YouTube apresenta novo logo | ExameCanal Jornal de Saúde Leia o blog do Jornal de SaúdeAnuncie no Jornal de Saúde - classificadosOuça

HOSPITAL

Bhte, 27/11/2021

Hospital Icaraí realiza na próxima sexta cirurgia para a Síndrome de Transfusão Feto Fetal (STFF).Conhecida também como Síndrome da Transfusão de Gêmeos, condição rara atinge cerca de 10 a 15% das gestações gemelares


A maternidade do Hospital Icaraí tendo à frente a Dra. Flávia do Vale realiza na próxima sexta, cirurgia para reparar a Síndrome de Transfusão Feto Fetal (STFF) condição rara e séria presente em gestações gemelares que pode ocorrer na gravidez quando gêmeos idênticos compartilham uma única placenta (monocoriônica-diamniótica)


“A paciente procurou o hospital por causa de uma infecção urinária. Todavia apresentava um útero muito aumentado para a idade gestacional e estava com contrações. Fizemos ultrassom e diagnosticamos o problema dos bebês. O próximo passo é realizar a cirurgia”, explica Flávia do Vale, coordenadora da obstetrícia da Maternidade do Hospital Icaraí, em parceria com a Perinatal. 


A STFF (Síndrome de Transfusão Feto Fetal) é uma doença da placenta sem causa conhecida, que afeta cada gêmeo de maneira diferente. O gêmeo doador não produz tanta urina quanto deveria. Isso causa uma baixa quantidade de líquido amniótico e baixo crescimento fetal. O gêmeo receptor tem mais urina do que o normal, o que leva ao aumento da bexiga e muito líquido amniótico. O fluido extra no feto receptor pode sobrecarregar o coração, o que leva à insuficiência cardíaca. 


“Sem tratamento, essa condição pode ser fatal para um ou ambos os gêmeos. Nesse tipo de gravidez, ocorrem conexões anormais de vasos sanguíneos na placenta da paciente. O sangue flui de forma desigual entre os fetos, transfundindo sangue de um pra outro. Um gêmeo, chamado de doador fica desidratado enquanto o outro gêmeo, chamado de receptor desenvolve pressão alta” alerta a médica lembrando que a cirurgia fetal às vezes é necessária para tratar a doença. 


O prognóstico é melhor quando o STFF se desenvolve após 20 semanas de gestação e o plano de tratamento recomendado depende da gravidade da doença e da evolução da gravidez.


“Quando os fetos são afetados apenas levemente pela STFF, podemos recomendar uma redução do volume para drenar o excesso de líquido amniótico do saco do gêmeo receptor. Se a redução não funcionar, os pacientes podem ter a opção de prosseguir com a fotocoagulação fetoscópica seletiva a laser (SFLP), conhecida como cirurgia a laser”, explica. 



As informações são de responsabilidade dos Assessores de imprensa ou de ciência do Hospital, o Jornal de Saúde, recebeu este release e publicou na íntegra, até mesmo o nome da instituição e fotos. O que não fazemos, mas dada a raridade e o efeito que isso pode ocasionar na sociedade a publicação se faz importante.

 

Bhte, 28/08/2021

 

Hospitais SUS reúnem histórias de superação e comprometimento social que vão além da covid-19

Em Curitiba, Hospital Universitário Cajuru, que completa 63 anos, concentrou atendimentos de traumas durante pandemia e é referência também em transplantes

A técnica em enfermagem, Maria Olinda Alves Stoco, perdeu a conta de quantos pacientes já atendeu em duas décadas como profissional da linha de frente do sistema de saúde. Hoje, com 51 anos, ela dedicou quase metade de sua vida a salvar a dos outros, sem nunca esquecer o porquê de ter escolhido essa profissão, a qual chama de “chamado divino”. Com uma dedicação ininterrupta de 23 anos, a profissional faz parte do quadro de funcionários do Hospital Universitário Cajuru (HUC), instituição com atendimento 100% Sistema Único de Saúde (SUS), em Curitiba (PR), que completa 63 anos no próximo dia 30 de agosto.

