Justiça

Dezembro 9, 2016

 



 

Governo e Estado brasileiro amesquinha e escraviza o povo ao aprovar 50 anos de contribuicao da Previdencia Social, golpe jamais perpetrado contra trabalhador

Neoescravagismo, neologismo para designar o que o capitalismo selvagem de wall streat, londres, pequim, toquio e da av. paulista faz com o trabalhador modeno. A casa proprio, os juros altissimos, as prestacoes de agua e luz. O celular, a internet tudo quanto o capitalismo financeiro e selvagem lanca [e para escravizar a liberdade relaltiva do ser humano ao materialismo sem precedentes na historia da humanidade que destroi a natureza e por consequencia o homem que faz parte dessa natureza.
Observe, a Reforma da Previdencia, nao afeta nunca a elite, ricos, empresarios, juizes, politicos e os aforotunados pelo dinheiro de fama e mérito.

O povao jaz nas masmorras de levantar cinco horas da manha e ir dormir as 9h30 para levantar cedo nos seis dias da semana e ganhar um ou dois salarios minimos e ainda ter que contribuir 50 anos para a previencia social lhe aposentar em media em 7 (sete) anos. Isso criminoso, ilegal, imoral e inscontitucional, nao e possivel que isso venha passar no Congresso e Senado, se passar e convite para a subversao, para a guerra declarada entre povo e governo, estado que amesquinha a existencia do brasileiro, e o neo escraviza.

Leia mais http://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2016/12/06/trabalhador-tera-de-contribuir-49-anos-para-receber-100-da-aposentadoria.htm

 

Dezembro 8, 2016

Reforma Trabalhista sem trabalhador pode melhorar a economia do país

 O Jornal de Saúde entrevistou o dr. Oldack Portugal Pinheiro - OAB\MG 166.229. O tema foi a polêmica Reforma Trabalhista que nunca tem trabalhador somente para eles cumprirem conforme você vai ler. Também condicionam a Reforma a economia, ou seja, se não houver reforma não haverá geração de empregos. O tempo da Lei vigente e a necessidade ou não dessa Reforma Trabalhista. Leia e saiba o que aguarda o trabalhador brasileiro em breve. 




Jornal de Saúde - 

A reforma das Leis Trabalhistas que afirmam serem de mais de 60 anos são necessárias para modernizar o capitalismo brasileiro ou querem imitar o modelo norte americano, europeu ou asiático?

Reposta dr. Portugal - 

Querem trazer para o Brasil os três modelos, pois nossa CLT virou uma colcha de retalhos que permite interpretações subjetivas que cabem várias interpretações. Com as alterações objetiva a segurança jurídica para geração de mais empregos e a captação do capital estrangeiro em nosso país. Hoje existe uma insegurança do investidor.


Jornal de Saúde - 

 Vai aumentar o número de empregos e o rendimento do salário, ou seja, distribuição de renda através dos salários, poder aquisitivo ou vai favorecer e confundir o trabalhador para que o patrão tenha mais tempo em negociações?

Reposta dr. Portugal -

Com essa reforma, gerará mais empregos. O rendimento salarial não se aplicará e a distribuição de renda não favorecerá tanto o trabalhador, porém, o trabalhador não vai ter nenhum prejuízo com a atualização.


Jornal de Saúde -   

Aumentar a jornada de trabalho para 12 horas mesmo que seja de livre escolha do trabalhador não é forma coercitiva do empregador forçar o trabalhador assumir essa posição ou perde o emprego? Não suprime a necessidade de horas extras para entrega de encomendas e diminui o número de vagas?

Reposta dr. Portugal -

A nova Lei trabalhista prestigiará a negociação coletiva para tratar de temas como salário e tamanho da jornada dos trabalhadores, indicando que a CLT poderá ser flexibilizada, nesse sentido, existe pouca possibilidade de aumento na carga horária de trabalho e consequentemente não haverá diminuição de vagas de empregos.


Jornal de Saúde - 

 O trabalhador terá proteção do Ministério do Trabalho igual possui com essas reformas e será beneficiado. Ou seja, o empregador já beneficiado visto que lucro e às vezes muito com o trabalho do empregado. Então se se fizer reformas para beneficiar mais ainda o empregador e recolher na ponta final mais impostos ou sobretaxar o trabalhador essa reforma vai ser um tiro no pé para a economia, para o emprego e para a renda do trabalhador e do empresário-empregador ?

Reposta dr. Portugal -

De fato, o trabalhador terá a proteção do Ministério do Trabalho se esse por sua vez efetuar a função fiscalizadora, terá que respeitar a Lei vigente. A questão de abranger ou restringir direitos e benefícios dos trabalhadores vão ficar diretamente ligados aos sindicatos (patronal e empregados). Esses são os que terão a responsabilidade pela economia e geração de empregos.


