Onde a escassez de água já provoca guerras no mundo (e quais as áreas sob risco iminente)

 
Falta de água afeta aproximadamente 40% da população mundial e está causando conflitos e migrações. Uma equipe de especialistas usa inteligência artificial para prever de onde serão os futuros embates por esse recurso vital.
Sandy Milne - BBC Future
29 ago
Falta de água afeta aproximadamente 40% da população mundial e está causando conflitos e migrações
Falta de água afeta aproximadamente 40% da população mundial e está causando conflitos e migrações
Foto: Asaad Niazi/AFP/Getty Images / BBC News Brasil
Em entrevista à BBC via Zoom de seu apartamento em Amsterdã, Ali al Sadr faz uma pausa para beber de um copo de água filtrada e limpa.

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Percebendo a ironia, ele solta uma risada. "Antes de deixar o Iraque, eu lutava todos os dias para encontrar água potável", diz ele. Três anos antes, al Sadr participou de protestos de rua em sua cidade natal, Basra. Os manifestantes exigiam ações concretas das autoridades diante da crescente crise de água na cidade.

"Antes da guerra, Basra era um lugar bonito", acrescenta o jovem de 29 anos. "Eles costumavam nos chamar de Veneza do Oriente."

Limitada de um lado pelo rio Shatt al Arab, a cidade é cortada por uma rede de canais.

Sadr diz que adorava trabalhar ao lado dos canais como estivador. "Mas quando saí, eles estavam jogando esgoto não tratado nos cursos d'água. Não podíamos nos lavar, o cheiro me deu enxaqueca e, quando finalmente fiquei doente, passei quatro dias na cama."

No verão de 2018, a água contaminada enviou 120 mil residentes aos hospitais da cidade e, quando a polícia abriu fogo contra os manifestantes, Al Sadr teve sorte de escapar com vida. "Em um mês, fiz as malas e fui para a Europa", conta.

Histórias como a de Al Sadr estão se tornando muito comuns em todo o mundo. Um quarto da população mundial enfrenta agora uma grave escassez de água por pelo menos um mês por ano e, como no caso de Al Sadr, a crise está levando muitos a buscar uma vida mais segura no exterior.

A escassez de água afeta aproximadamente 40% da população mundial e, segundo estimativas das Nações Unidas e do Banco Mundial, secas poderiam colocar 700 milhões de pessoas em risco de deslocamento em 2030.

Protestos em Basra em 2018 por causa da contaminação da água na cidade
Protestos em Basra em 2018 por causa da contaminação da água na cidade
Foto: HAIDAR MOHAMMED ALI/AFP via Getty Images / BBC News Brasil
"Se não tem água, as pessoas começam a ir embora", disse Kitty Van Der Heijden, chefe de cooperação internacional do Ministério de Relações Exteriores dos Países Baixos e especialista em hidropolítica.

Muitos observadores como Van der Heijden estão preocupados pelo que poderia acontecer. "Se não há água, os políticos vão tentar controlar esse recurso e é possível que comecem a brigar por ele."

Ao longo do século 20, o uso mundial de água cresceu mais do que o dobro da taxa de crescimento populacional. Essa dissonância está levando atualmente muitas cidades a racionar água, de Roma e Cidade do Cabo a Lima e municípios do Brasil.

A crise da água tem estado todos os anos, desde 2012, entre os cinco maiores perigos na lista de Riscos Globais por Impacto do Foro Econômico Mundial.

Em 2017, secas severas contribuíram para a pior crise humanitária desde a Segunda Guerra Mundial, com 20 milhões de pessoas na África e Oriente Médio se vendo obrigadas a abandonar suas casas devido à escassez de alimentos e aos conflitos envolvendo acesso a água.

A relação entre guerra e água
Peter Gleick, diretor do Pacific Institute, com sede em Oakland, Califórnia, passou as últimas três décadas estudando o vínculo entre a escassez de água, guerras e migração. Ele acredita que os conflitos por água estão aumentando. "Com raras exceções, ninguém morre literalmente de sede", disse Gleick.

"Mas cada vez mais pessoas morrem por causa de água contaminada ou devido a conflitos por acesso a água."

Matéria publicada no Portal Terra e veiculada no Canal Jornal de Saúde
url: https://www.terra.com.br/noticias/mundo/onde-a-escassez-de-agua-ja-provoca-guerras-no-mundo-e-quais-as-areas-sob-risco-iminente,5eb7fb8db48882887454b6049b2edc3deebdmap1.html

Loteamento em Contagem -MG. sem água, luz, esgoto e infraestrutura em geral, escola, supermercados e depois

Mesmo assim, as pessoas estão preocupadas com essa situação ecológica e de Meio Ambiente que ocorre no Brasil e muito em Minas Gerais, "Desmatamento em tempo real. Estão abrindo rua a partir da rua Retiro das Aves no Campo Alegre. Mais um loteamento clandestino nascendo na área rural de Contagem.

Por favor compartilhe até chegar aos fiscais.". Quem sabe do trauma que um loteamento e a venda, clandestinos, causam, somente quem viveu situação de rua e favela, pode relatar o sofrimento e a frustração final. E, o Poder Público, é omisso.

Marcelo dos Santos - jornalista -MTb 16.539 SP/SP

 

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Meio Ambiente

Bhte, 23/06/2021

Mudança climática em ação

 

A mudança climática mergulhou o oeste dos Estados Unidos em sua pior seca em duas décadas . E uma onda de calor recorde só piorou as coisas.

 

No Arizona e em Nevada, está tão quente que os médicos alertaram as pessoas que elas poderiam ter queimaduras de terceiro grau no asfalto. Incêndios florestais ocorreram em Montana e Utah. As redes de energia no Texas ficaram tensas quando as autoridades pediram aos residentes que limitassem o uso de eletrodomésticos para evitar apagões.

Os níveis no Lago Mead, que fornece água para milhões de pessoas, são os mais baixos desde a década de 1930. Em um lago da Califórnia, a água era tão rasa que os oficiais avistaram destroços de avião de um acidente em 1986.

 

E isso é apenas nos EUA. Especialistas dizem que as temperaturas globais continuarão subindo à medida que os países - e as empresas - deixam de limitar suas emissões, que causam o aquecimento do planeta. Os países menores geralmente pagam o preço da poluição das nações mais ricas devido ao clima extremo. “A maioria desses gases veio dos Estados Unidos, China, União Europeia, Rússia e outros países desenvolvidos”, escreve Bernard Ferguson. No entanto, ilhas como as Bahamas, de onde Ferguson é, "estão na linha de frente da crise climática".

Os problemas no Ocidente e em todo o mundo são mais uma evidência de que a mudança climática já está nos afetando. Mas também há motivos para esperança.

 

Quais são as soluções?

Para a questão climática da The Times Magazine, Ezra Klein conversou com especialistas para comparar o progresso político nos Estados Unidos com a escala da crise. “Nossa política co-evoluiu com um século de combustíveis fósseis e, portanto, uma grande parte de nossos regulamentos ainda favorece o incumbente, que são os combustíveis fósseis”, disse Saul Griffith, cientista e fundador de uma organização sem fins lucrativos.

Na Austrália, disse Griffith, um quilowatt-hora de energia gerada por painéis solares de telhado custa cerca de um terço do que custaria de uma rede elétrica dos Estados Unidos. “Podemos baratear o futuro energético de todos, mas a política tem que trabalhar com tecnologia, que tem que trabalhar com finanças”, disse ele.

As cidades estão se adaptando de outras maneiras: Tucson, Arizona, é líder nacional na reciclagem de águas residuais para irrigação e combate a incêndios. Distritos na Califórnia estão investindo bilhões em infraestrutura para armazenar água para secas futuras.

Mais globalmente, outra matéria da revista, de Aurora Almendral, enfoca a redução da pegada de carbono do comércio marítimo . Os navios de carga estão entre as maiores máquinas do planeta, e o transporte marítimo gera 2,9% das emissões globais de dióxido de carbono - quase tanto quanto toda a América do Sul. Alguns especialistas acreditam que usar o vento em velas modernas pode reduzir consideravelmente esse número.

Outras empresas estão desenvolvendo técnicas de fabricação mais ecologicamente corretas que reutilizariam o dióxido de carbono em materiais de construção, combustíveis, plásticos e até mesmo em rações para peixes.

“Você pode acordar de manhã em um colchão feito de CO2 reciclado”, escreve Jon Gertner. “Você pode dirigir seu carro - com peças feitas de CO2 da chaminé - em estradas feitas de concreto curado com CO2. E no final do dia, você pode saborear a vodka carbontech enquanto prepara o jantar com alimentos cultivados em uma estufa enriquecida com CO2 reciclado. ”

Para saber mais: quando os incêndios florestais atingem o oeste, o foco geralmente é a devastação imediata. Mas os danos que causam ao abastecimento de água podem durar anos.

 

 

“Qual o real impacto socioeconômico da exploração de ouro e diamantes na Amazônia?”  

29/01/2021

Novo Estudo Escolhas discute os impactos da exploração de ouro e diamantes para a saúde, a educação e o PIB per capita de municípios da região amazônica

A exploração de ouro e diamantes na Amazônia tem sido um dos grandes temas de debate nos últimos anos e se intensificou neste governo, juntamente com o aumento do desmatamento e dos conflitos armados pelo uso da terra. Essa semana, ao mesmo tempo em que reforçou seu compromisso para a conservação da Amazônia no Fórum Econômico Mundial, o Vice-Presidente Hamilton Mourão se reuniu com representantes do garimpo, que buscam regularizar operações na Amazônia, hoje ilegais, e também a exploração mineral em áreas protegidas.

Mas, afinal, a exploração mineral traz avanços socioeconômicos? Por quanto tempo? Essas e outras perguntas foram abordadas no Webinar Escolhas de quinta-feira 28 de janeiro, que apresentou os resultados do estudo “Qual o real impacto socioeconômico da exploração de ouro e diamantes na Amazônia?”.