“Assim que terminei o curso de enfermagem, em 1998, o Hospital me acolheu de uma forma muito fraterna. Desde então, o hospital tem sido a minha segunda casa, onde fiz amizades, aprendi e continuo aprendendo muito a cada dia, mesmo após tantos anos. Por ser um ambiente universitário, a troca de conhecimento e experiências é muito grande. Olhando para trás, vejo que evoluí consideravelmente, como pessoa e profissional, desde a primeira vez que entrei por aquelas portas”, relembra.

Em meio a tantas experiências e histórias, que se confundem com sua própria vida pessoal, já que até mesmo um de seus filhos trabalhou no hospital, Maria Stoco recorda com carinho os laços afetivos criados com colegas e pacientes. “Eu já cuidei de muita gente, não sei o número exato, mas algumas histórias nunca saem da minha cabeça. Uma vez, por exemplo, eu estava no ônibus, a caminho do trabalho, quando fui abordada por um senhor. Simpático, perguntou se eu me lembrava dele, mas disse que não. Então ele me abraçou e disse que, cinco anos antes, o tratei muito bem, quando esteve internado no Hospital. Ele disse que eu o ajudei a salvar sua vida. Aquilo me emocionou, pois meu trabalho o tocou de tal forma que ele lembrava do meu rosto após todo aquele tempo. É por isso que, mesmo durante a pandemia, nós seguimos na linha de frente da saúde. Todos nós, que estamos nesse trabalho, amamos nosso ofício e somos gratos por isso”, conta emocionada.

 


Hospitais SUS reúnem histórias de superação e comprometimento social que vão além da covid-19

 

Enfermeira do Centro Cirúrgico do Hospital Universitário Cajuru, Nadira Francisca dos Santos viu a instituição como uma porta de entrada para uma nova realidade em sua vida. “Eu venho de uma família pobre, que morava em terrenos de ocupação irregular. Trabalhei muito tempo como diarista para poder sobreviver. Quando concluí meu curso de auxiliar de enfermagem, o Hospital me deu uma oportunidade e mudou completamente a minha vida. Hoje, tenho condições de ter a minha casa própria, meu carrinho e posso comprar carne para o meu filho. Tudo isso com o fruto do meu esforço para mudar minha realidade”, comemora.

Há 16 anos como funcionária do HUC, Nadira é pós-graduada com foco em Central de Materiais e Centro Cirúrgico pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) que, assim como o HUC, faz parte do Grupo Marista. “Já trabalhei em outras instituições, mas o Hospital Universitário Cajuru é diferente. Sempre falo para os meus colegas que essas paredes têm algo mágico, que eu não sei explicar. Acho que o olhar humanizado é o nosso grande diferencial, pois você sente que a instituição é uma família. Sinto prazer e realizada aqui dentro, pois sempre tive oportunidades de crescer. Comecei como auxiliar e fui ‘subindo os degraus’, sempre atenta aos cursos oferecidos pelo Hospital aos seus colaboradores”, completa.

Incentivo à solidariedade

Atualmente, o Hospital Universitário Cajuru conta com 944 colaboradores, 309 voluntários, 308 médicos e 110 residentes. Por ano, a instituição realiza em média 147 mil atendimentos, entre internamentos, urgências e emergências, cirurgias e consultas ambulatoriais. E para celebrar seus 63 anos, o HUC promove uma live comemorativa no dia 30 de agosto, às 19h30, no canal do YouTube do hospital e contará com chat ao vivo, depoimentos de voluntários, enfermeiras, pacientes e estudantes de medicina. Durante o evento, será lançado o “Amigo Essencial do Cajuru”, um programa de incentivo a doação para o Hospital.

“O Hospital Universitário Cajuru é uma instituição feita por pessoas que amam atender ao próximo. E a conscientização da população e da sociedade como um todo na arrecadação de fundos para a manutenção desse serviço, que hoje tem um déficit de cerca de R$ 1,5 milhão ao mês, é essencial”, comenta o diretor do hospital, Juliano Gasparetto. Os voluntários do hospital, que fazem parte do projeto que completa 15 anos em 2021, também serão homenageados para marcar ainda o Dia do Voluntariado (28/8).