Jornal de Saúde - 

 O governo promove essa reforma com sindicatos, associações, entidades patronais, Federações de Indústria e Comércio. Mas, todos estão meio que desacreditados pelos trabalhadores. A massa trabalhadora não foi consultada através de nenhum recurso, plebiscito e outros e depois vão levar um longo período para assimilar, entender, como é isso, é democracia real, de fato. Mudar leis que diz respeito a mais de 100 milhões de brasileiros e brasileiras ativos que constroem o país com tão poucos pensando?

Reposta dr. Portugal -

A massa trabalhadora, nunca participou diretamente de negociação coletiva para tratar de temas como salário e legislação trabalhista. Como em relação à licença-maternidade, aviso prévio, trabalho à distância, estagiários e deficientes físicos, geraram mais motivos para celebração ou, até mesmo, reivindicações por parte dos empregadores. Perder direitos já conquistados é o mesmo que provocar um racha no Brasil e toda economia ficará em risco.

 

 

Dezembro 8, 2016

REFORMA DA PREVIDENCIA SOCIAL, DEMOCRACIA JÁ, AINDA QUE TARDIA, VAMOS SEGUIR EXEMPLOS DA INGLATERRA, ITÁLIA, PLEBISCITO, JÁ

A Reforma Previdenciária e criminosa. Essa sim, monocrática, feita de cima para baixo. Existem vários caminhos, alamedas a serem percorridas antes dessa reforminha. A primeira é vencer a crise economica e através de acordo entre sindicatos, governo e empresas reempregar a mao de obra parada.

Para isso é preciso negociar horário da jornada de trabalho para empregar esse contingente de mais de 12 milhóes de pessoas desempregadas pela crise com a negociaca direta do governo em relacao a impostos para todos. Cortar os impostos repetivos em cima da mao de obra. Mas, o fator primordial é a retomada da economia, principalmente com ciencia e tecnologia, carro chefe dos paises lideres mundiais.
Entenda as principais propostas do governo para a reforma da Previdência Social
Os homens treinados do governo para empurrar a reforma goela abaixo da sociedade trabalhadora brasileira, como secretario da previdencia
O governo e o Estado brasileiro precisa enxugar a máquina que administra o legislativo, o judiciário e o executivo. Se vai colocar patamar de idade para aposentados [e preciso colocar teto sob Lei com imputacao penal para presidente e governadores que desobedecerem, em relacao a salarios, assessores, motoristas, passagens de aviao, gasolina e carros, moradias.

É preciso que governo e Estado faca a licao de casa, exemplarmente. Nao ha como Reformar a Previdencia Social sem fazer essas reformas? Politica, Tributária e a que ninguém fala, pis doi os calos, Administrativa, o Brasil nao é um país administrável/ Todos os politicos sao pessimos administradores e nomeiam outros políticos que pelo Brasil afora apenas roubam o erário publico, pois estao preocupados, pilhados e doutrinados pelo partido e filosofia do mal, para as proximas eleicoes. Por iso, roubam de noite e de dia e nao administram o país que navega sozinho no caos da economia.

A Globo, o jornalismo da Globo, é inocente, ou propositalmente passa diagnostico falsos. Hoje, 06.12.16 disseram que diminui o trabalhador ativo para contribuir para com o trabalhador ativo como se nao houvesse a entrada de novos trabalhadores para o mercado do trabalho e ficasse estanque ate 2060 na proporcao de 2,5 para pagar um aposentado. Um absurdo.

Tao abusurdo, quanto a fala de economistas da USP e FGV, que sempre viveram e vao viver dos cofres publicos bajulando governos, politicos e benesses do poder. Nenhum deles defendem cortes na maquinas governamental. A PEC peca devido a isso querem e vao se a sociedade nao esbravejar, o povo, corte na educacao, na saude, na merenda escolar e nos beneficios sociais.

Esses economistas, nenhum que dao entrevistas planejadas e autorizadas pelo governo apresentam planos, contas e investimentos que a Previdencia nunca fez e nao quer fazer quer apenas arrecadar trilhoes e gastar em outras coisas diferentes com o objeto de arrecadacao, a aposentadoria. Os fundos de pensao de estatais, Banco do Brasil, e outros, como de deputados estaduais, nunca faliram e nunca vao falir devido serem administradas e terem investimentos que sao reinvestidos com lucratividade que sao incorporados ao Fundo e nao desviados para empreioteiras, e familias de politicos profissioais que enriquecem parentes, aliados e laranjas com os contumazes desvios, que o povo conhecem como roubo do erario publico.