O documento, elaborado por uma equipe interdisciplinar de especialistas em desenvolvimento regional liderada por Carlos Manso, pesquisador do Laboratório de Estudos da Pobreza, da Universidade Federal do Ceará, aborda a extração desses minerais nos municípios da Amazônia Legal e seus impactos  em aspectos importantes para a população local, como a saúde, a educação e o PIB per capita, buscando entender se essa atividade é capaz de transformar a realidade dos municípios e, a partir disso, abrir o debate sobre que atividades devem ser incentivadas em cada região.

Conheça os resultados

A gerente de projetos e produtos do Escolhas Larissa Rodrigues comenta que o estudo traz dados inéditos, resultantes da análise da mineração sob o aspecto econômico. Isso acontece em um momento em que a pressão pela busca pelo ouro tem aumentado na Amazônia, avançando inclusive sobre áreas sensíveis, como Terras Indígenas e Unidades de Conservação, visto que há um apetite de investidores por ativos financeiros como o ouro.

“O que vimos com o estudo é que a exploração de ouro e diamantes gera um efeito apenas temporário, já que a atividade não é capaz de alterar indicadores importantes para o município. Ano passado, ultrapassamos a marca 100 ton de extração de ouro, movimentando quase US$ 5 bilhões. Com quem está essa riqueza? Os recursos são retirados e não há desenvolvimento. O que sobra é um rastro de destruição ambiental e uma população doente e sem educação”, diz Larissa.

De acordo com ela, ao mostrar o real -e baixo- impacto socioeconômico da extração mineral para os municípios amazônicos, o estudo questiona a própria insistência na atividade minerária.

“Ninguém quer uma população pobre, sem educação e doente. Então, para que tanta pressão para abrir terras indígenas ou unidades de conservação? Os resultados mostram que, em vez de investir em uma atividade que não está trazendo desenvolvimento para as pessoas, deveríamos investir em novas alternativas de desenvolvimento”, comenta Larissa.

Sobre o evento 

Durante o webinar de lançamento, Carlos Manso, do Laboratório de Estudos da Pobreza, da Universidade Federal do Ceará, apresentou os resultados do trabalho, que comparou municípios amazônicos que tiveram a ação de extração de ouro e diamantes com outros com características semelhantes e que não receberam a atividade. Assim, pôde-se medir o impacto isolado da extração de ouro e diamantes  e perceber que os impactos da atividade são temporários. 

“O estudo avaliou os impactos da extração de ouro e diamante em municípios da Amazônia Legal e mostrou que o único efeito persistente foi sobre emprego e renda, enquanto há efeitos temporários que se dissipam rapidamente nos outros indicadores, como PIB per capita, educação e saúde, que é ainda menor”, comentou Manso, acrescentando que o estudo comprovou que a atividade causou desmatamento no período em que os municípios foram expostos à extração minerária.

Para o debate, participaram representantes de diferentes setores da sociedade, como Marco Aurélio Costa, representante do INCT em Políticas Públicas e Desenvolvimento Territorial (INPuT); Rinaldo Mancin, diretor de Relações Institucionais do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM); e Sônia Guajajara, coordenadora executiva da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib).

Primeira a falar, Sônia trouxe para a discussão a ótica das pessoas atingidas pela atividade, ressaltando a questão da saúde e as inúmeras tentativas governamentais e legislativas para ampliar as áreas de mineração. “Em meio à pandemia, o Ministério de Minas e Energia soltou uma portaria dizendo que mineração é atividade essencial. A pergunta é: essencial para quem?”, questiona a coordenadora executiva da Apib, acrescentando que é necessário pensar em outras formas de geração de renda: “pensar desenvolvimento é pensar o coletivo, com boa educação, saúde pública, oportunidade de lazer, água limpa”, completa.

Em seguida, representando as mineradoras, Rinaldo Mancin, diretor de Relações Institucionais do Instituto Brasileiro de Mineração, ressaltou a importância de diferenciar a mineração empresarial, que, segundo ele, possui regras mais fortes e contribuições para a conservação do meio ambiente, do garimpo artesanal e ilegal. 

Mancin reforçou a importância do setor mineral e afirmou que “os desastres [como os de Mariana ou Brumadinho] são exceção, não regra”.

Fechando as falas, o pesquisador do IPEA e  Coordenador Nacional do INCT / INPuT, Marco Aurélio Costa abordou o conceito de cidades minério-dependentes. Segundo ele, “um dos traços da relação de minério-dependência é uma evidente produção de riqueza, mas que não é necessariamente retida, e a parte que é retida não é distribuída e não contribui para a transformação do território”, explicou Costa, que trouxe sua experiência pessoal ao citar o caso do Vale do Jequitinhonha, “uma região que tem um histórico de exploração mineral, mas que não se desenvolveu”.

O relatório completo e o sumário executivo do estudo “Qual o real impacto socioeconômico da exploração de ouro e diamantes na Amazônia?” estão disponíveis no site do Escolhas. Clique aqui para acessar esses e outros materiais: escolhas.org/biblioteca

Conheça também a campanha “De onde vem o ouro?”, que aborda a necessidade de um controle rígido para a compra de ouro, diminuindo a exploração e comércio ilegais. Saiba mais em escolhas.org/amazoniasemgarimpo/

 

Veja mais:

Gravação completa do evento em: https://youtu.be/_pqtCWsDkLs

Texto para Discussão “A nova corrida do ouro na Amazônia”  

Podcast Escolhas #4: “Crise do coronavírus, preço do ouro e a cobiça do garimpo pelas terras indígenas” 

Podcast Escolhas #14: “De onde vem o ouro?” – Especial Papo Ninja 

 

outubro, 29/2020

Os animais irracionais surpreendem ao fazer coisas sensacionais e o Min. Do Meio Ambiente, perde feio pelos seus atos impensados de maldade

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, durante cerimônia no Palácio do Planalto (29/09/2020) - Gabriela Biló/Estadão Conteúdo

Sem ofender, mas ofendendo, já que este senhor é da geração do Chaves, há certos animais irracionais, porque não possuem inteligência, raciocínio que diferenciam dos outros animais, o homem com inteligência e raciocínio.

É inegável, que este senhor Ministro é gênio do mal, processado como secretario de Meio Ambiente em São Paulo, de extrema direita, ao menos na fala, os fins justificam os meios, e na prática, mais ainda, com sua Política arrojada junto com o o materialismo, sem realismo, mas perseguitório de Jair Bolsonaro, destruíram parte ou grande parte da Amazônia, dos Mato Grossos, Sul e Norte, Tocantins e várias regiões do país cujo os aldeões, na sua santa ignorância que já era feita, seguiu o chefe nas suas promessas megalomaníacas de terras, plantação e dinheiro, muito dinheiro. O que não se confirmará.

Mas, a destruição, sim, esse será, é o legado de Ricardo Salles, parece um homem jovem que não se conhece, não se encontra e não sabe olhar um palmo além do que ele decora e é mandato fazer. Na soma final, o animal irracional, leva a melhor em tudo isso, não fala, mas sente, por isso alguns são considerados "gênios" ao fazer coisas sensacionais, e não maldades.

Leia mais o homem acima de críticas, o sempre certo, o oniciente e onipresente do Meio Ambiente brasileiro:https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2020/10/28/apos-ser-criticado-por-maia-ricardo-salles-o-chama-de-nhonho-no-twitter.htm

fevereiro, 18, 2020

Navio fantasma mortal do Iêmen Um petroleiro abandonado com mais de um milhão de barris de petróleo a bordo é uma catástrofe


O FSO Safer está ancorado a cinco milhas náuticas da costa de Ras Isa, na costa oeste do Iêmen.
A oito quilômetros da costa do Iêmen, encontra-se uma bomba flutuante. Um navio de armazenamento de petróleo chamado FSO Safer está sentado mais ou menos sem vigilância no Mar Vermelho há meia década.

Vítima da atual guerra civil do Iêmen, o Safer entrou em um estado de mau estado, com a ferrugem se espalhando pelo casco e equipamentos de bordo. Ela é embalada com mais de um milhão de barris de petróleo bruto, que, ao longo do tempo, acredita-se ter liberado gases inflamáveis ​​de forma constante, o que significa que o Safer poderá explodir se ela não começar a vazar enormes volumes de petróleo no mar.

Isso causaria uma enorme catástrofe ambiental - que afetaria a vida de milhões de pessoas na região. Como este navio acabou em um estado tão triste?

O FSO Safer foi construído em 1976 no Japão e por cerca de 10 anos navegou nos oceanos do mundo como um navio petroleiro. Em 1987, ela foi convertida em uma instalação de armazenamento estacionário para a empresa de petróleo Safer e levada para uma posição offshore perto da costa do Iêmen. Com uma capacidade total de três milhões de barris de petróleo, o Safer se tornou uma infraestrutura útil, mas não particularmente especial.

Quando a guerra eclodiu no Iêmen em março de 2015, poucas pessoas pensaram muito no navio. Ele e muitos outros ativos pertencentes à mesma empresa foram rapidamente apreendidos pelos rebeldes houthis. Mas, diferentemente das instalações e dutos terrestres, o Safer agora se encontra em uma situação especialmente precária. Sentado no mar, ele está corroendo rapidamente enquanto falamos.


O FSO Safer fica a oito quilômetros da costa oeste do Iêmen | Mapa criado com o Datawrapper.
O conflito no Iêmen provou ser longo e complicado, sem fim à vista. O governo internacionalmente reconhecido no país, atualmente apoiado pela Arábia Saudita, não tem acesso ao Safer porque o navio permanece sob controle de Houthi. Analistas dizem que os Houthis estão usando o Safer como alavanca.

"Eles o consideram refém e querem mantê-lo porque podem ameaçar as forças da coalizão no Mar Vermelho", diz o pesquisador econômico iemenita Abdulwahed Al-Obaly.

Al-Obaly é um funcionário da empresa Safer. Ele diz que o FSO Safer deveria ser substituído por uma instalação de armazenamento em terra anos atrás, mas o projeto nunca foi concluído. Em 2015, milhões de dólares por ano estavam sendo gastos em custos de manutenção acumulados pelo navio, diz Al-Obaly. Ele explica como os gases explosivos que se acumulam nos tanques de armazenamento do Safer ao longo do tempo precisam periodicamente ser aspirados. Desde o início da guerra civil, pouca ou nenhuma manutenção foi realizada.