 

Vera Cruz Casa de Saúde atinge padrões internacionais no tratamento da Covid-19

Hospital reduz em 40% tempo de permanência do paciente durante tratamento; índice de mortalidade é menor que média nacional




(Fotos: Matheus Campos)


O Vera Cruz Hospital, que dedica um espaço exclusivo para o atendimento às vítimas do novo coronavírus, atingiu, na última semana, ocupação de 75% dos leitos destinados à Covid-19, mesmo percentual do início da pandemia. O tempo de internação caiu 40% e a taxa de mortalidade registrada é menor que a média nacional, seguindo padrões internacionais. "Quando a pandemia teve início, tivemos casos de pacientes internados por 40 dias. Em alguns meses, reduzimos este tempo para 10 dias. Agora, nosso tempo de permanência está em torno de 5 a 6 dias, uma redução significativa, o que demonstra importante curva no aprendizado da ciência, além da redução no índice de mortalidade. Essa mudança se deve a uma dedicação intensa de profissionais que estudaram e aprenderam na linha de frente, trabalhando intensamente", explica Erickson Blun, diretor-presidente do Vera Cruz Hospital.

Atualmente, O Vera Cruz Casa de Saúde conta com 40 leitos de Terapia Intensiva e 30 leitos de quartos simples ou duplos para tratamento da Covid-19, sendo 10 destinados ao Sistema Único de Saúde (SUS), contratados pela Prefeitura Municipal de Campinas. Ainda temos condições de aumentar alguns leitos completos, com respiradores, bombas de infusão e monitores, caso tenhamos um crescimento dos casos", afirma Blun. Em 10 meses, a unidade atendeu mais de 25 mil pessoas, atingindo padrões internacionais no tratamento da doença. Foram mais de 700 pessoas que receberam alta desde março do ano passado.

Índices internacionais

Um estudo publicado na revista científica The Lancet Respiratory Medicine, divulgado em janeiro, mostrou que 80% dos pacientes que precisaram de ventilação mecânica, ou seja, foram intubados em razão da Covid-19, morreram no Brasil. A pesquisa traz uma análise retrospectiva de todos os 254.288 pacientes que foram hospitalizados no país com diagnóstico confirmado por meio do exame RT-PCR.

A Casa de Saúde revelou, no entanto, que na unidade esses índices são de 47%. A pesquisa revelou ainda que a mortalidade dos pacientes internados no Brasil é de 38%, enquanto no Vera Cruz Hospital ela atinge apenas 13%. "Com 6,5 mil casos confirmados da Covid-19 no Vera Cruz Casa de Saúde, a unidade conta com uma taxa de mortalidade de 1%, menor do que a média nacional, de 2,45%. Os números colocam o hospital em um patamar internacional. Nos Estados Unidos, por exemplo, a taxa é de 1,6%", explica Blun. Em São Paulo, a taxa de mortalidade atinge 3,3% e, em Campinas, 2,73%. "Tanto a redução do tempo de internação quanto a taxa de mortalidade em 1% reafirmam a seriedade na atuação do Vera Cruz Hospital em atuar com excelência junto aos pacientes. Porém, a nossa torcida é para que as vacinas cheguem para a população geral antes de um possível aumento nessa curva", avalia Blun.

No último dia 22, um grupo de 1,2 mil funcionários do Vera Cruz Hospital, que atuam na linha de frente ao combate da doença, foi imunizado com a primeira dose da vacina. "Uma sensação de alívio muito grande em momento importante e que indica que não estamos mais tão longe de uma vida normal", completa o diretor-presidente.

Todos os dados de inteira responsabilidade dos autores. NE. Informações enviadas por Assessoria de Imprensa e de Comunicação Social.

