perde a capacidade de modulação da voz, com diminuição na produção de sons agudos e redução da capacidade expiratória, enfraquecendo a extensão vocal”, afirma a Dra. Cristiane Romano, fonoaudióloga, Mestre e Doutora em Ciências e Expressividade pela USP, e especialista em Oratória, também pela USP.

 

Segundo estudos da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, a presbifonia começa a partir dos 50 anos de idade, podendo ser mais acentuada de acordo com o estilo de vida e histórico de cada paciente. Em mulheres, o envelhecimento da voz costuma acontecer a partir da menopausa. Ainda segundo os estudos, cerca de 10% dos idosos irá apresentar algum tipo de alteração vocal.

 

Como ocorre a presbifonia

A voz é produzida na laringe, onde se encontram as pregas vocais, que vibram a partir da passagem do ar vindo dos pulmões. A voz, então, é finalizada por lábios, língua, palato e nariz.

 

Com o passar dos anos, os músculos da laringe sofrem flacidez na musculatura, rigidez das cartilagens e redução da lubrificação na região, tornando a voz trêmula, rouca e com pouca projeção. Somado a isso, há alterações estruturais nas pregas vocais, como atrofia das glândulas salivares, provocando dificuldade na articulação por diminuição de saliva.

 

Prevenção e tratamento

O diagnóstico da presbifonia é realizado por meio de exames, como a laringoscopia e avaliações da voz e pronúncia. Entretanto, nem todas as pessoas desenvolvem a presbifonia de modo acentuado. Fatores como saúde física, condições emocionais e hábitos de vida podem interferir nesse processo.

 

“De fato, alguns comportamentos podem envelhecer a voz precocemente, como gritar, falar num tom de voz que não é o seu habitual, uso excessivo da voz sem aquecimento prévio, alimentação que provoca refluxo gastroesofágico, baixa ingestão de água, além da interferência de fatores hereditários, ambientais e psicológicos”, frisa a fonoaudióloga.

 

Porém, há medidas que podem minimizar os impactos do envelhecimento da voz:

 

- Beba água com bastante frequência

 

- Mantenha sempre uma postura corporal adequada

 

- Evite falar muito alto e gritar

 

- Evite exposição excessiva ao ar condicionado

 

- Evite permanecer em áreas muito poluídas

 

- Não fume

 

- Evite pigarrear

 

- Evite bebidas alcoólicas

 

- Não force a sua voz

 

- Adote hábitos saudáveis, como alimentação equilibrada e exercícios físicos regulares

 

- Pratique o aquecimento. Alguns exercícios técnicos funcionam como uma ginástica vocal e auxiliam na manutenção e vibração da voz, como falar as vogais “aaaaaa”, “iiiiiiii” e “uuuuuuu”, e também as consoantes “rrrrrrrr” e “zzzzzz”.

 

“Para muitas pessoas, a presbifonia prejudica a vida social e/ou profissional, por conta do esforço para se comunicar. Lembrando que não se trata de uma doença, mas de uma reação natural do organismo e que pode ser controlada com os cuidados citados. Ao perceber alterações na voz, procure um profissional especializado. Até porque os sintomas podem significar algo mais preocupante do que o inevitável envelhecimento da voz”, finaliza Cristiane Romano.

 

 

 

outubro, 23, 2019

SARAMPO PODE ESTAR RELACIONADO A PERDA AUDITIVA

 

A alta no número de casos confirmados da doença cria alerta para possibilidade de complicações

 

O Sarampo é uma enfermidade infecciosa grave, virótica e altamente contagiosa que pode desencadear complicações como a pneumonia e a perda auditiva. Dados apresentados no último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, confirmaram só em 2019, 7.972 novos casos da doença no país. A alta no número pode ser explicada pela baixa cobertura vacinal e pelo alto índice de contágio da doença que pode ocorrer através da fala, tosse, espirro e respiração.

 

Os principais sintomas são febre acompanhada de tosse, irritação nos olhos, coriza e mal-estar intenso. Em torno de 3 a 5 dias podem surgir manchas vermelhas no rosto e atrás da orelha, podendo se espalhar em todo o corpo. É preciso atenção, sobretudo a persistência da febre, principalmente em crianças com menos de 5 anos.

 

O contágio é um fator preocupante, já que o infectado pode transmitir para 90% das pessoas não imunizadas. As complicações relacionadas ao sarampo também assustam, pneumonia, encefalite, otite média aguda e em casos mais graves a morte. Em algumas situações mais extremas, o agravamento dessas condições pode ocasionar surdez total.

 

Segundo a fonoaudióloga da Telex soluções auditivas Viviane Chein, a doença pode ter complicações relacionadas ao agravamento de alguns quadros infecciosos ocasionados pelo vírus: “Uma grande parte dos indivíduos afetados pela doença, sofrem de infecções nos ouvidos frequentes. Isso se deve ao quadro de encefalite, inchaço no cérebro, e até mesmo, a perda auditiva permanente.”

 

Outras doenças podem ocasionar a perda da audição, como a rubéola, a meningite, a caxumba entre outras infecções virais e bacteriológicas. A única maneira de se prevenir na maior parte dos casos citados é pela vacinação que, no caso do sarampo, é contraindicada na gestação, em casos de hipersensibilidade grave a algum componente da vacina (anafilaxia) ou imunodeficiência, já que são utilizados na sua produção o vírus vivo com ação atenuada. 

 

  

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