"Qualquer tipo de navio que se sente no mar ou se movimenta no mar precisa ser mantido regularmente", diz Laleh Khalili, professor de política internacional da Queen Mary University London.

Na ausência de lixamento e pintura constantes do casco, o Safer foi essencialmente deixado apodrecer. E enquanto o professor Khalili observa que os navios-tanque capturados em meio a conflitos passados ​​na região já sabiam vazar petróleo antes, o volume de petróleo no Safer o coloca em uma liga própria.

"Isso torna muito mais uma preocupação", diz ela.

A estratégia houthi de usar o Safer como moeda de troca é potencialmente desastrosa. Se os gases a bordo incendiarem, os especialistas temem que possam causar uma explosão gigantesca mortal para qualquer pessoa ou transporte na vizinhança na época. Além disso, o Mar Vermelho é um corpo de água particularmente salgado, o que significa que o casco do Safer está corroendo mais rápido do que em outras partes do mundo.

Mas piora. Os 1.15m de barris de petróleo a bordo são o Marib Light, um tipo de petróleo que se mistura mais facilmente com a água, explica o Dr. David Soud, da IR Consilium, consultoria de segurança marítima que acompanha a situação do FSO Safer.

Se esse óleo começar a fluir do casco enferrujado para o Mar Vermelho, poderá formar um derramamento aproximadamente quatro vezes maior que o derramamento da Exxon Valdez em 1989 - e com o petróleo bruto que se mistura na coluna d'água.

"Não será o tipo de derramamento que se depositará no fundo ou simplesmente no topo", diz Soud.

Isso significa que o Safer representa uma ameaça significativa para os recifes de coral nas proximidades, vida marinha e também usinas de dessalinização na região que fornecem água potável para países próximos, como a Arábia Saudita.

Temia-se que um vazamento tivesse começado em dezembro passado, mas estes se mostraram infundados, de acordo com imagens de satélite analisadas por Samir Madani, co-fundador do TankerTrackers.com. Ainda não há sinais de um grande vazamento, ele acrescenta.


 

outubro, 16, 2019

Desmatamento está entre principais causas de surtos de doenças infecciosas em humanos, diz estudo

Sem as áreas naturais, insetos se proliferam com mais facilidade e migram para as regiões urbanas. Nas últimas três décadas, a presença de doenças transmitidas por mosquitos dobrou no Brasil

As mudanças de uso da terra, geradas principalmente pelo desmatamento, monocultura, pecuária em grande escala e mineração, estão entre as principais causas de surtos de doenças infecciosas em humanos e pelo surgimento de novas doenças no continente americano. Essa é uma das conclusões apontadas no Relatório de Biodiversidade da ONU, que analisou mais de 15 mil pesquisas científicas e informações governamentais durante três anos.

“Os bens e serviços fornecidos pela natureza são os fundamentos definitivos da vida e da saúde das pessoas. A qualidade do ambiente em que vivemos desempenha papel essencial na nossa saúde. Em ambiente natural, com florestas intactas, mamíferos, répteis, aves e insetos se autorregulam. O desmatamento, somado à expansão desordenada das áreas urbanas, faz com que os animais migrem para as cidades. No caso dos mosquitos, que são vetores de muitas doenças, a crise climática e o aumento da temperatura também trouxeram condições favoráveis à reprodução desses indivíduos. Nas cidades, eles passam a se alimentar também do sangue das pessoas, favorecendo a transmissão de enfermidades”, explica a gerente de Conservação da Biodiversidade da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, Leide Takahashi.

Nessa linha, a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Convenção da Diversidade Biológica (CDB) reconheceram que a biodiversidade e a saúde humana estão fortemente interligadas e, durante a COP-13, em 2016, recomendaram uma série de ações. Segundo a OMS, ao menos 50% da população mundial corre o risco de contaminação por doenças transmitidas por mosquitos, chamadas de arboviroses. No Brasil, o Ministério da Saúde estima que o número de arboviroses tenha dobrado nas últimas três décadas. Algumas delas, como malária, dengue, febre amarela e zika, já causaram surtos em áreas urbanas.

Doutora em Ciências Florestais, Leide destaca ainda que a conservação do patrimônio natural é importante para o controle de outras doenças, especialmente as mentais. O contato com a natureza é capaz de diminuir a ansiedade e o estresse, contribuindo com o bem-estar da população. “A natureza nos fornece água, ar puro, alimentos e outros recursos essenciais para o nosso dia a dia. Precisamos encontrar um ponto de equilíbrio para que as pessoas aproveitem esses recursos de forma responsável, sem prejudicar a fauna e a flora e sem colocar as próximas gerações em risco”, afirma Leide, que também é membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza.

Material de Assessoria de Imprensa da Fundação do Grupo Boticário

 

 


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Sem dizer que o Estado brasileiro que antes era intervencionista na economia, subsidiado e transferidor de recursos, menos, pois havia feito um modelo de empresas do Estado, onde tudo era montado por tecnocratas do governo. Obviamente que houve o progresso que a administração civil de Juscelino Kubstichek queria e planejara para o Brasil, não podemos dizer que ele planejou tudo. Apenas construiu Brasília e trouxe a Volkswagen para o Brasil, a primeiro automobilística do Brasil. Não deu golpe na Constituição e saiu e queria voltar a ser presidente. Mas, a ditadura que lhe invejava e vigiava, todo tempo entrou em ação, eivada com os dólares norte-americanos contra o comunismo castrista e da União Soviética, que nunca existiram, como tal. Sim, uma ditadura. Entenda-se semanticamente.



 







 

Abril 27, 2017


 

Fevereiro 16, 2017

34º BH ITINERANTE
CURSO DE EXTENSÃO EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL

1º SEMESTRE DE 2017

CENTRO DE EXTENSÃO EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL / SALA VERDE - SMMA

GERÊNCIA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL
SECRETARIA MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE
PREFEITURA DE BELO HORIZONTE



O que é: 
Curso de Educação Ambiental, com abordagem socioambiental, tendo a cidade de Belo Horizonte como espaço de ensino e aprendizagem.

 Objetivo: 
Formar Agentes Ambientais visando a promoção de ações socioambientais.

 Conteúdo Programático:
Agenda 21; aspectos naturais; ambiente urbano; redes socioambientais; políticas públicas.

 Metodologia: 
Atividades interativas e lúdicas, relatos de experiência, aulas de campo, com a utilização do Expresso Ambiental (ônibus exclusivo para realização de atividades de educação ambiental) .

         Trabalho final: 
É proposta uma atividade prática de planejamento e realização de uma Oficina de Educação Ambiental ou Travessia.

 Informações Gerais do Curso:
Período: de 08/03 a 28/06 de 2017, quartas-feiras.
Horário: das 8h às 12h
Carga Horária: 108 horas
Vagas para cursistas: 36
Vagas para monitores voluntários: 3
Público: cidadãos maiores de 16 anos de idade.

         Inscrições:
Período: 20 e 21 de Fevereiro de 2017
Horário: de 09h às 17h
Local: Centro de Extensão em Educação Ambiental / Sala Verde - SMMA
Av. Álvares Cabral, 217 / 15º andar - Bairro Centro - Belo Horizonte

Requisitos para o processo seletivo :

1º) Terão prioridade os candidatos que apresentarem o maior número de certificados referente às atividades educativas oferecidas pela Gerência de Educação Ambiental - GEEDA / SMMA, de acordo com a seguinte ordem de importância:
a) Curso de Extensão em Educação Ambiental “Educação para o Risco Socioambiental”;
b) Oficinas de Educação Ambiental, Visitas Orientadas, Travessias/Circuitos Ambientais, Ambiente em Foco, Agentes Ambientais em Ação e Ciclo de Estudos sobre Riscos Socioambientais;
c) Atividades educativas promovidas pelos Centros Regionais de Educação Ambiental da SMMA;
d) Oficina ou Travessia promovidas pelos cursistas como trabalho final.
Observação: nos itens b, c e d será considerada a somatória das atividades realizadas.

2º) Candidatos que não tiverem participado de nenhuma atividade educativa oferecida pela Gerência de Educação Ambiental da SMMA;

3º) Candidatos que já tiverem sido selecionados para edições anteriores do curso BH Itinerante.
Observação: Para todos os itens, no caso de empate, será considerada a ordem de inscrição.

As inscrições deverão ser feitas pessoalmente ou por representanteportando autorização assinada pelo interessado(a), constando o número da carteira de identidade e CPF e apresentando certificados das atividades educativas oferecidas pela GEEDA, das quais tenha participado.

Certificação:
A concessão de certificado estará condicionada a presença mínima em 75% do curso.

Requisitos para o processo seletivo dos Monitores Voluntários:

1º) Apresentar certificado do curso BH Itinerante;

2º) Declarar ter disponibilidade para participar da organização e desenvolvimento do curso, semanalmente, às segundas-feiras, das 10h às 12h, e às quartas-feiras, de 7h30min. às 12h30min., no período de 01/03 a 03/07/2017.

Observação: A seleção terá como referência a exposição escrita ou oral, feita no ato da inscrição, sobre as razões que motivam o candidato à Monitoria Voluntária.


 

Janeiro 19, 2017

Aos 10 anos da Lei do Saneamento Básico, Brasil ainda apresenta condições lamentáveis


 

No aniversário da Lei 11.445, estudo realizado pela ABES sobre situação do saneamento no país, com base na PNAD 2015, mostra avanços tímidos.  “O Brasil precisa urgentemente colocar o saneamento como prioridade. Saneamento deve ser prioridade de Estado e não de governo”, afirma o presidente da ABES, Roberval Tavares de Souza.

 

A Lei 11.445, conhecida como a Lei do Saneamento Básico, completa 10 anos este mês com pouco a comemorar: estudo realizado pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – ABES demonstra que houve melhora na situação do saneamento no país, porém, movida por avanços tímidos em algumas regiões. O instrumento estabelece as diretrizes nacionais e a política federal para o setor. Seu advento gerou grandes expectativas quanto à melhoria da prestação e gestão desses serviços e a tão desejada universalização. Dez anos depois, os indicadores monitorados anualmente pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) por meio da PNAD (Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílios) apontam um grande contingente de pessoas ainda sem acesso aos serviços.