Bhte, 15/09/2020

Vera Cruz Hospital alerta para poder do diálogo na prevenção de suicídios  

Em ação do Setembro Amarelo, instituição reforça que falar sobre o assunto não aumenta riscos; “trata-se de uma emergência médica”, explica especialista 

 

Setembro, 2020 – Você sabia que é possível salvar vidas apenas batendo um papo? O ato de se dialogar sobre problemas ou sentimentos pessoais é tão poderoso que se transformou em uma hashtag especial do Vera Cruz Hospital para lembrar do Setembro Amarelo, o mês de combate ao suicídio: #VocêNuncaEstaráSozinho.

 

A cada 40 segundos uma pessoa tira a própria vida no Brasil e 17% das pessoas no País já pensaram, em algum momento, em cometer suicídio. Os dados constam na cartilha "Suicídio - Informando para Prevenir", elaborada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) em parceria com a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP). E ao contrário do que se presume, falar sobre o assunto não aumenta os riscos. Divulgar informações, como métodos de se identificar sintomas e sinais, e a relevância de se procurar por ajuda profissional, pode salvar vidas. Conversar sobre o problema alivia sentimentos de angústia, tensão, e pode ter papel fundamental no convencimento a potenciais suicidas em buscar auxílio assertivo.

 

“Aquela história de ‘cão que ladra, não morde’, é um mito. Quem fala, faz. E, muitas vezes, quem não fala, faz também. Quem fala, porém, se dá a oportunidade de ser ajudado. O que a pessoa precisa saber, nesta hora, é que ela nunca estará sozinha”, argumenta Gabriel Banzato, coordenador da Psicologia do Vera Cruz Hospital. “Muitas vezes, a pessoa que idealiza um suicídio não está pensando em tirar a própria vida. Está pensando em acabar com um sofrimento, com uma dor. Se esta dor for física, até um analgésico pode resolver. Mas, e se não for? Viver com dor é muito difícil. Por isso, a importância da conversa, da comunicação”, completa o especialista.

 

Na visão do médico psiquiatra responsável pelos Serviços de Interconsulta em Psiquiatria do Vera Cruz Hospital e do Vera Cruz Casa de Saúde, Petrus Raulino, o assunto tem de ser levado à sério também por se tratar de uma emergência médica. “Mais de 90% dos casos de suicídio são relacionados a transtornos mentais e principalmente a quatro grupos de transtornos psiquiátricos: o primeiro é relativo a transtornos de humor, como depressões e transtorno bipolar, por exemplo; o segundo é composto por transtornos pelo uso de substâncias psicoativas, como álcool e drogas; o terceiro grupo é de transtornos de personalidade, como, por exemplo, pessoas impulsivas ou com outro tipo de instabilidade emocional. O quarto e último é o que chamamos de transtornos psicóticos como a esquizofrenia. Portanto, transtornos mentais precisam ser avaliados em pessoas sob risco de suicídio para a abordagem adequada. E tentativas de suicídio são consideradas emergências médicas que devem ser atendidas, em um primeiro momento, por serviços de emergência em saúde”, explica.

 

Em 2003, a Organização Mundial da Saúde (OMS) instituiu o 10 de setembro como o Dia Mundial de Prevenção do Suicídio. O Setembro Amarelo começou em 2014 no Brasil, por meio do Centro de Valorização da Vida (CVV), do Conselho Federal De Medicina (CFM) e da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP).

 

“Precisamos derrubar alguns mitos sobre este assunto. O primeiro: ‘quando a pessoa decide cometer suicídio, ninguém consegue convencê-la do contrário’. Em mais de 50% dos casos as pessoas verbalizam antes. Portanto, buscam uma forma de apoio. A conversa é super importante, por este motivo, para ajudar a salvar vidas. O segundo é que ‘pessoas que possuem algum tipo de transtorno psiquiátrico que pode levar ao suicídio não procuram serviços de saúde’. Novamente, em mais de 50% dos casos, pessoas que tiveram ou têm - comportamento suicida passaram por serviços de saúde anteriormente, pois o transtorno mental, com frequência, não provoca apenas sintomas psíquicos, mas também sensações físicas, como falta de ar e angústia, para citar algumas”, reforça Raulino.

