AnáliseTerapia Comportamental: Quando um Homem se confunde com o Homem; mundo de mentiras, drogas, fantasias
Este artigo, no qual, contém, pesquisas e elaboração de texto de TI, é ilustrativo e até mesmo genérico, mas está em nossa sociedade planetária, o uso da mentira, do álcool, das drogas: cocaína, maconha e outras, e do sexo, tudo como auto-afirmação, destrutiva e no final, com o fito de controlar as pessoas ao seu redor, como no trabalho; enfim em todas as relações. A TCC - Teraía Cognitivo Comportamental, é a especialidade, que mais chega perto dos problemas mentais desse tipo de pessoa, de comportamento, até mesmo de caráter que se forma, subjacente, no inconsciente. A pesquisa não caracterizou problema Mental, no entanto, as caracterizações são terríveis, como uso de religião, distorção da realidade, uso de doenças como depressão para atacar as pessoas, a crítica de todos os defeitos que está inerente nele(a) para atacar outra pessoa; aqueles que são contra suas atitudes, controle total das pessoas, a pessoa se torna tóxico, para si e outrem, indepentende de quem quer que seja, amigo, este é quase que joguete, faz amizade em um dia e noutro, o mesmo amigo, é inimigo, depois quer se desculpar e recomeçar todo o percurso "macabro" de violência verbal, de atitudes, ofensas, mentiras, muitas, todas exarcebando a si próprio, o pênis maior, o mais "comedor" de mulheres, o melhor profissional da cidade, do Estado. Enfim, tudo é megalomania no toxicomano. A mentira, o tratamento no AAA - Alcoólicos Anônimos, além disso, mesmo trabalhando, como o dinheiro não chega para manter o vício, que destrói gradativamente a capacidade laboral, torna-se aproveitador da mãe, do pai, da mulher, esposa, e das mulheres, que diz que conquista na vida mundana. O prazer dessa pesonalidade, é justamente, este ter a vida desregrada e ter, mesmo que fantasioso, mas na realidade, é real, a mente dessas pessoas drogas, 24 horas, que começam a beber no café das manhãs, às 7h30 é, essa: pensamento e conquista, o dia inteiro no celular, conversando e marcando encontros e jurando amor, e com frases, feita de "eu te amo", tanto para mulher quanto para homem; cujo efeito já calculou anos a fio; e manipula, descaradamente, sem nenhum pudor, as pessoas, parentes, sogros, genros, estes não podem terem defeitos, qualquer que seja, ele(a) em seu discurso de grande Homem, vai lembrar e manipular a todos com este defeito. As mulheres ciumentas, principalmente, quando essa mente doentia, mesmo que a psicologia não credite isso como doença mental. Quando essa mente descobre um defeito, algo psicólico em sua vítima, essa torna-se motivo de amor, paixão e até substitui amores recentes. Porque essa pessoa, geralmente, mulher, por exemplo, espancada pelo marido; ele vai consolar e usará essa fragilidade para manter relações sexuais com a mulher, mesmo ela ainda estando casada, e pode ser próximo onde vive, e essa mente doentia, sabe que não existe segredo, e que, provavelmente o marido já sabe, precisa apenas flagrar para tomar a atitude que todo homem, a minoria, toma, atualmente, assassinato da mulher ou do amante. Outro exemplo, corriqueiro, menor, é a mulher obesa, a obesidade, todos sabem que é classificada como doença, ainda mais a mórbida que pode levar a pessoa a morte. Essa pessoa luta a vida toda para se livrar dos quilos a mais e quando consegue; uma das primeiras coisas a fazer, obviamente, que depende muito da consciência e do suporte psicológico que ela recebeu. Essa ex-obesa lança-se para se vestir melhor, cuidar da aparência, enfim ficar "bonita", atraente e ai vem os paqueradores, admiradores e coitada daquela que cair na mão desssa peronalidade narcística. Será, amargamente controlada, manipulada e vai por um longo período rastejar; agora esse tipo de mulher, extremamente ciumenta, se desenvolve alguma patologia psicológica pode não responder pelos seus, agressões verbais, físicas e até uso de objetos perfuro-cortantes(facas) e armas de fogo; pode acontecer na vida desse Don Juan, "moderno". Abaixo publicamos a pesquisa e artigo feito pela TI, com nossas, sinceras desculpas, ao leitor, mas essa pesquisas foi refinada três vezes, e acredito, que muitos vão identificar, no seu meio, ou até mesmo em si, essas características graves e que podem levar núcleos de pessoas a se desagragarem, a brigas, discussões, porque levemente essas pessoas; 'SEQUESTRAM" as outras, as fazem mudar de caráter, de modo de vida, a virar; tipo uma mulher, vagabunda da noite para o dia e atacar a família e filhos. ARTIGO IA Quando o abuso veste normalidade: o sujeito tóxico sob a lente da terapia comportamentalPor Marcelo dos Santos Há pessoas que não gritam o tempo todo, não agridem fisicamente, não quebram objetos — mas adoecem quem convive com elas. São sujeitos que mentem com naturalidade, se dizem amigos enquanto ferem, usam palavrões como método de comunicação e transformam o erro em virtude. Quando confrontados, apelam para Deus, para o álcool, para o “jeito de ser”. Nada muda. A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) ajuda a entender por que esse padrão não é acaso, nem “personalidade forte”, mas um sistema organizado de distorções. O abuso que se disfarça de opiniãoNo cotidiano, o sujeito tóxico costuma se apresentar como alguém “sincero demais”. Critica tudo, ridiculariza doenças como depressão, diminui o outro em público e chama isso de franqueza. Na lógica comportamental, trata-se de agressão verbal normalizada, reforçada pela ausência de limites. A violência não precisa deixar marcas físicas para ser real. Mentira, exagero e autoenganoRelatos grandiosos sobre dinheiro, sexualidade ou poder pessoal são comuns. Não se trata apenas de mentir para os outros, mas de sustentar uma narrativa interna que protege o ego. A terapia comportamental identifica esse padrão como racionalização: o sujeito cria versões convenientes da realidade para evitar responsabilidade. Amizade por conveniênciaChamar alguém de amigo não significa agir como tal. O vínculo é instável: hoje afeto, amanhã ataque. Quando o outro impõe limites, vira inimigo. Esse padrão revela relações instrumentais, não afetivas — o outro vale enquanto serve. Álcool, drogas e o falso álibiO consumo frequente de álcool e drogas aparece, muitas vezes, como desculpa antecipada: “eu estava bêbado”, “não me lembro”, “foi a bebida”. A TCC é clara: substâncias não criam o caráter, apenas reduzem os freios. O que emerge sob efeito já estava ali. Quando Deus vira escudoTalvez o aspecto mais perverso seja o uso do discurso religioso para justificar abusos. Pedir bênção no mesmo dia em que se humilha alguém não é fé — é esquiva moral. A espiritualidade, quando madura, exige coerência. Quando usada como escudo, apenas perpetua o ciclo. O impacto invisível nas vítimasQuem convive com esse tipo de sujeito passa a duvidar da própria percepção. “Será que eu exagerei?”, “talvez o problema seja comigo”. Esse é um dos efeitos mais nocivos do abuso psicológico: a confusão cognitiva. A vítima tenta se adaptar ao insuportável. Por que esse sujeito não mudaA terapia comportamental aponta um limite duro: não há mudança sem reconhecimento do problema. Enquanto o abuso gera ganhos — atenção, controle, poder — ele será repetido. Amizade, paciência e silêncio não curam comportamento tóxico. Apenas o sustentam. Concluir também é protegerIdentificar o sujeito tóxico não é vingança, é autopreservação. A sociedade costuma relativizar esse tipo de comportamento, chamando-o de “temperamento difícil”. A psicologia chama pelo nome certo: padrão abusivo. E padrão, quando não é interrompido, se repete. OUTRAS PESQUISAS, LEIA:
Álcool pela manhã + drogas (cocaína e maconha) É ninfomania agora? O que parece mais provável é: O mentiroso, egocentrismo Você está descrevendo um padrão de comportamento, não apenas “defeitos isolados”. Dá para caracterizar essa pessoa em camadas, sem rotular clinicamente, mas com clareza psicológica e social: 1) Núcleo do comportamento Diz uma coisa e faz outra (mente, exagera, distorce fatos). O “errado vira certo” conforme a conveniência do momento. Usa justificativas morais, religiosas ou emocionais para não assumir responsabilidade. 👉 Isso não é ingenuidade: é flexibilização ética utilitária. 2) Relação com os outros Chama de “amigo”, mas: muda de humor com facilidade; desrespeita, xinga, humilha; expõe fragilidades alheias (doenças, depressão, erros).
Aproxima-se quando precisa de algo (validação, companhia, dinheiro, status). 👉 Amizade aqui é discurso, não prática. 3) Sexualidade e discurso machista Sexualidade usada como prova de poder (“quantas mulheres”, “virilidade”, tamanho etc.). Mulheres tratadas como troféus, não como pessoas. Confunde desejo com dominação. 👉 Normalmente encobre insegurança profunda e necessidade de afirmação. 4) Uso de substâncias Álcool (inclusive de manhã), cocaína, maconha. Pode frequentar AA, mas continua bebendo → ambivalência clássica do vício. Oscila entre culpa e autoindulgência. 👉 Substâncias amplificam: agressividade, instabilidade emocional, paranoia, impulsividade verbal.
5) Humor e agressividade Mudanças bruscas de humor. Palavrões, ataques verbais, sarcasmo. Projeção: acusa nos outros aquilo que não tolera em si. 👉 Isso gera ambiente tóxico, imprevisível e desgastante. 6) Religião como escudo “Deus me abençoa”, “está tudo perdoado”, “sou assim mesmo”. Usa o sagrado para: evitar culpa, silenciar críticas, se colocar como moralmente intocável.
👉 Não é fé madura; é uso simbólico da religião para autoproteção. 7) Síntese curta e direta egocentrismo elevado, baixa responsabilidade emocional, uso de vícios como muleta psíquica, discurso moral desconectado da prática, relações baseadas em conveniência, não em respeito.
8) Um alerta importante para você não muda por argumentos, não melhora por amizade ou paciência alheia, só muda quando o custo de continuar assim fica maior que o ganho. 📌 O risco não é “discutir” com ela — é se acostumar e normalizar o abuso. transformar isso em um perfil psicológico resumido, ajudar você a definir limites práticos com alguém assim, ou analisar se há traços de narcisismo, dependência ou manipulação emocional (sem diagnóstico clínico).
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