O estudo “Situação do Saneamento Básico no Brasil - uma análise com base na PNAD 2015”, que será divulgado epla ABES nesta sexta-feira, dia 20, em São Paulo, durante o lançamento da Câmara Temática de Comunicação no Saneamento, analisa os principais indicadores de saneamento no Brasil, por meio de suas cinco Grandes Regiões e Unidades da Federação em um comparativo 20008/2015.


A publicação contempla os indicadores de abastecimento de água, esgotamento sanitário, coleta de lixo e, adicionalmente, estatísticas sobre o uso de filtro de água nos domicílios, indicador significativo nesse contexto por guardar relação com a percepção dos consumidores quanto à qualidade da água.



Todas as informações têm como base a PNAD 2015 (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), anualmente.

Segundo a PNAD, a cobertura de abastecimento de água no país aumentou de 83,9% em 2008 para 85,4% em 2015, o que significa que o acesso foi ampliado para mais 10 milhões de residências aproximadamente, das quais só o Sudeste foi responsável por cerca de 4 milhões. Em 2015, 58 milhões de domicílios contavam com o acesso aos serviços.


No esgotamento sanitário por rede, a cobertura avançou 6% nesse intervalo de 7 anos, passando de 59,3% para 65,3%, estendendo o acesso à 44,4 milhões de residências, após o atendimento de 10,3 milhões no período. Mais uma vez, o Sudeste acrescentou o maior contingente de domicílios à cobertura: 4,5 milhões.


A coleta de lixo apresentou uma variação absoluta bastante similar ao abastecimento de água e ao esgotamento sanitário – 10,5 milhões de residência passaram a ser atendidas com esse serviço no período, ampliando-se a cobertura de 87,9% para 89,8%. E novamente o Sudeste despontou a maior variação absoluta do período – 4,2 milhões de domicílios passaram a dispor do serviço no período.


A despeito dos avanços obtidos no período, tímidos, é verdade, 29 milhões de pessoas permanecem sem acesso ao abastecimento geral de água, 69,2 sem acesso ao esgotamento sanitário por rede e 20,5 sem coleta de lixo.

2014/2015

A análise mostra que o abastecimento de água apresentou uma variação de 1,5% de 2014 para 2015, com o incremento de 876 mil novos domicílios atendidos, mantendo assim a cobertura de 85,4% de 2014. A maior cobertura foi registrada no Sudeste (92,2%) e a menor na região Norte (60,2%).


Já o esgotamento sanitário por rede, que contempla os domicílios conectados à rede de esgoto por canalização ou fossa séptica, teve uma variação de 4,5% no período, alcançando uma cobertura de 65,3%. Mais uma vez, a maior cobertura foi registrada no Sudeste (88,6%) e a menor no Norte (22,6%). No mesmo período, cerca de 700 mil domicílios deixaram de esgotar por fossa séptica não ligada à rede coletora ou por fossa rudimentar, passando o percentual de domicílios nessas condições de 34,4% para 32,7% em 2015.


Mesmo tendo aumentado em 1,5% os domicílios atendidos pelo serviço de coleta de lixo, a cobertura de 2015 se manteve a mesma de 2014 – 89,8%.

E, por fim, cresceu em todas as regiões, com exceção da Norte, o número de residências que utilizam filtro de água, chegando a mais de 36 milhões aquelas que fazem uso do equipamento. Desse número, mais de 50% estão no Sudeste.


Estes índices, ainda tão distantes do ideal, favorecem a proliferação de muitas doenças, como a dengue, a zika, a chikungunya e, em pleno século 21, a febre amarela.

“Apesar de sua irrefutável importância, infelizmente o saneamento é um dos segmentos mais atrasados da infraestrutura brasileira. Em uma escala de desenvolvimento e competitividade, o saneamento só ganha do segmento dos portos, perdendo para rodovias, ferrovias, aeroportos, energia e telecom”, ressalta o presidente da ABES, “Roberval Tavares de Souza.

O engenheiro frisa que hoje, no país, há mais escolas públicas com acesso à internet do que com saneamento: 41%, contra 36%, respectivamente. “Não desmerecendo a relevância do acesso à internet, sobretudo nos dias hoje, o fato de termos mais da metade das escolas do país sem coleta de esgoto, um terço delas sem rede de água e um quarto sem coleta de lixo demonstra a inversão de prioridades por parte de nossos gestores, nos mostra como o saneamento vem sendo relegado nos últimos anos. O Brasil precisa urgentemente tornar o saneamento prioridade. Saneamento deve ser prioridade de Estado e não de governo”

O relatório completo com os dados por Grandes Regiões e Unidades da Federação está disponível no site da ABES.

 

Sobre a ABES

Com 51 anos de atuação pelo saneamento e meio ambiente no Brasil, a Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – ABES reúne em seu corpo associativo cerca de 10.000 profissionais do setor. A ABES tem como missão ser propulsora de atividades técnico-científicas, político-institucionais e de gestão que contribuam para o desenvolvimento do saneamento ambiental, visando à melhoria da saúde, do meio ambiente e da qualidade de vida das pessoas.


NE. Se não cuidarmos do Saneamento Básico, urgente com verbas e projetos executados a curto e longo prazo. Vamos voltar a ser ameaçados pelo: sarampo, coqueluche enfim todas as doenças já erradicadas, como a Febre Amarela que volta com força e onde, no interior do país. A equação chama-se demografia, a explosão de crescimento populacional sem a devida preparação de infra-estrutura já apresentam crises em São Paulo de abastecimento de água e agora em Brasília, no Rio Grande Sul, quem imaginaria 12 meses sem chover e uma estiagem que quase pareceu o nordeste. 



O saneamento básico pode amainar tudo isso e gerar dinheiro com o tratamento do lixo ao gerar adubo e até mesmo água do chorume que pote ser reutilizada para a lavoura e outros afins. O gás do lixo é riquíssimo. Enfim, os políticos brasileiros não estudam e cabe aos engenheiros elaborar projetos e levar para que estes comecem aprender alguma coisa ou vão ter seus filhos, empregados e entes queridos a mercê de muitas doenças que estão agora voltando.


 

Dezembro 16, 2016

Mais de 350 animais são devolvidos à Floresta Nacional do Tapajós


Ação foi realizada pelo ZOOFIT/UNAMA em parceria com o Ibama, Instituto Chico Mendes e Corpo de Bombeiros

 

O Zoológico das Faculdades Integradas do Tapajós (ZOOFIT/UNAMA), junto com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e 4º Grupamento de Bombeiros Militar  realizaram, nesta quarta-feira (15), a soltura de 351 animais. Eles estavam no processo de reabilitação no zoológico localizado no município de Santarém, Oeste do Estado do Pará e agora voltam para os seus habitats naturais, a Floresta Nacional do Tapajós (Flona Tapajós)


Este tipo de atividade é realizada com os animais aptos a serem devolvidos para a mata nativa depois deles passarem pelos procedimentos médicos veterinários e biológicos. Todo o processo de readaptação dura em torno de três a seis meses, de acordo com o estado clínico.


Durante a soltura foram disponibilizados um caminhão do Corpo de Bombeiros, caminhonetes do Ibama, ICMBio e do ZOOFIT/UNAMA, que carregaram répteis, aves e mamíferos. Entre as espécies soltas estavam 28 Jacareís Tingas; 81 Jabutis Pata Vermelha; 11 Jacareís Coroa; 06 cágados de Barbicha; 100 Tartarugas; 04 Pitiús; 89 Tracajás; 26 Aperema; 01 Onça Jaguatirica; 01 Preguiça Real e 05 Marrecos. A ação da reintrodução na natureza durou cinco horas e meia do zoológico até os ramais no 67km, 72km e 86km da Flona do Tapajós.


“Todos os animais de cativeiro trazidos por órgãos ambientais, precisam passar por um processo de reabilitação. Porém esse procedimento não é tão simples. Soltar um animal aleatoriamente sem preparo adequado ou área previamente definida pode gerar uma adversidade no processo de soltura, haja vista que o animal foi submetido a estresse por presença humana e alimentação domesticada”  ressalta o responsável técnico e biólogo do ZOOFIT/UNAMA.


Para o  especialista em anfíbios e répteis, o herpetólogo do curso de Biologia da FIT/UNAMA,  Hipócrates Chalkidis, a ação de soltura é extremamente benéfica, porque se trata de animais com estado de saúde atestado por veterinários do zoológico, especialmente nos primeiros cuidados, nas avaliações clínicas. “A soltura não pode ser feita de qualquer forma, há todo um estudo prévio pra saber quais as espécies que residem em determinado local, quais os principais predadores, presas, para que esses animais reintroduzidos tenham a capacidade de se manter no local sem interferência. Não podemos soltar um predador em um local onde não se tem presas, pois ele vai procurar outros locais para se alimentar. A  Floresta Nacional do Tapajós tem um banco de dados com informações sobre fauna e nos permite dizer que lá foi o melhor local para fazer esta soltura”, ressalta.


O Projeto do ZOOFITUNAMA trabalha na recuperação de animais desde 1993, a partir da necessidade de abrigar de forma adequada os animais da fauna e flora amazônica que chegavam para estudos no curso de Ciências Biológicas das Faculdades Integradas do Tapajós (ZOOFIT/UNAMA). Inicialmente, o zoológico estava instalado na área da faculdade, mas atualmente ocupa uma área de 147 hectares, cedida em comodato pelo 8º Batalhão de Engenharia e Construção (8ºBEC) e tem em seu ambiente mais de 300 espécies identificados entre aves, mamíferos e répteis.

 

Bhte, 14 de novembro de 2015, às 9h21

Programação de Atividades de Educação Ambiental - NOVEMBRO DE 2015 - do Centro de Extensão em Educação Ambiental / Sala Verde SMMA/PBH.

INSCRIÇÕES ABERTAS A PARTIR DO 1º dia útil do mês -  TELEFONE 3277-5199











Atendimento a Escolas e Grupos com Trilhas, Palestras, Oficinas e Circuitos Ambientais Regionais. 