 

Segundo o especialista, o comportamento suicida varia de pensamentos e ideias até a concretização, passando por planos e planejamentos. E a tentativa de suicídio se caracteriza por uma emergência médica, pois precisa de intervenção imediata em razão do risco de morte.

 

Sobre o Vera Cruz Hospital

Em 76 anos de existência, o Vera Cruz Hospital é reconhecido pela qualidade de seus serviços, capacidade tecnológica, equipe de médicos renomados e por oferecer um atendimento humano que valoriza a vida em primeiro lugar. O Vera Cruz dispõe de 167 leitos distribuídos em diferentes unidades de internação, em acomodação individual (apartamento) ou coletiva (dois leitos), UTIs e maternidade. A Instituição conta também com setores de Quimioterapia, Hemodinâmica, Câmara Hiperbárica Monoplace, Radiologia (incluindo tomografia, ressonância magnética, densitometria óssea, ultrassonografia e raio-x), e laboratório com o selo de qualidade Fleury Medicina e Saúde. Em outubro de 2017, a Hospital Care tornou-se parceira do Vera Cruz. Em pouco mais de dois anos, a aliança registra importantes avanços na prestação de serviços gerados por investimentos em inovação e tecnologia. Em médio prazo, o grupo prevê expansão no atendimento com a criação de dois novos prédios erguidos na frente e ao lado do hospital principal, totalizando 17 mil m² de áreas construídas a mais. Há 30 anos, o Vera Cruz inaugurou e mantém a Fundação Roberto Rocha Brito, referência em treinamentos e cursos de saúde na Região Metropolitana de Campinas, tanto para profissionais do setor, quanto para leigos, e é uma unidade credenciada da American Heart Association.

 

Bhte, 07/08/2020

Procura por tratamento de pedra na vesícula aumenta após pandemia

 

Especialista do Hospital Santa Paula afirma que isolamento social gerou aumento de diagnóstico de casos e adiou tratamentos

 

São Paulo, agosto de 2020 - O relaxamento das ações de isolamento social, adotadas como medida preventiva à disseminação do novo coronavírus, levaram ao aumento na procura por diagnóstico e tratamento de pedras na vesícula, patologia conhecida como colelitíase. Apesar de ser assintomática na maioria dos casos, a doença, quando se manifesta, pode causar dor intensa e levar à complicações sérias.

Dr. Raphael Tadeu G. Lopes, cirurgião geral e cirurgião do aparelho digestivo do Hospital Santa Paula, explica que mudanças alimentares decorrentes da nova rotina imposta pela pandemia é um dos fatores que explica o aumento no número de casos. “Nesse período de isolamento em casa, muitas pessoas mudaram a alimentação e passaram a consumir mais alimentos gordurosos, em busca de conforto. Esse é um dos comportamentos de risco para a doença”, diz.

Além disso, o especialista aponta que muitas pessoas deixaram de procurar ajuda médica nesse período, por medo de contaminação. “São pacientes que já tinham recebido o diagnóstico, mas decidiram esperar para dar sequência ao tratamento e agora estão retornando ao consultório. E também existem aqueles que já apresentavam sintomas, como dor, mas adiaram a ida ao médico”, afirma Lopes. 

A demora em procurar o especialista, no entanto, aumenta o risco de complicações. A mais grave é a pancreatite aguda biliar (inflamação no pâncreas), que pode levar até mesmo à morte.

Causas e tratamento do cálculo na vesícula

A vesícula biliar tem papel importante na digestão. É um órgão em forma de bolsa, localizado abaixo do fígado, que tem a função de armazenar a bile - líquido produzido pelo fígado para metabolizar gordura no intestino. Uma das substâncias mais abundantes na bile é o colesterol, proveniente da alimentação. Quando essa solução está desequilibrada, o colesterol em excesso e em combinação com os sais biliares pode formar cálculos (pedras) dentro da vesícula.

Esse processo pode ser desencadeado por predisposição genética ou por fatores de risco, como uma dieta rica em gorduras e carboidratos e pobre em fibras, colesterol alto, diabetes, obesidade e, no caso das mulheres, uso prolongado de anticoncepcionais hormonais e elevação do nível de estrogênio.