Por ultimo, como vendem em entrevistas, quando pisam no calo dos politicos, bilionarios e outros interesses, estamos em Estado de Direito Democratico, a Europa, exemplo Bexit na Inglaterra, [e exemplo, a Italia, outro exemplo. E preciso de consulta popular, o povo precisa participar, isso é democracia se o povo escolher a nao-reforma, mesmo que a Previdencia daqui 50 anos venha a falir, sera escolha de toda a sociedade ou da maioria e ainda teria o Congresso e o Senado para debater e referendar essa consulta popular. 

No Brasil como na Justica democracia e para os amigos. Como a Justica para os amigos e a Lei para os inimigos.DEMOCRACIA NO BRASIL, JA e DEMOCRACIA AINDA QUE TARDIA NO BRASIL.

Marcelo  dos Santos 
jornalista MTb 16539 SPSP

Leia mais quem o governo treinou e doutrinou para defender a reforma, e triste ouvir esse sr. calvo, orelhas grandes, que mente e nao comprova suas assertivas? 

 

 

Bhte, 21 de setembro de 2016, às 18h52




ww.cff.org.br/farmaceuticoemacao

 

25 DE SETEMBRO – MOBILIZAÇÃO INTERNACIONAL

FARMACÊUTICOS EM AÇÃO – TODOS CONTRA O AEDES AEGYPTI

 

Na data em que se comemora o Dia Internacional do Farmacêutico, dia 25 de setembro, será realizada uma grande ação integrada entre diversos países da América Latina, para unir forças contra a dengue, a chikungunya e a zika. A campanha Farmacêuticos em Ação – todos contra o Aedes aegypti será intensificada no Brasil e lançada simultaneamente na Argentina, Costa Rica, Paraguai, Uruguai e Venezuela, em uma iniciativa do Fórum Farmacêutico das Américas (FFA), com apoio da Fundação Internacional Farmacêutica (FIP) e Fundação FIP. A ideia surgiu com a repercussão positiva da campanha brasileira, lançada em março, com grande adesão dos farmacêuticos e da população.


O objetivo da iniciativa é transformar cada farmacêutico desses países em um agente de combate ao mosquito e cada farmácia em um posto avançado contra o mosquito Aedes aegypti. No Brasil, a campanha é desenvolvida pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF), os conselhos regionais e as entidades parceiras – Sociedade Brasileira de Farmacêuticos e Farmácias Comunitárias (SBFFC), Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais (Anfarmag), Sociedade Brasileira de Farmácia Hospitalar (Sbrafh).


Além do apelo institucional, as entidades se estão se mobilizando nesta data porque todos esses países continuam registrando casos de dengue, chikungunya e zika, com tendência de o problema se agravar, em função do período chuvoso que se aproxima. Será uma ocasião tanto para os farmacêuticos celebrarem os avanços da profissão como para reafirmarem, à sociedade, a importância da atuação profissional.


Farmácias e farmacêuticos estão sendo orientados a se mobilizar e contribuir com a prevenção e controle das três doenças relacionadas ao Aedes aegypti. Os farmacêuticos podem, além de oferecer a orientação correta aos pacientes, identificar pessoas com sinais e sintomas sugestivos, encaminhando os casos suspeitos, prescrevendo terapias adequadas, quando pertinente, e acompanhando pacientes em tratamento. Ações como estas que podem ser potencializadas com a adesão das farmácias.


Mas a participação é livre às entidades farmacêuticas, às universidades, às entidades representativas da sociedade civil organizada, à defesa civil, aos órgãos públicos e organizações governamentais e a todos que quiserem participar. A proposta é que farmacêuticos, estudantes de Farmácia e entidades ligadas à profissão busquem promover ou pelo menos participar de ações em locais públicos voltadas ao combate da dengue, da chikungunya e zika. “Vamos todos sair às ruas contra o mosquito Aedes aegypti”, conclama Josélia Frade, diretora de Prática Profissional do Comitê Executivo do FFA e representante do Brasil na entidade.


Para respaldar os participantes da campanha, o CFF desenvolveu um hotsite(www.cff.org.br/farmaceuticoemacao), um folder e um guia de bolso, com informações para a população e para os farmacêuticos. O material está disponível em português e foi traduzido para o espanhol para utilização nos demais países membros do FFA.


“Somos cerca de 200 mil farmacêuticos no Brasil e o país conta com 90 mil farmácias. Podemos, de fato, formar um exército capaz de apoiar à sociedade, no enfrentamento de uma epidemia tão dramática, que se tornou uma preocupação mundial”, reforça o presidente do CFF, Walter da Silva Jorge João. “Não podemos nos furtar ao papel fundamental do farmacêutico na prevenção das doenças e na promoção da saúde. Participar dessa luta também é nossa obrigação como cidadãos. Contamos com sua colaboração!”