 

Bhte, 12 de novembro de 2015, às 7h45

Meio Ambiente
Artigo

Multa agora é fora de propósito e até mesmo oportunismo do governo

O Ministério do Meio Ambiente, segundo a assessoria da Ministra Izabella Teixeira, estuda como aplicar multas altíssimas à Samarco pelo desfecho de rompimento das barragens em Mariana. O mais agravante que os órgãos que cuidam do alvará de funcionamento em entrevista detectam que estavam com dois anos de atraso devido problemas internos e até mesmo greve do órgão fiscalizador e emissor de autorização para o funcionamento. Em outras palavras, a tragédia é meio que anunciada e com responsabilidade de órgãos governamentais.
O Ibama -Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Ambientais Renováveis, já está anunciando em todos os meios de comunicação multas de mais de R$ 50 milhões. Essas multas se estendem ao município, que diga-se passagem, o prefeito falta chorar se alguma coisa acontecer com a Samarco em relação ao fechamento da mineradora, que segundo ele são 80% de impostos e o sustento da cidade de Mariana, cidade pequena, histórica e de vida pacata do interior mineiro. (http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2015/11/1705237-ibama-aplicara-multas-milionarias-a-mineradora-por-danos-ambientais.shtml?cmpid=compfb)
As multas aplicadas pelo Estado brasileiro são altíssimas o que proporciona à empresas em geral optarem por grande corpo de advogados especializados, do que parcelar ou entrar, em acordo direto com o governo para pagar. Isso demanda processos de mais de dez anos e quase sempre devido ao número excessivo de multas e julgamentos, muitos prescrevem ou são diminuídos os valores com constantes liminares e pareceres de juristas.
No caso da Samarco, o MInistério Público e a Defensoria Estadual e Federal, encaminharam um acordão, termo jurídico, onde a empresa reconhece o dano que causou, sua responsabilidade e já anuncia a criação de Fundo para que tanto os moradores de Mariana, quando outros que eventualmente, de outras cidades, tenham prejuízos com a lama ferruginosa, o leito dos rios, enfim a empresa está integrada à tragédia.
A multa neste instante seria despropositada e mesmo que a empresa pagasse haveria de se ter um compromisso direto, contratual do governo municipal, estadual e federal de que o dinheiro seira empregado no fragelo de Mariana e nas famílias que perderam tudo quando é pessoal e de valor, alguns até mesmo entes queridos.
O temor de grandes proporções é uma falácia e não convence para que se aplique multas vultuosas, as queimadas de matas no Estado este ano é de muito mais impacto do que essa tragédia. No entanto, o Estado não faz nada para coibir esses incêndios que na maioria são criminosos e promovidos por fazendeiros e seus empregados e irresponsáveis desejosos de vingança de alguém.
A lama já está secando, os dejetos, até agora todos os laudos comprovam que não é tóxico, a natureza com seu ciclo se recupera com o tempo, pode ser em 90 dias ou mais. Quem sabe a adubação para tornar a terra mais agriculturável possa ser um recurso. Então, a aplicação de multa altíssimas não resolve o caso agora.
O que poderia ser compactuado com o apetite do governo é um Fundo para a melhoria de outras barragens e até mesmo em investimento de reaproveitamento de dejetos e da água ou invés de investir em barragens perigosas que trazem "progresso" momentâneo para a cidade de Mariana, mas como se comprovou, pode trazer infelicidade e prejuízos incalculáveis e irremediáveis como a perda de filhos, pai e mãe em desastres dessa natureza.

Marcelo dos Santos
jornalista - MTb 16.539 SP/SP

jornaldesaude@gmail.com

 


 

 

Marco Aurélio Cozzi, professor e acupunturista escreve vários textos sobre a crise hídrica e o que as autoridades fazem a respeito

publicado pelo Jornal de Saúde em bhte, 11 de novembro de 2015

À ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE MINAS GERAIS

AO SEMINÁRIO LEGISLATIVO ÁGUAS DE MINAS III de 2/10/15

(Desafios da Crise Hídrica e Construção da Sustentabilidade)

Ao Presidente da ALMG Dep. Adalclever Lopes

Ao Presidente da Comissão Extraordinária das Águas, Dep. Iran Barbosa

 

ASSUNTO: ofício abaixo como contribuição ao Painel 4, Saneamento e Saúde, por Marco Aurélio Cozzi (*)

 

  Apresento-me como Coordenador da Frente Parlamentar de Práticas Integrativas em Saúde/ALMG, FPPIS trabalhada nesses 2,5 anos então sob a presidência da Dep. Liza Prado, do Dep. o médico Adelmo Leão extensivo à Dep. Luzia Ferreira (FPPIS agora se reestruturando a partir do Parlamento/DF para avançarmos junto à nova legislatura/2015). Também, Delegado do SINATEN (Sindicato Nacional dos Terapeutas Naturistas/SP), oportunidade que apresentamos esse documento como contribuição à temática Saneamento e Saúde uma vez que não participamos de todo Evento assistindo só as palestras da manhã do dia 1/10. Torcemos pela consideração vital para com a temática afim ao Painel 4, quando assistimos doutos palestrantes e especialistas (como Ernani Miranda/GTI-Plansab, Hubert Morais/Arsae, Apolo H. Lisboa da FMUFMG), dentre outros.

   Assistindo a palestra da douta Mª Tereza Corujo (Teca), sua análise crua e nua do caos mostra como se encontra a ÁGUA no Brasil, o envenenamento pelo Arsênio dentre outros, quando se depreende um Crime Lesa Natureza, Lesa Pátria inexoráveis por parte das insustentáveis empresas depredadoras. Destacamos o palestrante Wagner S. Costa (Fiemg/São Francisco) que denunciou a corrosiva ação do sistema de produção do país, do sistema domestico (enfatizamos, herdado das anti ecológicas “cloacas romanas”), ao descrever o metabolismo dos rios e as contaminantes catastróficas afins.

   A propósito, como profissional afim aos médicos sino-orientais, com formação em Medicina Ecológica/Natural/Energética, a anatomia ecológica dos meridianos nos educa sobre o manancial energético como os pontos fontes/origem (como pontos de alimentação de Energia Vital), pontos de passagem (semelhante às pontes/barragens hídricas), pontos de tonificação e sedação (liberam ou contem a energia vital semelhante ao controle nas hidrelétricas), pontos de Alarme (sinais onde se denota problemas no fluxo energético), escoamento da EV nos canais/meridianos dentre outros caminhos da EV! Raciocínio semelhante para com o trajeto dos alimentos na Nutroterapia e na Fitoterapia energéticas.

 

NOSOTÓXICOS: como ocorreu em todo o Evento, nenhum destaque foi dado à patogênica contaminação causada pelo sistema de saúde em vigor baseado numa Medicina não ecológica, altamente poluente e que evacuou nos esgotos (dados de 85 a 2000) milhões de toneladas de solutos e solventes, resíduos, lixo hospitalares disseminados nos recursos biogeoquímicos Brasil afora! Aliás, o estudo partiu de nossa observação sobre o dantesco metabolismo do Hospital INCOR/SP, quando estivemos no mesmo (junto com o prof. Marcelo Pereira, o escritor Olavo Romano), para atender o então moribundo Presidente Tancredo Neves!

   Para avançarmos com as críticas extremas da douta Corujo ao provar que, praticamente, tudo que foi feito para conter o atual quadro sombrio e caótico da ÁGUA no Brasil, setor vital que sustenta altos salários e cargos de influências, foi por “água abaixo.”

    Reforçando essa questão de sobrevivência dos brasileiros tomamos a liberdade de publicar alguns artigos escritos por algumas de nossas entidades divulgados na Imprensa em geral a partir de 1985. (texto compilados do livro S.O.S. Terapias Ecológicas/MACozzi, Ed. do Autor, 2001)

 

NOSOTÓXICOS INFECÇÃO HOSPITALAR - quadro sinistro (por Marco Aurélio Cozzi)                            (12/85 Rev. Alternativa - Vida & Cultura)

“Se V. pensa que o problema se resume aos agrotóxicos e defensivos agrícolas, aos aditivos e conservantes de alimentos enlatados, aos dejetos não biodegradáveis, prepare-se para conhecer um inimigo que V. quase nunca vê, sente ou percebe: NOSOTÓXICOS, a morte que nasce no hospital “ (pelo terapeuta naturista Marco Aurélio Cozzi). A matéria denuncia a megacrise ecológica e a degradação ambiental que nos cerca, a sobrevivência à quaisquer custos, a cifra de três doenças per capta brasileira, a ideologia de viver a qualquer custo, porém, doente e a alarmante poluição  pelos Nosotóxicos. A soma total dos resíduos evacuados de nossas casas de saúde, clinicas, hospitais, centros de ciências não ecológicos, etc (lavanderias, resíduos humanos e de uso ‘doméstico’, de laboratórios e afins e outros resíduos diversos), em termos de solutos e solventes evacuados nos esgotos ( assim em nossos recursos hidrobiogeoquímicos ) é de 200.000 caminhões-tanques, isto em 1985! Até o ano 2000 serão 30 milhões de toneladas de nosotóxicos evacuados por um sistema sanitário e de saúde não ecológico!