Segundo o cirurgião, a maioria das pessoas que têm pedras na vesícula não apresentam sintomas e podem conviver com o problema durante anos, só descobrindo a doença com realização de exames de imagem. No entanto, os cálculos podem migrar para os ductos biliares, que levam a bile até o intestino, obstruindo o fluxo. “Quando isso acontece, a pessoa passa a sentir dor intensa no lado direito do abdômen ou nas costas, especialmente após as refeições. A dor pode estar associada à perda da coloração das fezes (acolia fecal), coloração amarelada da pele e olhos (icterícia) e intensificação da cor da urina (colúria). Outros sintomas são náuseas, vômito e febre”. A complicação mais comum dessa obstrução é a inflamação da vesícula, chamada colecistite aguda. Já a mais grave é a inflamação do pâncreas.

O diagnóstico do cálculo na vesícula é feito com apoio da ultrassonografia abdominal. “Na maioria dos casos assintomáticos, o problema é detectado em exames de rotina”, conta Raphael Lopes. Uma vez identificado o problema, é necessário manter o acompanhamento com o especialista para definir o momento oportuno para realização do tratamento definitivo, que nesse caso é a cirurgia (colecistectomia). “A colecistectomia é a retirada da vesícula junto com os cálculos, feita por videolaparoscopia - cirurgia minimamente invasiva -, e após um período curto de recuperação o paciente retoma sua vida normal, mantendo apenas uma dieta mais saudável, com menor quantidade de gordura”.

 

Sobre o Hospital Santa Paula 

O Hospital Santa Paula é um centro de excelência em saúde localizado na zona sul de São Paulo. Pertence à Rede Ímpar, que congrega 7 hospitais nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal e que se uniu à DASA, líder em medicina diagnóstica no Brasil, com mais de 30 marcas de laboratórios no País e GSC Integradora de Saúde. 

Inaugurado em 1958, tem como foco a alta complexidade, atuando em mais de 30 especialidades médicas, com destaque para Oncologia, Cardiologia, Neurologia e Ortopedia. 

Com uma área de 18 mil metros quadrados, dividida em três edifícios, possui 200 leitos, sendo 50 deles destinados especificamente à Terapia Intensiva. Além disso, dispõe de Centro Cirúrgico com nove 9 salas de cirurgia e dez leitos de recuperação anestésica. Anualmente, realiza 9 mil procedimentos cirúrgicos, 14 mil internações e atende aproximadamente 100 mil pacientes no Pronto Atendimento. Conta com mais de 1,2 mil colaboradores diretos e indiretos e possui em seu corpo clínico 2,4 mil médicos cadastrados. 

Em 2012 conquistou a certificação Joint Commission International (JCI) e em 2014 conquistou certificação JCI para tratamento de AVC. Em 2018, obteve o Selo Pleno do Hospital Amigo do Idoso, da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo. Naquele mesmo ano, recebeu a Certificação Internacional da Healthcare Information and Management Systems Society (HIMSS) estágio 7 (grau máximo), uma das associações internacionais de maior prestígio mundial no setor de saúde. A instituição foi a primeira de São Paulo a conquistar o nível máximo da EMRAM - Electronic Medical Record Adoption Model -, se consolidando como hospital totalmente digital (paperless)


contato para leitura do Jornal de Saúde : contato@jornaldeaude.gmail.com 31-97110-6665

jornaldesaude@gmail.com

Música

Formigamento na mão usando o celular? Pode ser um problema no nervo!

Resultado de imagem para foto  de pessoa segurando celularSão Paulo, 29 de dezembro de 2016 - Atualmente, é impossível pensar em uma vida sem celular. O aparelho tornou-se indispensável para amaioria das pessoas. A facilidade de acesso aos smartphones e a internet mobile fazem com que oBrasilseja o terceiro país do mundo a permanecer mais tempo online, segundo dados da pesquisa GlobalWebIndex 2015. O estudo mostra que o brasileiro fica, em média, três horas e quarenta minutos conectado a um celular todos os dias.