20/11/87 (J. D. Tarde) LIMPEZA HOSPITALAR (por M. A. Cozzi)

Matéria sobre o Simpósio infecção, roupa e lixo hospitalares

“Como se não bastasse a antibiose pelos agrotóxicos, os aditivos e conservantes químicos, os dejetos não biodegradáveis, está aí um inimigo que poucos conhecem e já se torna um notável ecocida: os nosotóxicos ou poluentes do metabolismo final do sistema de saúde. São resíduos de lavanderias, eliminações dos doentes (excreções, secreções, banhos, etc); dos laboratórios e salas cirúrgircas, de esterilizações, da multiversidade das drogas e antibióticos, dos radioisótopos da medicina nuclear e diversos outros poluentes (  inclusive autopoluição pelo fumo usado pelos doentes e profissionais de saúde ), algo lesivo ao ciclo biogeoquímico local e global e que só poderá ser atenuado através de uma medicina ecológica.” (...) No ano 2000, serão 30 bilhões de toneladas de resíduos saídos das casas de saúde, dos hospitais, das santas casas de misericórdia! Isso sem contar a infecção hospitalar ( que diminuirá com a higiene e a lavagem das mãos dos profissionais de saúde, segundo conclusão das comissões de controle de infecção nos hospitais!) Esta iatrogenia envenena cerca de 250 mil pacientes hospitalizados a cada ano, 42 vezes mais que a mortalidade pelos agrotóxicos. (...)“Assim, uma solução imediata é a ampliação, oficialização e regulamentação dos métodos alternativos de assistência à saúde através da Ecomedicina Biossociológia e Holística e a aplicação de uma medicina ecológica, natural, energética, integral, que não separe a parte do todo e vê as questões biológicas e sociais dentro de um contexto que pode gerar tanto saúde como doença nos seres vivos, no Homem. Foi o que faltou na votação do texto constitucional da saúde no último dia 13: métodos alternativos de assistência, recuperação e preservação da Saúde!”

TERAPEUTAS PREOCUPADOS COM LIXO HOSPITALAR 12/7/88 (J. H. Dia)

“A destinação do lixo hospitalar é uma das preocupações atuais da As. Bras. de Terapeutas Naturistas que realizou um levantamento global dos resíduos provenientes dos hospitais. Segundo o presidente da Associação, Marco Aurélio Cozzi, 2 bilhões de toneladas de ‘ água tóxica’ - o equivalente a 200 mil caminhões-tanque de gasolina - são despejados anualmente pelas casas de saúde de todo o país no meio ambiente. Marco Aurélio realizou um levantamento baseado no Hospital das Clinicas da Faculdade de Medicina da UFMG, que possui 13 andares e por onde circulam 15 mil pacientes por ano o setor de internação. Os resíduos de lavanderia correspondem a 620 toneladas de roupas contaminadas, 10,2 t de sabões diversos, 3,6 t de alvejantes clorados, 2,2 de amaciantes, 0,2 t de acidulantes especiais e 15,5 t de germicidas. Com relação aos resíduos dos doentes: 200 mil banhos contaminados, 200 quatrilhões  de bactérias diversas eliminadas em 280 mil metros quadrados de peles lavadas, 7, 200 t de urina poluída e / ou contaminada, 15,5 t de fezes infectadas e poluídas,45 quatrilhões de múltiplas bactérias resistentes a vários antibacterianos e drogas eliminadas pela microflora intestinal, inclusive um número incalculável de vírus e fungos entre outros. Segundo Marco Aurélio Cozzi, 500 toneladas de lixo altamente contaminado ou 1.280 metros cúbicos de plástico, descartáveis, curativos, absorventes e algodão infectado são eliminados anualmente no hospital. Outros números levantados também assustam. No Hospital das Clínicas são consumidas 3 t de drogas, queimados 252 t de combustíveis ou produtos afins e várias toneladas de papel não reciclado e ‘repostos’ na natureza.                                                                                       Para o terapeuta naturista a solução para o problema do lixo hospitalar é ampliação, oficialização e regulamentação dos métodos alternativos de assistência à saúde e que reduzirão em grande parte o número de hospitais, pois será aplicada uma medicina ecológica,natural, energética e integral.”

INFECÇÃO Hospitalar: saúde em debate (17/12/88 - J. Diário de Minas)

“Até que um fato novo fez com que todos se voltassem  para esse grave problema: Tancredo Neves nas vésperas de ser empossado como Presidente da República (...), contraiu, no hospital, a infecção que lhe causaria a morte”. Para Marco Aurélio Cozzi, pres. da Fed. Nac. de As. de Medicinas Alternativas Naturais ( FENAMAN ), esta tragédia não tem nada de novo. Ele afirma que a infecção hospitalar produz de 200 a 300 mil vítimas por ano, no Brasil. A matéria destaca ainda: “Pronto Socorro tem muitos problemas”, “Chrysóstomo: situação difícil” e “Róscoe não crê nas estatísticas” ( respectivamente, o presidente da AMMG e o diretor da Comissão de Infecção. Hospitalar Municipal ), destacando: “Cozzi: uma Hiroshima por ano”.

1992:                                      ECO 92

Um dos maiores eventos mundiais em prol da Ecologia e salvação do Planeta Terra, destacando-se a bandeira da medicina ecológico-natural, com a presença ímpar dos representantes das medicinas naturais, alternativas, ecológicas, destacadamente os stands 261 e 262 da FENAMAN (Federação Nacional de Associações de Medicinas Alternativas Naturais) e da atuação ABTN (Associação Brasileira de  Terapeutas Naturistas) entidades presididas pelo profissional de saúde, Acupunturista e terapeuta naturista Marco Aurélio Cozzi. Esteve presente também, a força do Grupo Científico Ramatis dirigido por Zélia Savala Brandão com sua obra e trabalhos de ‘Biosofia Terapêutica’, massagens e curas energéticas, fitoterapia popular, etc. Nos 12 dias de intensos trabalhos, estas entidades denunciaram a poluição químico - farmacêutico - laboratorial e do complexo médico-industrial-droguista, calculada, de 1985 até o ano 2000 ,  em  30 milhões  de toneladas de  "nosotóxicos" (poluentes  que são evacuados das casas de saúde e afins, incluindo o lixo hospitalar)  carreados para dentro de nossos  recursos  biogeoquímicos, para  nosso  meio  ambiente, um 'karma' causado  por uma medicina não ecológica, não vitalista, por um sistema de saúde não aceito pelos terapeutas naturistas, acupunturistas e afins.  Neste megaevento foi  marcante  a  participação e a conclusão feita por um dos maiores  nomes  das medicinas  naturais  em  todo  o  Mundo, o espanhol  Fermin  Cabal, que lançou nesta data, no Brasil, sua obra máxima  (dentre os 70  livros   sobre medicinas alternativas que publicou) “El Homo sapiens? O imbecilis, com 724 páginas, (Editorial Cabal), denunciando os grandes problemas da  Humanidade  no  final  do  século  XX : "Recuerdo  haber  dicho  ante  el  Ayuntamiento (Câmara Municipal) de Belo Horizonte (MG/Brasil), com motivo de un acto por el que se me otorgaba el título de 'Ciudadano de Honror'  de  aquela  hermosa  ciudad,  que   Brasil  podria  constituirse  en  un  futuro próximo en  la  dispensa  mundial  de  medicinas  para  la  salud",  título  sugerido então pelo vereador naturista-espiritualista Wilson Trópia em prol de  um  verdadeiro humanista e cientista naturista, cidadão do mundo,  por ocasião de sua vinda ao Brasil durante o 1º Congresso Mundial da CIAMAN, em 1990, em BH. E, justamente  este  celeiro  bioterapêutico  nacional, defendido  exaustivamente pelos  naturistas,  ecologistas,  preservacionistas, ambientalistas, entidades não governamentais afins, é que se encontra  em vias de extermínio (devastação,  poluição,  comprometimento  genético  pelo  materialismo  não dialético, etc), uma  vez  que  a  omissão  e  descrédito da ciência oficial ortodoxa para com este patrimônio é uma tônica conhecida por todos (só 1% das 2000  plantas medicinais catalogadas foram  reconhecidas como terapêuticas pela ciência oficial!) FENAMAN Informativo  8/90.

E MAIS SOBRE A ÁGUA (do livro S.O.S. Terapias Ecológicas)

 

AÇÃO HUMANA AQUECE A ÁGUA DOS OCEANOS     (14/4/2001 - J.B)

Matéria  que  denuncia   a   poluição   químico - industrial    generalizada

( metalúrgicas, gases da combustão de  fósseis, múltiplos produtos químicos, poluentes domésticos, laboratoriais, etc).

 

MAPA REVELA AGONIA DOS RIOS DE MINAS 6/601 (j. E. M - Francisco Rose)

“Águas com altos índices tóxicos e condições muitos ruins em alguns pontos.” (...) “ Esgoto doméstico, restos industriais e de substâncias empregadas na exploração mineral são os maiores poluidores.”

 

A CAMINHO DO DESERTO  (19/8/01 -  j. E.M. - Gustavo Werneck )

(Lagoas e nascentes somem do mapa na região leste de Minas Gerais, considerada uma das mais devastadas do mundo. Comunidades se mobilizam para dar um basta na situação). FALTA DE ÁGUA GERA CONFLITOS EM MINAS (Moradores acusam produtores de café de abuso na utilização da irrigação. Ambientalistas preveem disputas cada vez mais  acirradas).“ Lagoa Leandro está completamente seca e o desastre ecológico é creditado à monocultura na região. Lagoa se transforma em verdadeiro pasto.” (...) “Antes, era tudo cheio de água. Foi secando...secando. Começaram a desmatar, depois começaram a plantar eucalipto. Tinha muito, muito peixe, acabou tudo.”  (Tarcísio B. Pereira, 54, lavrador).

ÁGUA CONTAMINADA DIZIMA INFÂNCIA ( 7/9/01 - J. H. Dia )

“  Desolação: Uma criança morre a cada 24 minutos no Brasil por falta de saneamento em 58% dos municípios.”

                   

22/3/01              DIA DA ÁGUA OU DA ÁGUA ARDENTE?

Os débitos da civilização para com este líquido vital da biosfera tornaram-se impagáveis. Haja vista o prognóstico sombrio que cerca a água e a vida na Terra. As indústrias de saponáceos lucram e dão um prejuízo sem fim ao meio ambiente ao ter como solvente a água. Os detergentes são comprados pelos consumidores e após usos diversos, são despejados na água que se esgota através de nosso sistema antiecológico de escoamento e canalizações copiados das ‘cloacas romanas’ ou são eliminados diretamente nos riachos e rios até aos rincões de nossos sertões. As indústrias de tingimentos de roupas, de tintas em geral, os lava-jatos ‘car wash’, etc, seguem a mesma ideologia hidrocida: tudo fica limpo, brilhante, colorido, aliás para uma parte do mundo civilizado (?) , já que a maioria dos brasileiros não pode nem poluir por não contar com os serviços de água potável e o resto é que se dane! As indústrias extrativas, como todo modelo industrial capitalista e transnacional antiecológico, só visam os lucros, levando com este líquido precioso para tudo e todos, seus dejetos multipoluentes rio abaixo.a socialização catastrófica destes multipoluentes que o esgoto doméstico lança nas ‘cloacas-córregos’ arquitetadas em nossas cidades é algo inimaginável. Não se pode esquecer que tudo que é levado pela civilização é carreado até nossos rios menores e daí até os maiores e finalmente lançados na costa litorânea que já está comprometida com esgotos e com a evacuação dos vazamentos de óleos de toda espécie. Uma catástrofe sem precedentes está ocorrendo sobre o inexplorado fictoplancton de nossos litorais, aliás, patrimônio botânico e terapêutico marinho considerado pelos terapeutas naturistas e afins como a maior farmácia natural da Terra onde se encontram todos os remédios para todas as doenças da humanidade!

E o pior: como toda a civilização copia a ideologia antiecológica da evacuação ampla, geral e irrestrita e o resto é que se dane,..., usando esta putrefática engenharia de esgoto, nosso sistema de saúde e higiene passa a ser um dos vilões deste ecocídio generalizado. Só nos últimos 15 anos, nossas casas de saúde, laboratórios, hospitais e afins, os solutos e solventes evacuados deste sistema de nosocômios, jogaram 30 milhões de toneladas de resíduos, verdadeiros nosotóxicos evacuados em nosso manancial hídrico. É a somatória anual de bilhões de banhos, material fecal, urinas com produtos diversos, secreções humanas, flora multirresistente de vírus, fungos, bactérias e múltiplos produtos de várias gerações químicas que são evacuados em nossos recursos hidrobiogeoquíminicos formando imprevisíveis e múltiplas interações químicas, altamente tóxicas, poluentes e teratogênicas.

E não podemos esquecer dos perigosos resíduos dos ofensivos agrícolas, dos agrotóxicos, do sistema veterinário tóxico e dos pesticidas pulverizados a torto e a direito em nossas plantações e até nos ‘fumacês’ sobre as árvores que acabam com os insetos polinizadores, tudo na tentativa  de eliminação, a qualquer custo, das pragas e doenças endêmicas, tudo isso sentido até no polo norte onde são encontrados resíduos até do pesticida BHC comercializado há décadas!

Infelizmente nossa “água tratada” ou água morta, repleta dos perigosos radicais livres, tem como fonte hídrica, nada mais nada menos que mananciais como lagoas e represas infectas, verdadeiras fossas hídricas e sépticas que tratadas quimicamente, são levadas à mesa dos consumidores que, deprimentemente, já não podem dizer: desta urina (?) não beberei! E ainda pagam por isto...!

E temos hoje, portanto, neste dia mundial da água, a produção, isto sim, de uma verdadeira água ardente, com tóxicos da civilização, da ciência e do consumismo sem limites e a quaisquer custos. Resta-nos, agora, criar o dia do ar... ( Marco A.Cozzi - Carta enviada à mídia em geral no Dia da Água, 22/3/01)

MAIS SOBRE A ÁGUA (extenso documento enviado aos deputados nesse mês de Setembro/2015 destacando a “Pirâmide MACozzi de (In) SUSTENTABILIDADE HUMANO-PLANETÁRIA.

ÁGUA QUE NOS “SUSTENTA” (e constitui seu corpo, organismo, funções, higiene, etc). https://www.google.com.br/webhp?sourceid=chrome-instant&rlz=1C1RNLE_enBR542BR542&ion=1&espv=2&ie=UTF-8#q=abastecimento+de+%C3%A1gua+no+mundo+atualmente

 

>ÁGUA: Crise Hídrica local e global: “sem água somos todos miseráveis.” E as guerras mundiais pela água avançam com a crise inexorável em toda Terra. Há 14 anos falta de água acirravam conflitos (monoculturas, lagoas viram pastos, desmates levando à seca a caminho da desertificação, mineradoras envenenando o meio ambiente). Agonia e poluição dos rios, dos mananciais/nascentes. (19/8/01, j.E.M). Há 14 anos “ação humana aquece os oceanos.” (14/4/01- J.B.) http://www.fitabes.com.br/canal/?noticias/2157/rio+20:+desperdicio+de+agua+so+vai+acabar+com+punicao,+diz+biologo/

http://cineclubesocioambiental.blogspot.com.br/2011/08/170811-blue-gold-world-water-wars-ouro.html

Colapso hídrico no Nordeste (mais de 50 cidades), revolta em Salvador. No Sudeste a crise pode durar mais 4 anos. 80% das doenças são causadas por água sem qualidade. Sistema à deriva, estagnado, sem política afim! A insustentável água “potável” de esgoto! E será que 80% da água vai para o uso doméstico? E as indústrias, a Agricultura, garimpos, altamente dependentes da água?  S.O.S: Amargo Rio Doce/ES

https://www.google.com.br/webhp?sourceid=chrome-instant&rlz=1C1RNLE_enBR542BR542&ion=1&espv=2&ie=UTF-8#q=colapso+h%C3%ADdrico+ou+da+humanidade

http://g1.globo.com/fantastico/noticia/2015/03/maior-reservatorio-de-agua-do-nordeste-esta-secando.html

https://www.google.com.br/search?q=seca+do+rio+doce&rlz=1C1RNLE_enBR542BR542&espv=2&biw=1014&bih=634&tbm=isch&tbo=u&source=univ&sa=X&ved=0CCcQ7AlqFQoTCJKx-ffIkMcCFYYRkAodv8AMZw

 

>EUA: a rica Califórnia (principalmente em medicinas “alternativas”), está em profunda crise hídrica há 4 anos. E famoso ator de cinema (Tim...) rouba água, faz “gato” de hidrantes (como acontece em algumas favelas do Brasil), nessa rica cidade das montanhas rochosas. (USA). SP: São Paulo sedenta/enchentes! Não tem como escapar à devastação inexorável, insustentável para países como o Brasil.                                                                       https://www.google.com.br/#q=seca+na+california+2014                    https://www.ufmg.br/online/arquivos/037707.shtml

http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/noticia/2015/01/o-brasil-conta-gotas-entenda-as-causas-e-desafios-da-falta-de-agua-que-se-espalha-pelo-pais-4691649.html

http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/05/150427_estiagem_sp_mv

http://www.akatu.org.br/

https://www.ufmg.br/online/arquivos/032608.shtml

 

>ÁGUA RECICLADA: “tratada” inclusive a partir do esgoto para reaproveitamento em geral (hotéis, motéis, etc), líquido bebido até pelo poderoso Bill Gates da Microsoft! Estamos chegando a esse “retorno a natureza” do esgoto evacuado! Há 14 anos 1 criança a cada 24 minutos morria por falta de saneamento em 58% dos municípios (H.Dia 7/9/01). FIAT/MG: quase 100% de água reaproveitável! Insustentável consumo de água rica em micro-organismos fecais! “Bill Gates apresenta máquina que transforma fezes em água.” (...) “Para demonstração, bilionário bebeu líquido que, minutos antes, era cocô.” (O Tempo/7/1/15)

https://www.google.com.br/search?q=agua+reciclada+e+Bill+Gates&rlz=1C1RNLE_enBR542BR542&espv=2&biw=1014&bih=591&tbm=isch&tbo=u&source=univ&sa=X&ved=0CB8QsARqFQoTCMbQ46TMiccCFcaDkAod1KsH0A

https://www.youtube.com/watch?v=gcgrp9aejvs

https://www.youtube.com/watch?v=EtH3QDHZMUA

 

>POPULAÇÃO ESGOTADA! Já não se pode mais dizer: dessa urina não beberei? No 1º Mundo, na Grã Bretanha, antidepressivos até na água potável (mesmo após tratamento das águas reaproveitadas, causando efeitos secundários nos consumidores)

http://www.blogdasaude.com.br/saude-ambiental/2014/11/06/governo-paulista-pretende-reutilizar-agua-do-esgoto/

https://fichacorrida.wordpress.com/2014/10/31/sabe-porque-paulista-elegeu-alckmin-para-tomar-gua-de-esgoto/

http://www.conversaafiada.com.br/politica/2014/11/05/um-jenio-alckmin-vai-consumir-agua-de-esgoto/

 

>RIOS: DEPOLUIÇÃO INSUSTENTÁVEL, DE ALTÍSSIMOS CUSTOS!

Rio Tamisa: considerado o “grande fedor.” Idem Rio Tiete. Bilhões de libras investidas pelo 1º Mundo num rio morto! Rio Reno: custou 15 bilhões de dólares! Rio Ubá/MG:60 milhões para despoluição. De onde tirar?

http://www.bbc.com/portuguese/noticias/story/2004/01/040121_tamisaebc.shtml

http://www.simposiosaudequantica.com.br/saude-quantum/page/index.php?not_id=327

http://super.abril.com.br/ideias/como-se-despolui-um-rio

http://www.bbc.com/portuguese/noticias/story/2004/01/040121_spreno.shtml

http://www.jornalacidade.com.br/noticias/cidades/cidades_internaNOT.aspx?idnoticia=1044467

https://www.google.com.br/search?q=desembargador%20traficante%20e%20TJMG&cad=b&cad=cbv&biw=1014&bih=634&dpr=1&ion=1&sei=LBTUVZ3sGoL9wQT5uY_QCg&rct=j#q=despolui%C3%A7%C3%A3o+do+rio+Ub%C3%A1%2FMG

 

>CLIMA INSUSTENTÁVEL PARA TUDO E TODOS: chuvas no Inverno, secas no verão?

Secas e enchentes inexoráveis: as energias vitais Yang e Yin em desequilíbrio global!

SECA (miserabilidade): causticante. “CRISE HÍDRICA (sede inexorável nas megalópoles sem alternativas): Conta d’água bilionária” - Rio e SP precisarão gastar R$ 8,5 bi para garantir abastecimento (j. O Globo/11/11/14). Enchentes: no Brasil e até no Senado/DF!