 

Porém, a utilização do telefone móvel por um período prolongado pode trazer diversos riscos à saúde tanto do pescoço e da coluna quanto do braço. Em geral, a maioria deles está relacionado à postura inadequada ao segurar o celular, principalmente por um longo período.

 

“Se prestarmos atenção, a posição em que o braço geralmente fica quando usamos o celular é com o cotovelo bem dobrado e com o punho bem estendido. Esta flexão total do cotovelo pode aumentar em até três vezes a pressão sobre o nervo ulnar, causando formigamento nas mãos”, alerta o coordenador do Centro de Nervos Periféricos do Hospital Samaritano de São Paulo, Dr. Luciano Foroni.

 

O nervo ulnar tem origem no plexo braquial, que é o conjunto de nervos responsável por todos os movimentos e pela sensibilidade do braço, antebraço e mão de uma pessoa. “A função do nervo ulnar é, principalmente, dar sensibilidade ao dedo mínimo, à metade do anelar e à região que vai da mão até o punho”, explica o especialista. Além disso, o nervo tem sua função atrelada à parte dos movimentos de dobrar o punho, dedos e a maior parte dos músculos da mão.

 

Existem duas regiões onde o nervo ulnar pode ser comprimido: na região do cotovelo e na região da mão (canal de Guyon). “Sabe quando batemos a parte de dentro do cotovelo e dá aquele choque que vai até o dedinho? É exatamente a manifestação da batida sobre o nervo ulnar. Ele passa exatamente atrás dessa estrutura óssea saliente na região medial do cotovelo em um espaço chamado sulco retroepicondilar”, afirma Dr. Foroni.

 

Os sintomas decorrentes dessa compressão sobre o nervo ulnar podem se iniciar com um formigamento, uma dormência ocasional nos dedos mínimo e anelar durante alguma atividade como, por exemplo, usar o celular. De acordo com o médico, os sintomas podem evoluir para uma dormência mais contínua, dor na região do cotovelo e um formigamento persistente, podendo chegar a um quadro mais grave de fraqueza e até atrofia dos músculos da mão.

 

O tratamento pode ser feito com fisioterapia e, em casos mais graves, é necessária uma cirurgia para que o nervo não continue apertado e o quadro não progrida.




Hospital Samaritano de São Paulo

Um dos principais centros de excelência em saúde do País, o Hospital Samaritano de São Paulo completou 121 anos de atividades em 2015. Fundado em 25 de janeiro de 1894, nasceu como primeiro hospital privado da capital paulista e hoje é uma das poucas instituições de saúde que permanece em atividade, em duas passagens de séculos, com recursos do próprio negócio.

É um hospital especializado em Cardiologia, Gastroenterologia, Neurologia, Ortopedia, Oncologia, Trauma, Transplante, Urologia e Ginecologia, Obstetrícia e Perinatologia, com atendimento completo e integrado aos pacientes, com acompanhamento em todas as etapas do tratamento. Além disso, oferece Serviço de Emergência Especializada 24 horas em Ortopedia, Cardiologia, Neurologia e Trauma.

O Complexo Hospitalar do Hospital Samaritano conta com 19 andares, 310 leitos de internação e Unidade de Terapia Intensiva, além de um Centro Cirúrgico com 16 salas para a realização de procedimentos de alta complexidade. Desde 2004, é certificado pela Joint Commission International (JCI), um dos mais importantes órgãos certificadores de padrões de qualidade hospitalar no mundo.

 

 

5,00
 

 

 

contato@jornaldeaude.gmail.com

 
 
 
 
Rua Além Paraíba, 191/201 - Bairro Lagoinha - Belo Horizonte - Minas Gerais - Cep 31210-120 - celular e what sapp - 31 - 97110-6665 e 9923-24188 - jornaldesaude.com.br - jornaldesaude@gmail.com - facebook.com/jornaldsaude - blogspot: jornaldesaude e twitter.com/jornaldesaudegoogle-site-