Insustentável: 8 milhões de mortos por ano devido a poluição!

https://www.google.com.br/webhp?sourceid=chrome-instant&rlz=1C1RNLE_enBR542BR542&ion=1&espv=2&ie=UTF-8#q=secas+e+enchentes+desastrosas

https://www.google.com.br/search?q=polui%C3%A7%C3%A3o+mundial+e+mortes&rlz=1C1RNLE_enBR542BR542&espv=2&biw=1014&bih=634&tbm=isch&tbo=u&source=univ&sa=X&ved=0CCkQsARqFQoTCKaOkuKJ1ccCFUQQkAodl1UKzA

 

>“APICÍDIO” APOCALIPTICO E SECA INEXORÁVEL. Polinizadores: exterminação apocalíptica avançando através dos ofensivos agrícolas/agrotóxicos, o “fumacê” da saúde, a radiofrequência “apicida” pela radiação eletromagnética (celulares, on-lines em geral, etc). No Brasil, 280 milhões de celulares (6 bilhões no Mundo), cruzando o espaço aéreo local e do Mundo, alienando a rota dos vitais polinizadores! E mais: ondas de celulares e afins causando a doença da hipersensibilidade eletromagnética, que causa alergias, cefaleias, alterações nos sentidos, problemas gastrointestinais, etc! E as malhas de prata podem proteger contra essas radiações patogênicas, insustentáveis? “Abelhas voltam, e produção de mel começa a se recuperar. Especialista acredita que agrotóxicos são responsáveis pelo desaparecimento.” (j. O Tempo/31/7/14). Em Minas desaparecimento foi de 50%!

“Extinção? Alteração climática mata borboletas britânicas.” (j. O Tempo/22/8/15)             1º Mundo rumo a despolinização apocalíptica? E os emergentes?                                                  https://www.google.com.br/webhp?sourceid=chrome-instant&rlz=1C1RNLE_enBR542BR542&ion=1&espv=2&ie=UTF-8#q=+inseticida+pyperproxifen            http://www.entomologia.ufam.edu.br/Aulas/Toxicologia_de_inseticidas.pdf

http://planetasustentavel.abril.com.br/noticias/celulares-abelhas-extincao-565631.shtml

https://sites.google.com/site/osverdestapes2/abelhas

http://revistaplaneta.terra.com.br/secao/reportagens/onde-estao-as-abelhas

 

 

 

 

SITES DE ENTIDADES AFINS À ACUPUNTURA E CORRELATOS (medicinas naturais, energéticas, ecológicas)

http://www.craerj.org.br/

https://www.facebook.com/CRAERJ?filter=3

https://www.facebook.com/ENAPEA/likes

http://www.abacocba.org.br/pages/home.asp

http://acupunturabrasil.org/2011/

http://www.etosp.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=64&Itemid=41

http://www.eoma.com.br/

http://www.sinaten.com.br/paginas/artigos/ler_artigo.php?codigo=34                    http://www.satopar.com.br/wp-content/uploads/2011/01/calendario-2011.pdf                                http://www.acupunturanaempresa.com.br/mtc.htm

http://www.satopar.com.br/?p=344

http://www.zangfu.com.br/acupuntura-no-sus-3/203/

http://www.acupuntura.org.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=84:pretium-et-curabitur-velit&catid=37:computers

http://www.cmaesp.com.br/noticias/noticia6.asp

http://www.acupuntura.org.br/                                                    https://www.google.com.br/webhp?sourceid=chrome-instant&rlz=1C1RNLE_enBR542BR542&ion=1&espv=2&ie=UTF-8#q=sindicato%20dos%20terapeutas%20mg                                                           http://ceata.com.br/portal/ http://www.abapuntura.com.br/                                                        http://lin-chi.blogspot.com.br/2011/05/carta-aberta-dos-estudantes-de.html  https://www.google.com.br/webhp?sourceid=chrome-instant&rlz=1C1RNLE_enBR542BR542&ion=1&espv=2&ie=UTF-8#q=ATENENG                 www.incisaimam.com.br/    www.craemg.org.br   http://www.craemg.org.br/index.asp?op=2&area=Quem%20Somos&codigo=12&idioma=1&subarea=O%20CRAEMG&cod_info=18                                                                                   http://www.sindacta.org.br/

 

(*) Marco Aurélio Cozzi (currículo) - Profissional de Enfermagem e Farmácia (diplomas/MEC com 16 mil horas profissionais de posse do CRAEMG - Cons. Reg. de Acupuntura/MG e do COREN/MG), 5 anos trabalhando em pronto socorro/UTI/CTI, 1,5 ano nas enfermarias do Exército (Enfermaria do Colégio Militar/EB/CCS/Pampulha), dando baixa como Sargento da Reserva; 4 anos trabalhando com cirurgias,  4 anos  trabalhando com sociopatas, 3 anos em banco de sangue, 25 anos na área farmacêutica trabalhando como profissional de Farmácia dirigindo laboratório médico/análises clinicas); professor de Medicinas Sino-Orientais/Ayurveda e Terapias Naturais/Energéticas desde a década de 70/MG/SP. Um dos mais ativos articulistas nas comunidades de Acupuntura/MTC no Google/Orkut e políticas afins; membro de diversas comunidades nesses sites de comunicação com mais de 1000 postagens, 6 comunidades próprias e presença ativa em várias comunidades; criador e Vice Pres. do CRAEMG  http://www.craemg.org.br/index.asp?op=2&area=Quem%20Somos&codigo=12&idioma=1&subarea=O%20CRAEMG&cod_info=18 -  criador e Delegado do SINATEN/MG (Sindicato Nacional de Terapeutas Naturistas/SP/MG –www.sinaten.com.br -  título de “Honra ao Mérito pelos serviços prestados para o desenvolvimento e a difusão da acupuntura no Brasil” pela WFAS (Symposium de Acupuntura/SP em 11/11 onde apresentamos o tema “Sinergia holística das medicinas sino-orientais) e pelo INCISA/IMAM (Diretoria e Comissão Científica do evento); Pesquisador e cientista naturista em 15 países com centenas de artigos publicados na Mídia em geral ao longo de 3 décadas, inclusive no Fantástico TV Globo (Apiterapia/Apipuntura). Um dos introdutores da Acupuntura/MTC em Minas Gerais e no Brasil, bem como um dos introdutores da Iridologia/Irisdiagnóstico/Fito-Nutroterapia e Naturologia afins/1985. Mais de uma centena de certificados na área.  Fundador de várias entidades da área tanto no Brasil como no Exterior. Ao lado do dr. Márcio Bontempo (médico sanitarista, naturista, mega escritor/editor de medicinas “alternativas”), criador do inédito Movimento Médicos Pés Descalço de 78 a 84, em São Lourenço, Sul de Minas, edificamos a raiz e árvore maior afim às medicinas naturais, energéticas, populares, integrais, de sobrevivência e holísticas no Brasil. Fundador/Presidente da ABTN/1985 (As. Bras. de Terapeutas Naturistas/MG) e criador da ANTN (As. Nac. dos Ter. Naturistas/PR); Fundador/Presidente da FENAMAN (Fed. Nac. de Medicinas Alternativas Naturais), recebendo o prêmio “Honra ao Mérito Constituinte da ALMG na década de 80; Vice Presidente da CIAMAN (Conf. Int. de As. Med. Alternativas Naturais/OMS/87 by Fermin Cabal/Madrid/Editorial Cabal de medicinas alternativas em geral, título de Cidadão Honorário de BH durante o 1º Congresso Mundial de Medicinas Ancestrales e Naturales da CIAMAM/FENAMAN/1990 com 1200 participantes no Inst. Educação/MG; cientista naturista através de tese holística inédita em Ecomedicina Biossociológica e Holística apresentada  e defendida em vários eventos, particularmente no II Congresso Mundial de Medicinas Alternativas no México, Universidade/Faculdade de Medicina de Guadalajara/1989, representando o então saudoso Governador do DF José Aparecido; Assessor da Deputada Liza Prado na Audiência Pública sobre Medicinas “Alternativas” realizada em 19/10/11 na ALMG e trabalhos afins. Avanços com as medicinas “alternativas” e de sobrevivência iniciado nesse início de 2012 através de audiências com a cúpula do Governo de Minas Gerais visando possível ajuda às vítimas de secas e enchentes, migrações, desastres afins, tema inédito para a categoria, mas em fase preparatória de profissionais-associados comprometidos.  Prêmio Vladimir Herzog 1979. Autor do “Manifesto dos Mineiros à Nação em Prol da Acupuntura e Terapias Afins Ameaçadas/SESC/BR/1984/2000 - Oficinas IMAM/BH: Autor do “Manifesto dos Mineiros Em Prol da Saúde Ameaçada – Saúde em Debate, no Salão Nobre da FMUFMG/2002 - debatedores MACOZZI; Paulo Noleto, IMAM: Aloísio Pimenta/Reitor /UEMG/UFMG, J. A. Moreno, ATENENGE/Un.Viscosa; Dep. Marcio Cunha, Álvaro J. Cunha, Reitor da UNA/BH. MACOZZI, Autor de 3 livros Ed.  do Autor/MAC: SOS Terapias Ecológicas (Manifestum, Memorandum, Dossier) 2001; Tratado MACOZZI de Supra Ciências, 2004; Ação Sobre o Mundo Acadêmico Mineiro (mudanças de paradigmas: o choque entre academicismo e holísmo), 2002; Tratado MACOZZI de Supra Ciências (Medicina: revolução na ‘quimiobiofísica’ ou ‘iatrogate’ das ciências – As ciências modernas na berlinda diante das seculares metaciências alquímico-vitalistas, alopatizadas, Medalha “Comenda Valores da Liberdade” - 2014/Pça Liberdade - pelo Instituto Ayurveda/ABCVida (Festival Andando de Bem com a Vida/BH).Também, amplo material editado no Orkut sobre medicinas “alternativas.” Coordenador da Frente Parlamentar de Práticas Integrativas em Saúde DF/ALMG. No prelo, 4º livro a partir de mais de 1000 pgs do Orkut, grande mídia absurdamente desativada, trabalho em revisão e atualização no formato livro.

Belo Horizonte, 2 de Outubro de 2015-10-02


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